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Distrito Federal

DF registra menor número de homicídios em 25 anos

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Primeiro semestre de 2024 encerra com menor índice de vítimas de homicídios e de crimes violentos letais intencionais (CVLIs) deste século no DF. Roubos em transporte coletivo caíram pela metade na capital federal

O Distrito Federal celebra um marco histórico na segurança pública: o menor número de vítimas de homicídios e de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) em 25 anos, como latrocínio e lesão corporal seguida de morte. O DF Mais Seguro – Segurança Integral, tem desempenhado um papel crucial para a constante queda nos principais índices criminais, implementando uma política de segurança que envolve imprensa, instituições religiosas, universidades e o setor produtivo nos processos de gestão. O programa permite a integração eficiente entre tecnologia, inteligência policial e um relacionamento próximo com diversos setores da sociedade civil.

Nos primeiros seis meses do ano, os CVLIs, incluindo os homicídios, mantiveram-se em queda em comparação a 2023, ano em que o DF registrou o menor índice de homicídios dos últimos 47 anos. O número de casos de homicídios no semestre é o menor desde 2000, com 17% de redução. Foram 96 registros, entre janeiro e junho deste ano, contra 116 no mesmo período do ano passado. É a primeira vez, na história da capital, que os números deste crime chegam a “dois dígitos” no semestre.


“Temos atuado com base em estudos de manchas criminais, e com relatórios de inteligência, de forma cada vez mais precisa em locais, dias e horários em que cada crime mais acontece. Menos tempo e desperdício de recursos, mais precisão e eficiência”, afirma Alexandre Patury, secretário-executivo de Segurança Pública


“Nos últimos anos, o Distrito Federal tem consistentemente reduzido os índices criminais, especialmente os homicídios, graças a uma gestão de segurança pública consolidada e em constante aprimoramento, com o apoio do governador Ibaneis Rocha. Reformulamos nossas ações e projetos sob a perspectiva da integralidade, ampliando a participação da sociedade no debate e nas decisões de segurança pública”, destaca o secretário Sandro Avelar.

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“A microrregionalização do trabalho, aproximando-nos da realidade de cada região, foi fortalecida com a reformulação dos conselhos comunitários de segurança (Consegs). Também investimos na inteligência, no videomonitoramento e na melhoria das condições de trabalho das corporações, com novas unidades policiais, viaturas e equipamentos”, acrescenta.

Crimes contra a vida

Em relação ao número total de vítimas de CVLIs – que englobam homicídios (e feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte – também foi o menor em 25 anos, com 108 registros. Isso representa queda de 26% em relação ao primeiro semestre do ano passado, quando foram contabilizados 146 casos. Nos latrocínios, que é o roubo seguido de morte, foram registrado dois casos no semestre, o menor desde 2000, com sete vítimas a menos no comparativo com 2023. O balanço aponta também quedas significativas nas tentativas de homicídio e de latrocínio, de 9,5% e 30,2% respectivamente.

Os roubos em transporte coletivo diminuíram 54,2%, passando de 275 ocorrências no ano passado para 126 este ano, o que corresponde a 149 ocorrências a menos

De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), José Werick, o trabalho pautado pela excelência investigativa e pelo uso de técnicas avançadas é fator essencial para a redução da criminalidade.


“Nossa equipe de policiais civis, em todos os casos, recorre a perícias técnico-científicas para analisar vestígios coletados nas cenas dos crimes. Esse rigor técnico contribui para a materialização das provas e para a elucidação rápida e eficaz dos delitos. Continuaremos investindo na capacitação e valorização dos servidores, bem como na busca de métodos de investigação mais modernos, sempre com o objetivo de garantir a segurança e a paz dos cidadãos”.


Crimes contra o patrimônio

Cinco dos seis principais crimes contra o patrimônio apresentaram queda no primeiro semestre deste ano. São eles: os roubos a transeunte, em transporte coletivo, de veículo, em comércio e em residência. Destaque para os roubos em transporte coletivo, que diminuíram 54,2%, passando de 275 ocorrências no ano passado para 126 este ano, o que corresponde a 149 ocorrências a menos.

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“Nossa equipe de policiais civis, em todos os casos, recorre a perícias técnico-científicas para analisar vestígios coletados nas cenas dos crimes. Esse rigor técnico contribui para a materialização das provas e para a elucidação rápida e eficaz dos delitos”, afirma José Werick, delegado-geral da PCDF


O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, destaca que as operações conjuntas entre forças de segurança pública e órgãos de governo têm impactado na redução destes tipos criminais. “Temos atuado com base em estudos de manchas criminais, e com relatórios de inteligência, de forma cada vez mais precisa em locais, dias e horários em que cada crime mais acontece. Menos tempo e desperdício de recursos, mais precisão e eficiência”.

Os roubos em comércio caíram de 302 para 200 no comparativo dos primeiros seis meses, uma redução de 33,8%. Nos roubos a transeunte, de veículo, e em residência, as reduções no comparativo semestral foram de, respectivamente, 22%, 17,2% e 24,8%. No caso dos furtos em veículos, que é quando objetos ou acessórios são subtraídos sem que a vítima perceba, por exemplo, houve aumento de 3,5% nas ocorrências.

