Palco montado pelo GDF no coração da capital do país contou com a apresentação de líderes religiosos e do renomado cantor gospel Eli Soares
Fieis e lideranças religiosas estiveram reunidos na manhã deste domingo (21), no palco principal montado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) na Esplanada dos Ministérios, para uma celebração evangélica que marcou o início do último dia de festividades em comemoração aos 65 anos de Brasília.
Presente na celebração evangélica, a vice-governadora Celina Leão destacou o simbolismo do momento: “Queríamos entregar, nessa manhã, o Distrito Federal para o Senhor Jesus. Essa cidade que foi profetizada, que tem um povo de joelhos por ela. É simbólico estar aqui, no centro do país, na capital da República, para orarmos”, disse.
Na ocasião, Celina Leão lembrou que o GDF trabalha na regularização de igrejas e templos religiosos: “Esse é o governo que mais trabalhou pela regularização dos templos, que mais entregou escritura”.
“A diversidade da nossa sociedade, seja religiosa ou cultural, é sempre muito respeitada pelo nosso governo. Nós começamos hoje dia celebrando uma missa e agora tivemos esse momento também para a comunidade evangélica, que sempre teve o nosso respeito”, completou a gestora.
Celina Leão reforçou o simbolismo da cerimônia: “Queríamos entregar, nessa manhã, o Distrito Federal para o Senhor Jesus. Essa cidade que foi profetizada, que tem um povo de joelhos por ela”
Fé e música
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A cerimônia religiosa foi intercalada com a apresentação do cantor gospel Eli Soares, atração que abriu o dia de shows com uma performance marcada por emoção e louvores.
Reconhecido como um dos principais nomes da música cristã contemporânea no Brasil, Eli é mineiro de Belo Horizonte e já colaborou com artistas como Alexandre Pires e Mumuzinho. Em 2024, foi vencedor do Grammy Latino com o álbum Vida, consolidando-se como um artista que une gospel, soul, R&B e MPB em seu repertório.
O analista Gabriel Santana, 24 anos, comemorou a oportunidade de ver o ídolo de perto. Chegou cedo e garantiu lugar próximo ao palco. “Estava esperando há bastante tempo por isso. Sou uma das pessoas que mais ouve Eli Soares no Brasil e estava bem animado para essa oportunidade. Acho muito importante dar esse espaço para os cantores gospel no aniversário de Brasília”, avaliou.
Além de Eli Soares, a programação traz outros nomes de peso, como a banda brasiliense Menos É Mais e a dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, que aproveitará a ocasião para gravar um novo conteúdo audiovisual. As apresentações estão previstas para terminar na madrugada desta terça-feira (22), com um espetáculo pirotécnico que marca o encerramento oficial das celebrações à capital.
A apresentação do cantor gospel Eli Soares, reconhecido como um dos principais nomes da música cristã contemporânea no Brasil, atraiu uma multidão de fãs para o palco principal montado pelo GDF
Vai de Graça
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Assim como foi no Carnaval, a Semana Santa e o aniversário de Brasília contam com o programa Vai de Graça. Desde quinta-feira (17), os ônibus e o metrô rodam com entrada gratuita. Em relação aos horários, os coletivos operaram de acordo com a tabela de domingos e feriados e o metrô funciona das 9h às 23h30.
Os passageiros podem utilizar Cartão Mobilidade, Vale-Transporte, PcD, Idoso ou Passe Livre Estudantil para a liberação automática na catraca – para quem não tem nenhuma das opções, podem ser utilizados cartões de crédito e débito, sem qualquer cobrança. Cobradores e fiscais estão orientados a auxiliar os passageiros nos ônibus e nas estações de metrô.
Quem fez questão de aproveitar a gratuidade foi a professora Milene Rosa, que trouxe toda a família de Taguatinga Sul para o show do cantor gospel. “A gente veio com a família toda, pegamos o metrô e o ônibus para estarmos aqui”, relatou. “Acho maravilhoso ter espaço para o gospel no aniversário de Brasília. É uma oportunidade única para quem é evangélico”.
