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Estudantes da rede pública participam de projeto da Escon /TCDF para debater consciência cidadã e controle social

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Os alunos forma saudados pelo presidente do TCDF, conselheiro Manoel de Andrade, e pelo diretor da Escola de Contas, conselheiro Renato Rainha

Na última quinta e sexta-feira (22 e 23 de maio), o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) recebeu alunos do 5º ano da Escola Classe 04 e da Escola Classe 06 do Cruzeiro para discutir a importância do controle social. A visita faz parte do projeto “TCendo o Futuro”, que tem como objetivo desenvolver a consciência cidadã em crianças e jovens.

Na chegada, os estudantes foram recepcionados pelos monitores e instrutores da Escola de Contas e acompanhados até o plenário da Corte. No local, foram saudados pelo presidente do TCDF, conselheiro Manoel de Andrade, e pelo diretor da Escola de Contas, conselheiro Renato Rainha.

O presidente da Corte enalteceu o projeto, destacando seu papel na formação cidadã dos estudantes. “Aqui no Tribunal de Contas, cuidamos das contas públicas — aquelas que precisam ser bem administradas para que sobre dinheiro para escolas, hospitais, transporte, segurança, lazer e esporte. Vocês são muito bem-vindos aqui. Essa experiência, que consiste em dialogar com os jovens e as escolas, vai gerar muitos frutos positivos para todo o Distrito Federal”, afirmou.

O regente da Escola de Contas também destacou o caráter pedagógico do projeto. “Que honra receber vocês aqui, que alegria para o Tribunal! Hoje vocês vão aprender como o dinheiro público deve ser cuidado e aplicado com honestidade e competência, para garantir boas escolas, hospitais de qualidade, parquinhos seguros e a geração de empregos para todos nós”, ressaltou.

Durante os dois dias de visita, os estudantes participaram de um mini tour guiado por setores estratégicos da Casa, como o Memorial do TCDF, a Biblioteca e os gabinetes da Presidência da Corte e do regente da Escola de Contas, conselheiro Renato Rainha.

Ao longo da visita, os alunos participaram de oficinas práticas e dinâmicas, com o uso de dinheiro fictício para compreender o funcionamento dos tributos e sua aplicação em políticas públicas.
Para a diretora da Escola Classe 6, Elisangela Nascimento de Andrade, a iniciativa desperta nas crianças a consciência sobre o cuidado com os recursos públicos. “Tenho certeza de que as crianças vão sair daqui sabendo que tudo o que compramos recolhemos impostos, que depois retornam para a população por meio dos serviços públicos, e que as coisas públicas não são de graça — elas existem porque a população pagou esses impostos”, elogiou.

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Na ocasião, os alunos também fizeram simulações das inspeções como auditores de controle externo e, em outro momento, atuaram como conselheiros em uma sessão plenária da Corte, vestindo togas, ao participarem de uma dinâmica de fiscalização e julgamento.

O TCendo o Futuro é um projeto que faz parte de uma parceria com a SEE/DF, com duração inicial de cinco anos, com o objetivo de fortalecer o papel do TCDF na formação de cidadãos conscientes e comprometidos com o interesse público.

Confira no link as fotos do projeto TCendo o Futuro:
https://drive.google.com/drive/folders/11c1oLpscGvboSeMquVVtFVZfLf5P61nn?usp=sharing


Fonte: TCDF

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1 comentário

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  1. vorbelutrioperbir

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Invasão e suspeita de fraude documental mobilizam PM Ambiental na DF-250

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Polícia Militar interrompe limpeza de lote em área rural do Paranoá após denúncia de invasão e confisca documentos conflitantes apresentados pelos envolvidos

Uma denúncia de invasão de propriedade privada e possível falsificação de documento público desencadeou uma operação da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) em uma área rural localizada na DF-250, na região de Sobradinho dos Melos, no Paranoá. A ocorrência, registrada na manhã desta segunda-feira (15), mobilizou equipes especializadas do Grupamento de Operações no Cerrado (GOC) e do Batalhão de Policiamento Militar Ambiental.

Ao chegar ao quilômetro 8,5 da rodovia, os policiais se depararam com uma movimentação incomum no local. Uma máquina do tipo bob cat e um caminhão caçamba realizavam serviços de limpeza em um lote rural cuja posse passou a ser contestada. Diante do cenário de conflito fundiário e da atividade em curso, os militares interromperam imediatamente os trabalhos e iniciaram o procedimento de abordagem.

Documentos conflitantes levantam suspeita de fraude

Durante a fiscalização, o operador da máquina alegou que o terreno pertencia ao padrasto de sua irmã. No entanto, a situação se tornou complexa quando a solicitante da ocorrência (a suposta proprietária da área) e os responsáveis pela execução do serviço apresentaram documentos distintos para comprovar a posse e a autorização dos trabalhos.