Dois mil agressores presos

Distrito Federal

Orçamento do Distrito Federal para 2025 será de R$ 66,6 bilhões

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Projeto de lei orçamentária foi aprovado nesta terça (10) pelos deputados distritais e conta com os recursos integrais do Fundo Constitucional

O Distrito Federal prevê um orçamento de R$ 66,6 bilhões para o próximo ano, sendo R$ 41,6 bilhões de receitas próprias e R$ 25 bilhões originários do Fundo Constitucional do DF (FCDF). Essa é a base do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) 2025 aprovado na noite desta terça (10), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Agora, o texto segue para sanção do governador Ibaneis Rocha e servirá de balizador na estimativa de receita e despesa do Governo do Distrito Federal para o próximo ano.

“A Lei Orçamentária Anual reflete o compromisso do governador Ibaneis em atender às demandas da população e em garantir uma gestão eficiente e transparente dos recursos públicos”, explica o secretário de Economia, Ney Ferraz, que acompanhou a votação no plenário da CLDF. “Priorizamos no texto áreas essenciais ampliando investimentos em obras públicas e programas sociais, como o restaurante comunitário e os cartões de benefícios, para seguirmos no projeto de impactar positivamente na qualidade de vida dos cidadãos”, completou Ferraz.

Agora, segundo Ferraz, o GDF segue na luta para garantir os recursos do FCDF. “Precisamos receber acima dos R$ 25 bilhões para podermos cumprir a LOA e garantir os pagamentos e investimentos na segurança, saúde e educação. O governador Ibaneis segue articulando no Congresso Nacional para brecarmos essa proposta do governo federal de cortes”.

Do total de recursos previstos, o governo estima que R$ 41,6 bilhões venha de recursos próprios do DF; e, os outros R$ 25 bilhões provenientes do FCDF. O orçamento total estimado para 2025 supera o de 2024 em cerca de R$ 5,5 bilhões, o que representa um incremento de 9%.

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A receita própria do DF foi dividida em três esferas: fiscal, seguridade social e investimento das empresas estatais

A receita própria do DF foi dividida em três esferas: fiscal (R$ 30,6 bilhões), seguridade social (R$ 9,3 bilhões) e investimento das empresas estatais (R$ 1,7 bilhão), totalizando R$ 41,6 bilhões. Já o repasse do Fundo Constitucional do DF já tem destino certo. Os R$ 25 bilhões serão repartidos para o custeio, pagamento da folha e investimentos de três áreas: segurança pública (R$ 11,4 bi), saúde (R$ 8,1 bi) e educação (R$ 5,4 bi).

O secretário Ney Ferraz reforçou que a peça orçamentária foi construída de forma participativa. “Este orçamento é fruto de um amplo diálogo com a sociedade e os parlamentares, sempre buscando equilíbrio fiscal e eficiência na alocação dos recursos. Nosso objetivo é garantir que cada real investido traga benefícios reais para a população”.

Emendas parlamentares

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Distrito Federal

Unidade de conservação recebe bombas de sementes em iniciativa de reflorestamento

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Localizada entre o Riacho Fundo e o Park Way, a Granja do Ipê foi visitada nesta quarta (11) por estudantes do Programa Parque Educador

A Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) Granja do Ipê, administrada pelo Instituto Brasília Ambiental, recebeu bombas de sementes nesta quarta-feira (11), que foram jogadas com a ajuda de 160 estudantes do Centro Educacional Agrourbano Ipê (Caub). Os alunos são atendidos pelo programa de Educação Ambiental Parque Educador, do Riacho Fundo, iniciativa coordenada pelo Brasília Ambiental em parceria com as secretarias de Meio Ambiente (Sema-DF) e de Educação (SEEDF).

A Arie Granja do Ipê foi escolhida para a atividade ambiental de revegetação porque sofreu muito com as queimadas ocorridas no período de seca severa pela qual o Distrito Federal passou neste ano.

“A bomba é composta por terra com várias sementes dentro. É uma forma de espalhar as sementes, que vai nos ajudar a reflorestar todo esse espaço. Gratidão à escola, à diretora e a todos os professores e alunos envolvidos na ação. São atitudes como essa que apoiamos e queremos em nossas Unidades de Conservação [UCs]”, explica o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer.

A educadora ambiental da autarquia, Mariana dos Anjos, lembra que há seis anos o Instituto atua junto ao Caub, e comemora a iniciativa. “Ver essa ação, fruto do Parque Educador, iniciada com uma oficina na qual eles aprenderam a fazer as bombas de sementes, perceber o entusiasmo e o envolvimento de toda a escola e seus estudantes, querendo plantar ipês e jogar as bombas, é um processo rico que nos deixa muito feliz”, ressalta.

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A estudante Isabele Alvez Raquel, 12 anos, considerou gratificante jogar as bombas de sementes na Arie, muito devastada pelas queimadas no último mês de agosto: “Plantamos árvores onde existiam outras árvores que morreram, isso é muito importante para fazer essa área voltar a ser o que era”, disse.

Educação ambiental

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Distrito Federal

Novos beneficiários do “DF Social” têm até o dia 17 para abrir conta no BRB

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Mais de 3 mil famílias precisam verificar se foram contempladas no site do GDF Social e abrir conta pelo aplicativo BRB Mobile

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) selecionou 3.422 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até 18h do dia 17, próxima terça-feira.

Aqueles que não fizerem o procedimento no prazo estabelecido terão que aguardar nova rodada de contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo neste link.

Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em Consulta DF Social, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados.

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