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10 coisas que você não deve fazer com seu celular

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Para manter o bom funcionamento de seu celular, é necessário evitar algumas práticas. Confira 10 delas!

Todo mundo que tem um celular deseja mantê-lo em boas condições de uso e segurança, para que ele dure mais tempo. Por isso, é essencial ficar atento a alguns cuidados que você deve ter com o seu aparelho.

A seguir, você confere alguns comportamentos comuns entre os usuários e que comprometem o funcionamento e tempo de vida útil do dispositivo.

Veja 10 hábitos para evitar ao manusear o smartphone

Os hábitos ruins vão desde não realizar as atualizações do software até a realização de downloads de aplicativos de fontes desconhecidas. Confira!

1 – Não atualizar o software

Mão segurando celular Samsung, mostrando a atualização de software da Samsung para celulares topo de linha da Samsung

Atualização de software da Samsung para celulares topo de linha da Samsung/ Shutterstock Foto Tamer A Soliman

não atualização do software de seu celular pode trazer diversos problemas, inclusive na segurança do aparelho. Além disso, se você não atualizar o sistema operacional, pode perder a oportunidade de explorar novos recursos e ainda comprometer o desempenho do dispositivo.

2 – Utilizar carregador falso

Imagem de carregador falso

Carregador falso – Imagem: Mateus Andre/Freepik

O principal motivo para o carregador falso ser mais barato do que o original é que a qualidade dele é muito inferior. Além disso, itens piratas podem comprometer a sua segurança. Um estudo da organização britânica Trading Standards, por exemplo, mostrou que a maioria dos itens não tinha o isolamento suficiente contra descargas elétricas, o que pode causar acidentes.

Outro ponto relevante é que os carregadores falsificados podem superaquecer o smartphone e fazê-lo explodir. Por isso, busque sempre pelo acessório original.

3 – Deixar a bateria descarregar totalmente

Mulher segurando um celular com pouca carga de bateria.

Imagem: McLittle Stock/Shutterstock

Apesar de ser algo que muitos usuários acreditam ser o ideal, deixar a bateria descarregar totalmente é algo prejudicial para este componente do seu celular. Os aparelhos modernos geralmente são equipados com bateria de íon e lítio, que realizam o trabalho por ciclos, no qual o carregamento de 0% a 100% corresponde a um ciclo.

Sendo assim, se você deixar a bateria descarregar totalmente, ela vai fazer mais ciclos do que precisaria caso o aparelho fosse ligado na tomada antes de desligar. Cada ciclo pode aumentar o desgaste da bateria, afetando o seu desempenho com o tempo. O mais indicado é carregá-lo quando ele estiver com 20% de carga e tirá-lo da tomada quando estiver em 80%.

4 – Usar o aparelho carregando

imagem mostra celular carregando

Celular Android carregando (Reproduphone discharging /Unsplash)

Ao usar o seu aparelho enquanto ele carrega, é possível provocar um superaquecimento, que pode gerar danos aos itens internos e, em casos mais graves, até uma explosão. Então, enquanto ele estiver na tomada, não mexa.

5 – Não utilizar capinha e película

Capinha e película para o celular

Capinha e película para o celular – Imagem: rawpixel.com/ Freepik

Uma das maiores faltas de cuidado com o seu celular é negligenciar o uso de capinha e película. Isso porque sabemos que acidentes podem acontecer e o seu smartphone pode eventualmente cair no chão ou até mesmo sofrer outros tipos de impactos.

A capinha e película servem para proteger o dispositivo nesses momentos. Apesar de não ser uma garantia 100% de que nada vai acontecer com o item, esses acessórios ajudam na proteção para evitar avarias, principalmente na tela e câmeras do aparelho.

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6 – Não atualizar os apps

como atualizar aplicativos no android (5)

Reprodução: Wagner Edwards/Olhar Digital

A não atualização dos aplicativos instalados em seu dispositivo pode acarretar problemas como bugs nos apps e até mesmo brechas de segurança. Por isso, é fundamental manter os seus apps atualizados.

7 – Esquecer de limpar o cache do navegador e dos apps

É muito importante realizar limpezas periódicas no cache dos aplicativos e navegadores de seu celular. Apesar de serem arquivos de grande utilidade para agilizar o carregamento dos apps, eles podem ocupar bastante espaço no armazenamento do seu aparelho e, assim, comprometer o desempenho do sistema. Então, não esqueça de limpar o cache dos apps periodicamente.

Para limpar os dados de navegação, basta acessar o seu navegador e excluir os dados.