A divergência e o conflito nas informações documentais levantaram fortes suspeitas sobre a legalidade da ocupação e dos papéis apresentados. A equipe da PM Ambiental iniciou a avaliação dos documentos, constatando indícios de possível irregularidade e fraude.

Para evitar prejuízos maiores à área e garantir a integridade da investigação, a equipe do GOC optou por conduzir todas as partes envolvidas para uma delegacia de polícia.

Todos os envolvidos, incluindo a solicitante e os responsáveis pela operação da máquina e do caminhão, foram encaminhados à 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá). O caso foi formalmente registrado para que a Polícia Civil do Distrito Federal possa investigar a fundo as alegações de invasão de propriedade privada e a suspeita de falsificação de documento público apresentada pelos envolvidos. A investigação visa determinar a real propriedade da área e a legalidade das ações que estavam sendo executadas.

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Com informações: Jornal de Brasília.

 

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Merenda escolar do DF terá 148 toneladas de peixe em 2026

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Chamada pública da Seagri-DF destina R$ 5,3 milhões para adquirir filé de tilápia da agricultura familiar, reforçando segurança alimentar de 455 mil estudantes

A Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal (Seagri-DF) lançou a Chamada Pública nº 03/2025 para a aquisição de uma quantidade expressiva de filé de tilápia sem pele. O objetivo é integrar o pescado, produzido por agricultores familiares locais, na alimentação escolar da rede pública do Distrito Federal a partir de 2026.

A iniciativa, inserida no Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF), prevê a compra de 148,3 mil quilos de peixe congelado. O investimento estimado é de R$ 5,3 milhões, refletindo o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em fortalecer a agricultura familiar e, ao mesmo tempo, elevar a qualidade nutricional da merenda.

Reforço na alimentação de 455 mil alunos

O volume adquirido será incorporado aos cardápios do Programa de Alimentação Escolar do Distrito Federal (PAE-DF). Este programa atende cerca de 455 mil estudantes distribuídos em 689 unidades escolares, abrangendo tanto a rede urbana quanto a rural, além de entidades filantrópicas conveniadas.

Atualmente, o PAE-DF é responsável pela distribuição de aproximadamente 490 mil refeições diariamente ao longo dos 200 dias letivos anuais. A introdução do filé de tilápia visa diversificar as opções proteicas oferecidas aos alunos, contribuindo para uma dieta mais completa e balanceada.

Segundo Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, a priorização do agricultor familiar garante que o recurso público circule dentro do próprio Distrito Federal.

“Ao priorizar o agricultor familiar, o recurso permanece no Distrito Federal, movimentando pequenas propriedades e fortalecendo toda a cadeia produtiva,” afirmou o secretário.

João Ricardo Soares, subsecretário de Políticas Sociais Rurais, Abastecimento e Comercialização, ressaltou que a medida proporciona previsibilidade ao produtor e segurança alimentar aos estudantes durante todo o ano letivo.

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Quem pode participar e como se candidatar

Podem participar da chamada pública diversos grupos, desde que cumpram os requisitos legais estabelecidos para a agricultura familiar. A seleção inclui:

  • Agricultores familiares e empreendedores familiares rurais.

  • Povos e comunidades tradicionais.

  • Beneficiários da reforma agrária.

  • Cooperativas e associações.

O edital estabelece um limite de fornecimento de até R$ 120 mil por unidade familiar.

Os critérios de seleção visam incentivar a produção local e a inclusão social, dando prioridade a fatores como a localização do produtor no DF, a modalidade de participação, o percentual de mulheres fornecedoras e a regularidade da emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ou do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) no Distrito Federal.

A entrega da documentação necessária, juntamente com a proposta técnica de venda, deve ser realizada até o dia 29 de dezembro, podendo ser feita presencialmente na sede da Seagri-DF ou enviada via Sedex ou carta registrada. O resultado final será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Logística e transparência na gestão

A logística de entrega dos peixes congelados foi planejada para garantir a qualidade e a segurança alimentar. As entregas ocorrerão ao longo de 2026, com previsão de seis a sete períodos de distribuição, diretamente nas unidades escolares, seguindo um cronograma específico da Secretaria de Educação.

Lúcio Flávio da Silva, diretor de Compras Institucionais da Seagri-DF, destacou que a aquisição reforça a transparência e a organização dos processos de compras públicas, ampliando as oportunidades para os produtores locais.

A iniciativa segue a tendência de aprimoramento das políticas públicas no Distrito Federal. Recentemente, a Secretaria de Educação também anunciou a inclusão de mel na merenda escolar a partir de 2026, em substituição ao açúcar refinado, reforçando o foco em alternativas mais saudáveis e a integração com a produção agropecuária local.

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Com informações: Agência Brasília, Seagri-DF e Secretaria de Educação do DF

 

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João Miguel: Menino volta a andar após ataque em Planaltina

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Criança de 10 anos surpreende equipe médica e caminha no Hospital de Base após sair do coma; vídeo emociona e família aguarda alta ainda nesta semana.

