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Brasília será sede de sete campeonatos nacionais de ginástica em 2025

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Competições oficiais da Confederação Brasileira de Ginástica irão movimentar a capital este ano

O calendário contempla a realização de sete competições, entre elas o Troféu Brasil de Ginástica Artística (masculino e feminino), o Campeonato Brasileiro e Torneio Nacional de Ginástica Aeróbica, o Campeonato Brasileiro e o Torneio Nacional de Ginástica Acrobática, além do Campeonato Brasileiro de Parkur. Todas as provas fazem parte do calendário nacional da CBG e integram o circuito de alto rendimento da ginástica no país.

A escolha de Brasília como sede dessas etapas reforça a posição estratégica da capital federal no cenário esportivo nacional e demonstra o compromisso do Governo do Distrito Federal com o fomento ao esporte. A parceria com a CBG se justifica pela singularidade do objeto, já que a entidade é a única reconhecida pelo COB como responsável oficial pela realização dessas competições no Brasil.

De acordo com o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, os eventos trarão impactos positivos tanto para os atletas quanto para a população do Distrito Federal. “Apoiar a realização desses campeonatos fortalece a vocação de Brasília para sediar grandes eventos esportivos e valoriza a ginástica como modalidade estratégica para o desenvolvimento esportivo no país. Também movimenta a economia local e aproxima a comunidade do esporte de alto rendimento”, afirmou.


Fonte: Agência Brasília

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Hamas divulga documento sobre dois anos da Operação Dilúvio de Al-Aqsa

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Manifesto do Birô Político apresenta o 7 de outubro como uma resposta estrutural ao colonialismo e classifica as ações em Gaza como um “novo Holocausto”.


Em 24 de dezembro de 2025, o Birô Político do Hamas publicou o documento intitulado “Nossa narrativa… Dilúvio de Al-Aqsa: dois anos de firmeza e a vontade de libertação”. O texto propõe uma interpretação histórica que afasta o caráter episódico dos eventos iniciados em outubro de 2023, situando a resistência armada como uma consequência direta e inevitável de um regime de “colonialismo de assentamento”. Para a organização, a operação não inaugurou a violência na região, mas interrompeu a normalização da opressão que o povo palestino sofre desde a Nakba de 1948.

O documento descreve a Faixa de Gaza como um “laboratório extremo da violência colonial contemporânea”. Segundo a narrativa apresentada, a resposta militar de Israel não é vista como uma guerra convencional, mas como um extermínio planejado e racionalizado, sustentado por uma ideologia supremacista e executado com apoio político e bélico dos Estados Unidos.


Pontos centrais da narrativa do Hamas

O manifesto articula a visão do grupo sobre a legitimidade da luta e as condições para o fim do conflito:

  • Necessidade Histórica da Resistência: O grupo afirma que a resistência armada não é uma escolha ideológica abstrata, mas uma função da própria existência da ocupação. “Onde há colonialismo, a resistência é uma necessidade”, sustenta o texto.

  • Recusa ao Desarmamento: O documento classifica como “cínicas” as exigências internacionais para que a resistência entregue as armas enquanto o cerco e o genocídio persistem. Para o Hamas, desarmar-se sob ocupação equivaleria à rendição histórica e à morte política.

  • Crítica à Ordem Internacional: O texto aponta o esgotamento moral do Ocidente e a falência do direito internacional, que atuaria de forma seletiva ao proteger o colonizador em detrimento do colonizado.

Gaza como “Novo Holocausto”

O Hamas utiliza o termo “novo Holocausto” para descrever a situação em Gaza, baseando-se na escala de destruição da infraestrutura civil, no uso da fome como arma de guerra e no assassinato sistemático de profissionais de imprensa e saúde. O documento enfatiza que, apesar da “guerra total”, a sociedade palestina em Gaza manteve sua coesão política e moral, não ocorrendo o colapso interno esperado pelas forças de ocupação.

Impacto Global e Fissura Discursiva

A análise conclui que o conflito produziu uma mudança profunda na percepção global sobre o sionismo. A Palestina teria se tornado um “critério histórico de verdade”, forçando a comunidade internacional a escolher entre a aceitação da ordem colonial ou a ruptura com a normalização da violência. A mensagem final do manifesto é clara: o povo palestino não negociará sua extinção e as armas da resistência persistirão enquanto a ocupação não for desmantelada.


Com informações: Opera Mundi

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Ataque dos EUA na Nigéria sinaliza nova política externa de Trump para 2026

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Operação militar anunciada no Natal é vista por especialistas como um manifesto ideológico que ignora a soberania africana e foca na disputa geopolítica com China e Rússia.


