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Enem 2024: inscrição é prorrogada; veja novo prazo divulgado pelo MEC

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Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, data foi estendida para que mais estudantes se inscrevam; entenda

O prazo para as inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024 foi estendido até o dia 14 de junho pelo Ministério da Educação (MEC). Inicialmente, as inscrições se encerrariam à meia-noite desta sexta-feira (7). O anúncio foi feito pelo pelo ministro da Educação, Camilo Santana, em visita ao Rio Grande do Sul.

“Estudantes do Rio Grande do Sul e de todo o Brasil agora têm mais uma semana para se inscrever pela Página do Participante. Os concluintes do ensino médio em escola pública não pagam taxa de inscrição”, disse. A data limite para o pagamento da taxa de inscrição foi estendida até o dia 19 de junho e o valor permanece o mesmo: R$ 85.

O Enem é considerado a via principal para o acesso à educação superior no país, especialmente em instituições federais. Além disso, a participação no exame possibilita aos estudantes a elegibilidade para programas de bolsas de estudo e financiamento estudantil. O edital do Enem 2024 pode ser consultado no site do Inep.

As provas do Enem 2024 serão realizadas nos dias 3 e 10 de novembro. No primeiro dia, os candidatos farão as provas de Linguagens e Códigos (Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Espanhola) e Ciências Humanas e suas Tecnologias (História, Geografia, Sociologia e Filosofia). Já no segundo dia, será a vez das provas de Matemática e Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Física, Química e Biologia).

Veja o cronograma completo:

Inscrições:
  • Período: 27 de maio a 14 de junho de 2024
Pagamento da taxa de inscrição:
  • Prazo: 27 de maio a 12 de junho de 2024
Nome Social:
  • Solicitação: 27 de maio a 14 de junho de 2024
Atendimento Especializado:
  • Solicitação: 27 de maio a 14 de junho de 2024
Respostas dos Atendimentos Especializados:
  • Data: 17 de junho de 2024
Recurso para pedidos negados:
  • Prazo: 17 a 21 de junho de 2024
Resultado dos recursos:
  • Data: 27 de junho de 2024
Locais de prova:
  • Data: A definir
Aplicação do Enem:
  • Datas: 3 e 10 de novembro de 2024
Gabarito:
  • Data: 20 de novembro de 2024
Resultado Final:
  • Data: 13 de janeiro de 2025
Como se inscrever:

Para realizar a inscrição no Enem 2024, os candidatos devem visitar o portal oficial do exame enem.inep.gov.br/participante:

1. Informe seus dados pessoais:
  • Tenha em mãos o número do seu CPF para digita-lo corretamente no sistema;
  • Informe sua data de nascimento completa, sem erros.
2. Preencha seus dados de contato:
  • Forneça um endereço de e-mail válido e único, que será utilizado pelo Inep para enviar informações importantes sobre o exame;
  • Informe um número de telefone fixo e/ou celular válido para contato.
3. Escolha o local da prova:
  • Indique o estado onde você deseja realizar o exame;
  • Selecione o município dentro do estado escolhido onde você prefere fazer a prova.
4. Defina a língua estrangeira:
  • Escolha a língua estrangeira (inglês ou espanhol) na qual você deseja realizar a prova de Língua Estrangeira.
5. Crie seu cadastro e senha:
  • Acesse o site https://enem.inep.gov.br/participante/#!/ para criar um cadastro e senha de acesso. Essa senha será utilizada na Página do Participante;
  • Anote sua senha em um local seguro, pois você precisará dela para diversas etapas importantes da inscrição.
6. Verifique seus dados e anexe sua foto:
  • Revise atentamente todas as informações inseridas, incluindo o Questionário Socioeconômico;
  • Você terá a opção de anexar uma foto atual, nítida e individual, seguindo as orientações fornecidas;
  • Após concluir a inscrição, confirme se todos os dados estão corretos e completos;
  • Acesse a Página do Participante para acompanhar a situação da sua inscrição e realizar outras ações importantes.

A data de disponibilização do cartão de confirmação será anunciada e estará acessível na página do participante. Este cartão fornecerá detalhes como o número de inscrição, a data, a hora e o local do exame, os atendimentos especializados disponíveis, o tratamento pelo nome social (se solicitado e aprovado), e a escolha da língua estrangeira. As cidades onde o Enem 2024 será aplicado serão anunciadas tanto no sistema de inscrição quanto no Portal do Inep.


Fato Novo com informações: Revista Fórum

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Avaliação positiva de Lula sobe de 33% para 37%, diz Ipec

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Já quem classifica a gestão petista como negativa variou dentro da margem de erro de 32% para 31%

avaliação positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu de 33% para 37%. Já quem classifica a gestão petista como negativa variou, dentro da margem de erro, de 32% para 31%, segundo pesquisa Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) divulgada nesta quinta-feira (11/7).

Ainda segundo o levantamento, 31% dos entrevistados avaliaram o governo como regular e 2% não responderam. Para a pesquisa, foram ouvidas 2 mil pessoas com 16 anos ou mais em 129 municípios brasileiros, entre 4 a 8 de julho. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos.

O índice de avaliação positiva de Lula é mais presente em quem declara ter votado no presidente em 2022 (66%); moradores da região Nordeste (53%); eleitores com 60 anos ou mais (48%); menos instruídos (48%); quem tem renda familiar de até 1 salário mínimo (48%); e os católicos (44%).

Em contrapartida, a avaliação negativa da gestão petista é mais comum em quem declara ter votado no ex-presidente Jair Bolsonaro na eleição de 2022 (61%) e entre os evangélicos (39%).