Uma cena de superação e alívio marcou os corredores do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) nesta semana. João Miguel, o menino de 10 anos que foi vítima de um ataque brutal com faca em Planaltina de Goiás, apresentou uma recuperação surpreendente. Nesta segunda-feira (15), apenas oito dias após o crime que chocou a região do Entorno, a criança foi filmada caminhando e interagindo com familiares, demonstrando uma evolução clínica considerada rápida pela equipe médica.

O registro em vídeo, feito pela família, mostra o garoto de pé, dando passos firmes nos corredores da unidade de saúde, um contraste absoluto com o estado crítico em que deu entrada na emergência no dia 7 de dezembro. Na gravação, João Miguel tranquiliza amigos e parentes com uma mensagem simples, mas carregada de significado: afirma que está “tudo bem”.

Recuperação após o coma e expectativa de alta

A evolução do quadro de saúde de João Miguel tem sido monitorada de perto desde a sua extubação, realizada na última quarta-feira (10), quando ele saiu do coma induzido. O pai da criança, emocionado com os primeiros passos do filho fora do leito, celebrou o momento: “Graças a Deus que meu filho está aqui!”.

A família agora vive a expectativa do retorno para casa. Segundo os relatos colhidos no hospital, há uma previsão otimista de que a alta médica possa ocorrer ainda no final desta semana, dependendo da manutenção da estabilidade clínica e da cicatrização dos ferimentos.

O processo de recobrar a consciência foi gradual. Ao despertar da sedação no dia 10, ainda desorientado pelos efeitos dos medicamentos, a primeira reação do menino foi perguntar à mãe: “Que dia é hoje?”. A pergunta marcou o início de sua reconexão com a realidade após dias lutando pela vida na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A dinâmica do crime: De uma partida de futebol à tragédia

O caso que resultou na internação de João Miguel ocorreu na tarde de domingo, 7 de dezembro, em Planaltina de Goiás. De acordo com as investigações e relatos de testemunhas, a motivação para uma violência tão desproporcional teria sido uma discussão banal durante uma partida de futebol entre a vítima e um adolescente.

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A reconstrução dos fatos aponta que, após o desentendimento inicial no jogo, o adolescente teria arquitetado o ataque. Mais tarde, enquanto João Miguel brincava com primos em um terreno baldio, o agressor se aproximou. Demonstrando irritação, ordenou que o menino descesse de um pé de manga onde estava empoleirado.

O ataque foi imediato e traiçoeiro. Assim que João tocou o chão, foi golpeado diversas vezes com uma faca. Os ferimentos foram profundos e atingiram regiões vitais: pescoço, costas e pulmão. A gravidade das lesões pulmonares foi o principal fator que levou à necessidade de intubação e coma induzido nos dias subsequentes.

O pedido de socorro e o trauma familiar

Apesar da gravidade dos ferimentos e da intensa perda de sangue, o instinto de sobrevivência de João Miguel foi determinante. Ensanguentado, o menino conseguiu correr de volta para casa, onde encontrou a mãe retornando do mercado. O relato do encontro é dramático: ao cair nos braços da mãe, a criança conseguiu apenas dizer que estava sentindo “muito frio” — um sintoma clássico de choque hipovolêmico, que ocorre quando o corpo perde grande quantidade de sangue e a temperatura corporal cai drasticamente. Em seguida, ele desmaiou.

Gean Lucas, irmão mais velho da vítima, relatou que a mãe tentou estancar a hemorragia com um pano enquanto pedia socorro desesperadamente na rua. Um motorista que passava pelo local prestou o auxílio inicial, levando a criança à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Planaltina de Goiás.

Devido à complexidade do quadro, João precisou ser transferido com urgência para o Hospital Regional de Sobradinho (HRS), no Distrito Federal. Lá, foi submetido a uma cirurgia de emergência que durou quase cinco horas, além de receber transfusões de sangue para repor o volume perdido. Posteriormente, foi encaminhado ao Hospital de Base para recuperação pós-cirúrgica especializada.

Situação do agressor e investigações

Enquanto a família celebra a vida de João Miguel, as autoridades policiais seguem trabalhando no caso. O autor do crime, identificado como um adolescente, evadiu-se do local logo após o ataque. Até o fechamento desta reportagem, o jovem continuava foragido.

O caso está sendo tratado pelas autoridades competentes sob a luz do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), dada a idade do agressor. A polícia de Planaltina de Goiás mantém as diligências para localizar o suspeito e esclarecer todos os detalhes que levaram à tentativa de homicídio motivada por uma disputa esportiva infantil.

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A comunidade local segue acompanhando o caso, agora com um sentimento de alívio pela recuperação da vítima, mas ainda cobrando respostas sobre a apreensão do responsável pelo ato infracional.


Com informações: Metrópoles.

 

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