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Cultura

Djavan: sucesso que marcou gerações, “Flor de Lis” não é sobre o que você imaginou

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O verdadeiro significado da música tem gerado controvérsias desde seu lançamento em 1976

“Flor de Lis”, um dos maiores sucessos de Djavan, foi lançada em 1979 e se tornou um clássico da música brasileira. A canção mistura amor, erros e perdão, e, ao longo dos anos, muitas histórias surgiram sobre sua origem, com fãs tentando entender o que inspirou o cantor.

Uma das versões mais populares sugere que Djavan teria perdido a esposa, Maria, e a filha, Margarida, durante um parto complicado. De acordo com essa história, a música falaria sobre a dor da perda e o luto do cantor. A conexão entre a letra e essa versão parecia bastante forte para muitos.

No entanto, Djavan desmentiu essa teoria em uma entrevista de 2010. O cantor explicou que a música não tem relação com um evento pessoal específico. Ele esclareceu que “Flor de Lis” não é sobre morte, mas sobre o fim de um relacionamento, abordando de maneira suave os erros cometidos que podem levar ao término de um amor.

Djavan também comentou que a música não deve ser vista de forma dramática. A intenção dele era falar sobre a despedida de uma relação que não deu certo, sem enfatizar o sofrimento. Para o cantor, a canção traz uma reflexão sobre seguir em frente, mesmo quando as coisas não acontecem como esperado.

Portanto, “Flor de Lis” é uma meditação sobre o fim de um amor e os erros que o acompanham. Djavan não buscou contar uma história trágica, mas sim transmitir a ideia de que, apesar das dificuldades, a vida continua e é possível superar o término de um relacionamento.

Confira abaixo a letra completa da canção

“Flor de Lis” — Djavan

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Valei-me, Deus, é o fim do nosso amor
Perdoa, por favor
Eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei, que amei
Que amei, que amei

Será talvez que minha ilusão foi dar meu coração
Com toda força pra essa moça me fazer feliz?
E o destino não quis me ver como raiz
De uma flor de lis

E foi assim que eu vi nosso amor na poeira
Poeira
Morto na beleza fria de Maria

E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu

Valei-me, Deus, é o fim do nosso amor
Perdoa, por favor
Eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei?
Eu só sei que amei, que amei
Que amei, que amei

Será talvez que minha ilusão foi dar meu coração
Com toda força pra essa moça me fazer feliz?
E o destino não quis me ver como raiz
De uma flor de lis

E foi assim que eu vi nosso amor na poeira
Poeira
Morto na beleza fria de Maria

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E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu

E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria, nem margarida nasceu.


Fonte: Revista Fórum

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1 comentário

1 comentário

  1. 9zofr

    07/07/2025 em 04:42

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Cultura

Caixa anuncia projetos selecionados para a programação de suas unidades culturais pelos próximos dois anos

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O processo de seleção pública da Caixa Cultural para 2026 e 2027 investirá R$ 120 milhões na produção e circulação de 226 projetos que se desdobrarão em 402 temporadas em oito capitais brasileiras.


A Caixa Econômica Federal (CAIXA) divulgou nesta sexta-feira (12) os projetos selecionados para a programação das oito unidades da Caixa Cultural em Belém, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O investimento total para o período de 2026 e 2027 será de R$ 120 milhões.

Ao todo, 226 projetos foram selecionados entre 5.831 inscritos e contemplam segmentos como artes visuais, cinema, dança, música, teatro e vivências. Todos os projetos selecionados incluem medidas de acessibilidade.

O presidente da CAIXA, Carlos Vieira, destacou o papel do banco na promoção do acesso à cultura e na valorização da diversidade artística. O investimento visa “transformar vidas, dinamizar a economia e fortalecer a cadeia produtiva da cultura no país”.

Circulação e Impacto Econômico 💰

Dos 226 projetos totais, 82 acontecerão em mais de uma unidade da Caixa Cultural, o que demonstra o compromisso com a circulação da produção cultural pelo Brasil. Com isso, os projetos selecionados se desdobrarão em 402 temporadas em todo o país.

As estimativas indicam que a execução desses projetos tem potencial para gerar 19.333 postos de trabalho diretos e indiretos, contribuindo para a economia local de cada cidade onde as ações serão realizadas.

Em novembro de 2025, as unidades da Caixa Cultural ultrapassaram a marca de um milhão de visitantes, totalizando mais de 1,1 milhão até o momento.

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A lista completa dos projetos selecionados está disponível no site da Seleção CAIXA Cultural.