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Fato Novo com informações: Correio Braziliense

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Haddad: inclusão da carne na cesta básica isenta foi “vitória” de Lula

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Ao lado de Janja, ministro Fernando Haddad disse que “o acesso à proteína animal tem que ser garantido a todos os brasileiros”

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, nesta quinta-feira (11/7), que a inclusão das carnes na cesta básica isenta de impostos na regulamentação da reforma tributária foi uma “vitória” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


“O presidente Lula também teve a sua vitória ontem. Foi muito importante. O presidente Lula tinha feito uma manifestação pública de que a carne tinha que estar na cesta básica, porque, afinal de contas, o acesso à proteína animal tem que ser garantido a todos os brasileiros”, disse Haddad em vídeo gravado nesta quinta com a primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva.


Nós conseguimos vencer a oposição e colocamos a carne na cesta básica”, disse ele.

O tema das carnes ganhou destaque depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ventilar a possibilidade de isentar, pelo menos, o frango. O setor do agronegócio também fez pressão pela inclusão da proteína animal. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), manifestou-se contra a sugestão.

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O relator do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 68/2024, que trata da reforma tributária, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), inicialmente não tinha incluído as carnes na cesta básica isenta, mas voltou atrás e disse aceitar a inclusão das proteínas animais na lista de itens livres de impostos.

Como o texto-base já havia sido votado, a inclusão ocorreu via destaque, uma proposta de alteração do texto principal, apresentado pelo PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, que precisou ser votado para a inclusão das carnes na cesta isenta de tributos. A mudança também incluiu derivados, o que abrange diferentes tipos de queijos.

Foram 477 deputados favoráveis ao destaque, três contrários e houve duas abstenções. Agora, o texto segue para o Senado Federal, que deverá votá-lo no segundo semestre.

Impacto

Pelos cálculos da Receita Federal, a inclusão da proteína animal terá impacto de 0,53 ponto percentual (p.p.) na alíquota. Já pelo modelo do Banco Mundial, que é ligeiramente diferente daquele do governo, o impacto é de 0,57 p.p. A taxa – considerada padrão para os impostos e, de acordo com o texto atual, sem a isenção das carnes – hoje é estimada em 26,5%.


Fato Novo com informações: Metrópoles

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Vereadores: a “divisão de base” do sistema político brasileiro

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Uma das demandas que há décadas figurou na lista de mudanças importantes no sistema político brasileiro é o fim das coligações proporcionais

A possibilidade de vários partidos se coligarem para disputar cadeiras no Legislativo resultou em uma distorção na identificação do eleitorado com os partidos, como se o eleitor fosse capaz de ser base social e ideológica ao mesmo tempo de uma dúzia de organizações.

A aprovação do fim das coligações proporcionais ocorreu no Senado em 2017, com a vitória unânime da proposta de emenda à Constituição (PEC 33/2017), que entrou em vigor a partir das eleições de 2020. O objetivo dessa medida foi inibir o peso dos “puxadores de voto”, aqueles candidatos que, ao serem eleitos, conseguiam arrastar outros candidatos com votações insignificantes de partidos menores.

No entanto, o principal impacto da medida foi colocar os eleitores frente a frente com os partidos, ou seja, há uma intenção explícita de fortalecer a relação de representação entre eleitos, partidos e sociedade civil, combatendo a frágil identidade dos brasileiros com os partidos políticos. A série histórica de pesquisas de opinião aponta que o Partido dos Trabalhadores (PT) tem sido o principal partido a ter apoio e preferência significativos na sociedade. Em pesquisa realizada pela Atlas Intel em março deste ano, o PT foi apontado como o partido preferido por 34,6% dos entrevistados. Em seguida, apareceu a opção ‘nenhum’, mencionada por 25,1% dos eleitores, mesmo percentual que mencionou o Partido Liberal (PL), representante do bolsonarismo nos últimos anos.

O fim das coligações proporcionais deve ser analisado quanto ao seu potencial de aumentar a relação dos eleitores com os partidos. O efeito estratégico imediato em 2020 foi o aumento no número de candidaturas a vereador no Brasil. Conforme o gráfico abaixo, nas eleições de 2016 tivemos 437.410 candidaturas aptas a vereador no país, e em 2020, esse número aumentou para 489.600, um acréscimo de 11,93%, motivado principalmente pela necessidade dos partidos de lançarem mais candidatos para formar chapas individuais mais competitivas.

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De fato, a consequência imediata do fim das coligações proporcionais foi uma diminuição do número de partidos representados nas câmaras municipais e uma reconfiguração das estratégias eleitorais, já que os partidos menores perderam a vantagem de se coligar com legendas maiores para garantir cadeiras. Estudos sobre o impacto dessa mudança indicam que, embora tenha havido uma redução no número de partidos, a competitividade eleitoral aumentou, levando os partidos a se fortalecerem internamente, o que depende como evidência do aumento no lançamento das candidaturas a vereador, conforme estudo recente dos cientistas políticos Graziella Testa e Tiago Matheus (leia aqui).

Há mais um fator fundamental: as candidaturas a vereador são a “divisão de base” da carreira política, logo, as estratégias de ambição política passam pelas candidaturas ao legislativo municipal. Mesmo quando um ex-vereador se torna deputado estadual, em geral, mantém a ocupação do mandato com um nome aliado para a disputa seguinte. De maneira geral, as eleições de 2024 testarão a capacidade de os partidos estabilizarem um padrão de competição em torno da disputa dos legislativos municipais. Aumentaremos ou diminuiremos o número de candidaturas em 2024?


Fato Novo com informações: Congresso em Foco /  e 

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