O recente ataque das forças dos Estados Unidos ao noroeste da Nigéria, anunciado pelo governo de Donald Trump em pleno Natal, marca uma mudança profunda na postura internacional de Washington. Para as especialistas Gisele Agnelli e Luciana Bauer, a ação não deve ser interpretada apenas como uma operação contraterrorista contra o ISIS ou grupos anticristãos. Trata-se de uma performance política voltada ao eleitorado evangélico norte-americano e um recado direto às potências globais de que os EUA atuarão unilateralmente, sem considerar marcos do direito internacional ou a soberania de nações do Sul Global.

A Nigéria, maior potência populacional da África e ator estratégico em cadeias energéticas e minerais, tem sido palco de crescentes investimentos da China e cooperação militar com a Rússia. Ao realizar o ataque sem menção ao Estado nigeriano ou à União Africana, o governo Trump reafirma a África como um “palco invisível” da política de força, onde a guerra ocorre fora do debate democrático e da mediação de órgãos como a ONU.

A narrativa da “Guerra Santa” e a Necropolítica

A estratégia de comunicação adotada por Trump utiliza um vocabulário que remete a um “Departamento de Guerra” em vez de Defesa. A escolha de apresentar o conflito sob uma moldura religiosa — cristãos contra muçulmanos — mobiliza o imaginário das Cruzadas para legitimar a violência extraterritorial.

  • Público Doméstico: A narrativa protege a imagem de Trump como um “messias” protetor dos cristãos perante sua base conservadora.

  • Espetáculo da Morte: Termos como “ataques perfeitos” e a promessa de que “haverá muitos mais” transformam a ação militar em uma rotina administrativa performática.

  • Ausência de Debate: A operação ocorreu sem deliberação no Congresso americano ou cobertura internacional robusta, normalizando a violência estatal como ferramenta de gestão.

O tabuleiro geopolítico e a contenção da China

O subtexto da operação na Nigéria dialoga com a nova orientação do aparato de defesa dos EUA, influenciada por nomes como Elbridge Colby. A tese central é a competição sistêmica entre grandes potências, tratando a África como uma fronteira estratégica na disputa sino-americana. Ao agir sem pedir licença, os EUA sinalizam que não pretendem se submeter a uma ordem multipolar emergente.

O ano de 2026 começa sob a égide de uma política externa iliberal, onde os inimigos são definidos por conveniência narrativa: o terrorismo na Nigéria, o narcoterrorismo na Venezuela e, internamente, imigrantes e minorias. A pergunta que fica para a comunidade internacional é quem será o alvo do próximo anúncio em redes sociais.


Com informações:  ICL Notícias

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Pesquisa Genial/Quaest de 2026 Não Incluirá Jair e Michelle Bolsonaro em Simulações

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O novo levantamento Genial/Quaest, com foco na eleição presidencial de 2026, será divulgado na quinta-feira (18), trazendo uma alteração significativa: a ausência dos nomes do ex-presidente Jair Bolsonaro e de Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro nos cenários eleitorais. O único membro da família testado será o senador Flávio Bolsonaro (PL).


Nova Rodada e Mudança nos Cenários Eleitorais

A pesquisa de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026, realizada pela Quaest em parceria com o banco Genial, terá seus resultados divulgados nesta semana. O levantamento, que será publicado na quinta-feira (18), apresenta uma mudança notável em relação às rodadas anteriores de 2025:

  • Pela primeira vez neste ano, o ex-presidente Jair Bolsonaro não será incluído nas simulações de cenários para 2026.

  • Os nomes de Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro também foram retirados das simulações de voto.

  • O único integrante da família testado será o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Cronograma de Divulgação e Metodologia

Antes dos dados eleitorais, a Quaest divulgará, na quarta-feira (17), os resultados sobre a avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A coleta de dados para o levantamento foi iniciada na quinta-feira passada e encerrada na segunda-feira (15). A pesquisa entrevistou presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, cobrindo todas as regiões do país.

Contexto da Pesquisa Anterior

Na rodada anterior da pesquisa Genial/Quaest, divulgada em novembro:

  • O presidente Lula liderou todos os cenários testados para o primeiro turno de 2026.

  • O nome de Flávio Bolsonaro não estava incluído nas simulações eleitorais apresentadas aos entrevistados.

Em relação à avaliação do governo, a pesquisa anterior havia indicado uma interrupção na trajetória de aumento da aprovação do presidente, um dado que foi divulgado logo após uma operação policial de grande repercussão no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, ocorrida durante o período de coleta daquele levantamento.


Com Informações de:  DCM

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