Limpando dados de navegação

Limpando dados de navegação – Imagem: Reprodução/Matheus Chaves – Olhar Digital

Já nos aplicativos, você precisa acessar as configurações do aparelho e excluir individualmente o cache de cada app. Veja:

Tempo necessário: 3 minutos

  1. Nas configurações de seu dispositivo, clique em “Aplicativos” e depois selecione o app que deseja limpar o cache

    Passo 1 para limpar o cache de um app

  2. Toque em “Armazenamento” e, em seguida, clique em “limpar cache”

    Passo 2 para limpar o cache de um app

8 – Não colocar uma senha

Como desbloquear celular sem senha

Imagem: Tero Vesalainen / Shutterstock

Um celular desprotegido pode facilitar ainda mais a ação de criminosos que desejam aplicar golpes após roubarem ou furtarem o aparelho. Com uma senha, você dificulta a ação deles. Além disso, fica mais protegido também de pessoas que queiram aproveitar um momento seu de descontração para mexer em seus aplicativos.

É importante destacar também que a senha em seu dispositivo pode ajudar na preservação de seus dados, pois fica mais difícil para o criminoso aparar os dados. Então, você ganha tempo para localizar o smartphone, realizar o backup dos dados e até mesmo emitir avisos sonoros à distância.

9 – Não desligar o smartphone às vezes

Desligar celular

Desligar celular – Imagem: Reprodução/ Matheus Chaves – Olhar Digital

Você sabia que às vezes é importante desligar o seu dispositivo? A Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, em inglês) recomenda desligá-lo e ligá-lo semanalmente.

A reinicialização dele pode ser importante para a correção de erros do sistema, além da limpeza da memória durante um determinado período. Por isso, uma vez ou outra, desligue o aparelho.

10 – Baixar apps de fontes desconhecidas

Cuidado ao baixar APKs de lojas terceirizadas, pois estes aplicativos podem conter vírus

Cuidado ao baixar APKs de lojas terceirizadas, pois estes aplicativos podem conter vírus. Imagem: Brian A Jackson / Shutterstock

Ao fazer o download de aplicativos de fontes desconhecidas, você pode estar colocando a segurança do seu smartphone em risco. Por isso, caso tenha um aparelho Android, baixe apenas apps disponíveis na Play Store ou lojas oficiais como a Galaxy Store, da Samsung. Já se você tiver um iPhone (iOS), utilize a App Store.


Fonte: Olhar Digital

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Tecnologia

Transição para o Windows 11 está mais lenta do que o esperado, apesar do fim do suporte ao Windows 10

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A transição de usuários e empresas do Windows 10 para o Windows 11 está ocorrendo em um ritmo muito mais lento do que o previsto, mesmo após o fim do suporte da Microsoft ao Windows 10 em outubro de 2025. Segundo dados da Dell, o ritmo de migração está de 10 a 12 pontos percentuais atrás daquele visto na transição para o Windows 10. Estima-se que 500 milhões de computadores capazes de rodar o Windows 11 ainda não foram atualizados e outros 500 milhões são antigos demais para o novo sistema

Apesar do fim do suporte ao Windows 10 em 14 de outubro de 2025, a expectativa de que consumidores e empresas correriam para atualizar seus equipamentos para o Windows 11 não se concretizou.

A Realidade da Transição 🐢

Durante sua conferência de resultados do terceiro trimestre, a Dell revelou que a transição para o Windows 11 está significativamente lenta:

  • Ritmo de Atraso: Jeff Clarke, diretor de operações da Dell, afirmou que o ritmo de atualização está 10 a 12 pontos percentuais atrás do que foi observado no mesmo período de tempo durante a transição para o Windows 10.

  • Resistência do Público: Muitas pessoas parecem confortáveis em manter seus sistemas atuais, adiando a decisão de compra ou atualização, o que resultou em vendas de PCs estagnadas.

O Gargalo dos Computadores Antigos

Os números apresentados pelo executivo da Dell ilustram a grande base de equipamentos que ainda não fez a migração:

  • PCs Capazes, mas Não Atualizados: Cerca de 500 milhões de computadores em uso são tecnicamente capazes de rodar o Windows 11, mas seus donos optaram por não atualizar o sistema.

  • PCs Obsoletos: Outros 500 milhões de máquinas têm mais de quatro anos e sequer atendem aos requisitos mínimos para instalar o novo sistema operacional, necessitando de substituição completa.

Foco no Mercado de IA

Embora o mercado de PCs pessoais tenha ficado estagnado, a Dell relatou uma receita total de US$ 27 bilhões, um aumento de 11% em relação ao ano anterior. Esse crescimento não veio do consumidor doméstico, mas sim da demanda explosiva por servidores de inteligência artificial (IA), que compensou a falta de interesse no mercado de PCs.

A indústria, contudo, ainda aposta que a enorme base de computadores antigos eventualmente precisará ser trocada, gerando uma oportunidade futura de vendas.