Com informações: Assessoria de Imprensa da CAIXA

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Cultura

De Lula a Emmanuel Macron, obras de arte do “pintor dos Orixás” Ed Ribeiro são destaque entre autoridades internacionais

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O artista baiano, que desenvolveu a técnica autoral do “derramamento de tinta”, consolida sua presença no circuito das belas Artes, representando a ancestralidade afro-brasileira para presidentes, músicos e autoridades

O artista plástico baiano Ed Ribeiro, amplamente conhecido como o “pintor dos orixás”, consolidou sua reputação internacional por meio de uma técnica de pintura singular que ele chama de “derramamento de tinta”. Sem utilizar pincéis ou instrumentos tradicionais, o pintor de Catu guia tintas diretamente sobre superfícies horizontais, tornando-se uma voz influente na representação de entidades de matriz africana.

A técnica inovadora, desenvolvida por Ed que começou a pintar aos 52 anos, abriu caminho para uma produção que rapidamente ultrapassou fronteiras.

Reconhecimento Político e Cultural

A arte de Ed Ribeiro é colecionada por um grupo seleto de personalidades públicas no Brasil e no exterior:

  • Política: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva possui uma tela de Xangô, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin detém uma obra de Iemanjá. O senador Jaques Wagner e sua esposa, Fátima Mendonça, também colecionam obras do artista (Oxalá e Santa Bárbara; Iansã, respectivamente).

  • Diplomacia: Em um evento diplomático na embaixada da França em Salvador, Ed Ribeiro presenteou o presidente francês Emmanuel Macron com a obra São Jorge, criada especialmente com as cores da França. O encontro reforçou o diálogo cultural entre os países.

  • Música e Literatura: O impacto do artista é sentido também entre músicos e escritores. Ivete Sangalo guarda uma representação de Oxóssi, Carlinhos Brown possui quatro telas, e Paulo Coelho é dono de uma obra dedicada a São Jorge.

Distinções Internacionais

Aos 73 anos, Ed Ribeiro acumula prestígio internacional, com prêmios que consolidam sua posição como um artista inovador, incluindo:

  • Título Honoris Causa e Prêmio Lusofonia (2025), ambos conquistados recentemente em Portugal.

  • Medalha de ouro pela sociedade Brasileira das Belas Artes.

  • Premiação pela academia de Arte, Ciências e Letras de Paris em 2010.

O pintor expressou gratidão: “Espero continuar levando a ancestralidade e a cultura afro-brasileira para cada vez mais pessoas, mostrando a força e a beleza de nossas raízes”.


Com informações: Assessoria de Imprensa, criativospr

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Cultura

Companhia Ensaio Aberto recebe Benedita da Silva para debater a cultura no Brasil e no Rio de Janeiro

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O evento “Um papo com Bené”, com a deputada federal, será realizado no armazém da Utopia e terá como foco a retomada e o avanço de políticas públicas estruturantes para o setor cultural, como a lei Aldir Blanc

A companhia Ensaio Aberto receberá a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), conhecida como Bené, para um debate sobre as perspectivas da cultura para o Rio de Janeiro e o Brasil. O evento, intitulado “Um papo com Bené”, acontecerá nesta segunda-feira (15/12), a partir das 19h, no armazém da Utopia (Armazém 6 do Cais do Porto), com entrada gratuita (sujeito à lotação).

A trajetória política de Benedita da Silva inclui contribuições significativas para o setor cultural, como a autoria do projeto de Lei 1.075/2020, quando presidia a comissão de Cultura da Câmara dos Deputados. Esse projeto foi sancionado e deu origem à lei 14.399/2022, que estabeleceu a política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). A PNAB preconiza a parceria entre a União, os estados, os municípios e a sociedade civil, promovendo o respeito à diversidade, a democratização e a universalização do acesso à cultura no Brasil.

Para o Rio de Janeiro, a deputada defende propostas como o incentivo à criação de editais, a valorização das práticas culturais e o apoio à rede de lonas culturais (teatros de arena cobertos que promovem peças, shows e oficinas). Na pauta de Bené ainda está a garantia do uso prioritário dos recursos do Fundo Municipal de Cultura para programas que valorizem a diversidade cultural e o incentivo ao carnaval e sua cadeia produtiva.

Tuca Moraes, atriz e produtora, destacou a importância do evento: “Superamos o momento em que o ministério da Cultura foi devastado, no governo anterior, e agora precisamos avançar com políticas públicas estruturantes para o setor cultural. Bené, que foi presidente da comissão de Cultura da Câmara dos Deputados, é uma figura estratégica…”.


Com informações: Revista Fórum

 

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