Com informações: Dell e Olhar Digital

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Sociedade

Aumento de aplicativos espiões em celulares preocupa especialistas e acende alerta para segurança infantil

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Levantamento da ESET e Digipais mostra a disseminação de spyware e stalkerware em dispositivos de crianças e adolescentes, comprometendo a privacidade e a segurança. Especialistas alertam para a importância do antivírus, da educação digital e do diálogo entre pais e filhos para identificar e remover essas ameaças, que podem ser instaladas por malware ou por pessoas com acesso físico ao aparelho

O uso crescente de softwares espiões — spyware e stalkerware — em celulares de crianças e adolescentes gera grande preocupação entre especialistas em segurança digital. Segundo a ESET e a iniciativa Digipais, esses programas podem ser instalados sem que o usuário perceba e permitem que terceiros monitorem atividades, acessem câmeras, microfones, dados pessoais e até manipulem senhas.

Tipos de software e formas de infecção

Embora o spyware seja focado no roubo de informações confidenciais (como credenciais bancárias), o stalkerware é usado para vigiar pessoas conhecidas, geralmente em contextos de assédio ou controle excessivo.

  • Spyware: A infecção ocorre comumente ao clicar em links falsos ou baixar aplicativos fraudulentos, como o caso do spyware Ratel, que em 2024 se disfarçou do jogo Hamster Kombat.

  • Stalkerware: Costuma ser instalado manualmente por alguém que tem acesso físico ao dispositivo, operando em segredo e disfarçado, o que o torna mais difícil de identificar.

  • Controle Parental vs. Stalkerware: A principal diferença é a transparência. Enquanto as ferramentas legítimas de controle parental são usadas com diálogo e consentimento para proteger, o stalkerware atua de forma oculta e antiética.

Sinais de alerta e remoção

Os especialistas apontam que o comportamento anormal do dispositivo é o principal sinal de alerta.

  • Sinais de Alerta: Superaquecimento, consumo elevado de bateria e dados, travamentos recorrentes e a presença de aplicativos desconhecidos com nomes genéricos (ex.: “Serviço do sistema”). Mudanças automáticas nas configurações de privacidade ou a luz da câmera que pisca sem uso também são indicativos.

  • Remoção: Em caso de suspeita, a orientação é agir rapidamente:

    1. Instalar e atualizar um antivírus confiável para varredura.

    2. Desconectar o aparelho da internet (Wi-Fi e rede móvel).

    3. Remover o programa suspeito e reiniciar no modo de segurança.

    4. Alterar todas as senhas (e-mails, redes sociais e bancos), pois os dados podem ter sido interceptados.

Para Luis Lubeck, mentor educativo da ONG Argentina Cibersegura, a prevenção começa com a educação digital, ensinando hábitos simples de segurança e promovendo confiança e diálogo constante entre pais e filhos.


Com informações: ESET e Digipais

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Tecnologia

Cientistas afirmam ter eliminado um grande gargalo da IA: agora é possível processar cálculos “na velocidade da luz”

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Uma nova arquitetura chamada Multiplicação Paralela de Matrizes Ópticas (POMMM) pode revolucionar a Inteligência Artificial (IA) ao permitir que os cálculos sejam processados na velocidade da luz. O sistema óptico realiza múltiplas operações tensoriais simultaneamente com um único pulso de laser, solucionando o gargalo de escalabilidade que limitava a computação óptica

Cientistas desenvolveram uma arquitetura fundamental para a computação óptica de próxima geração, que utiliza luz em vez de eletricidade para alimentar os chips. Essa inovação pode eliminar o gargalo que atualmente limita o desempenho e o tamanho dos grandes modelos de Inteligência Artificial (IA), como os Large Language Models (LLMs).

O gargalo dos tensores

No cerne do aprendizado profundo e dos LLMs, as operações são organizadas em estruturas ponderadas chamadas “tensores“. A velocidade com que os modelos conseguem processar dados tensores é um limite rígido que impede o avanço de modelos maiores e mais poderosos.

  • Limitação Óptica Tradicional: Embora a computação baseada em luz seja mais rápida e eficiente em termos de energia em escalas menores, a maioria dos sistemas ópticos tradicionais não pode ser executada em paralelo (linearidade), ao contrário das GPUs (Unidades de Processamento Gráfico), que podem ser encadeadas para aumentar exponencialmente o poder de processamento.

  • Escalabilidade: Esse gargalo de escalabilidade é o motivo pelo qual modelos mais poderosos exigem milhares de GPUs operando em conjunto.

A solução Multiplicação Paralela de Matrizes Ópticas (POMMM)

A nova arquitetura, denominada Multiplicação Paralela de Matrizes Ópticas (POMMM), propõe uma solução que substitui os gargalos tradicionais por uma operação passiva e de disparo único.

  • Funcionamento: O POMMM realiza múltiplas operações tensoriais simultaneamente usando um único pulso de laser, processando cálculos “na velocidade da luz”.

  • Potencial: Os cientistas argumentam que o POMMM poderia se tornar o hardware fundamental para a Inteligência Artificial Geral (AGI), ao resolver o problema de escalabilidade que tem limitado o avanço da computação óptica, permitindo maior poder de processamento em larga escala.


Com informações: Tristan Greene, Live Science

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