Justiça comum acolhe denúncia do MPDFT e decide que crime, ocorrido dentro de unidade militar, será julgado por júri popular por não ter relação com atividades da caserna
O Tribunal do Júri de Brasília aceitou, nesta quarta-feira (7), a denúncia contra o soldado Kelvin Barros da Silva, tornando-o réu pelo assassinato de Maria de Lourdes Freire Matos, de 25 anos. A vítima era cabo temporário músico do Exército e foi morta em 5 de dezembro de 2025. O crime foi classificado como feminicídio por envolver menosprezo à condição de mulher, com agravantes de crueldade e ausência de chance de defesa. Segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o acusado desferiu um golpe de faca no pescoço da jovem e, em seguida, ateou fogo ao corpo, o que resultou também na acusação por destruição de cadáver.
Um ponto central da decisão judicial foi a definição da competência para o julgamento. Embora o assassinato tenha ocorrido dentro de uma organização militar, a Justiça do Distrito Federal acatou o argumento de que o ato não possui vinculação com o desempenho de funções militares. Dessa forma, prevalece a competência constitucional do Tribunal do Júri para crimes dolosos contra a vida, permitindo que o acusado seja julgado pela sociedade em um júri popular. A Justiça Militar da União permanecerá responsável apenas por eventuais crimes conexos de natureza estritamente militar que possam surgir no curso do processo.
Detalhes do caso e qualificadoras
A denúncia detalha a gravidade das ações praticadas pelo agora réu:
Feminicídio: O crime foi motivado por discriminação e menosprezo à condição feminina da vítima.
Crueldade: O MPDFT apontou que o uso de arma branca e a posterior carbonização do corpo demonstram requintes de crueldade.
Impossibilidade de Defesa: A vítima foi atacada de forma a não conseguir reagir ou escapar da agressão fatal.
Ocultação e Destruição: Após a morte, Kelvin ateou fogo ao local para destruir o cadáver e fugiu sem levantar suspeitas imediatas.
Competência da Justiça Comum
A decisão reforça o entendimento jurídico de que crimes contra a vida praticados por militares contra militares, quando motivados por razões pessoais e fora do contexto operacional, devem ser analisados por cidadãos civis. O MPDFT sustentou que o julgamento pelo júri popular é uma forma de a sociedade exercer sua defesa contra atos de extrema violência. Kelvin Barros da Silva responderá ao processo sob a custódia das autoridades, enquanto o caso segue os trâmites para a definição da data do julgamento final.
Justiça de Brasília determinou a restituição integral de valores e o pagamento de danos morais após perícia constatar falta de planejamento e baixa qualidade das próteses
A 6ª Vara Cível de Brasília condenou a empresa Vital Implantes Eireli a indenizar uma paciente e seu marido por danos materiais e morais decorrentes de um tratamento de reabilitação oral mal-sucedido. De acordo com o processo, a paciente passou mais de três anos submetida a diversos procedimentos, incluindo a colocação de próteses e implantes, sem que o serviço fosse concluído de forma satisfatória. As falhas na prestação do serviço resultaram em sequelas físicas e emocionais, impedindo a mulher de se alimentar e dormir adequadamente devido a dores persistentes e próteses provisórias de má qualidade.
Em sua defesa, a clínica alegou que o tratamento seguiu as técnicas adequadas e atribuiu a demora e as intercorrências à culpa exclusiva da paciente, citando atrasos na entrega de exames e períodos de suspensão do tratamento. No entanto, o laudo pericial foi determinante para a sentença, apontando erros graves como a ausência de exames essenciais, falta de prontuário médico e execução técnica deficiente. O juiz concluiu que a insatisfação da paciente foi uma reação legítima a uma sucessão de erros da clínica e determinou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais, além da devolução de todo o dinheiro investido.
Falhas identificadas pela perícia especializada
O laudo técnico destacou pontos críticos que fundamentaram a condenação:
Falta de Planejamento: Ausência de diretrizes claras e comunicação inadequada sobre os riscos e etapas do tratamento.
Deficiência Documental: O prontuário da paciente era inexistente ou incompleto, dificultando o acompanhamento por diferentes profissionais.
Má Qualidade Protética: As próteses entregues apresentavam baixa qualidade e divergiam do que havia sido contratado originalmente.
Negligência Clínica: Omissão de exames indispensáveis para procedimentos complexos de implantes em pacientes com perda óssea.
Resumo da decisão judicial
A sentença do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) estabeleceu:
Rescisão Contratual: O contrato entre as partes foi formalmente encerrado por culpa da clínica.
Restituição Financeira: A Vital Implantes deve devolver todos os valores pagos pela paciente ao longo dos três anos de tratamento.
Danos Morais: Pagamento de R$ 10 mil como compensação pelo sofrimento físico, emocional e pelo descaso no atendimento.
Possibilidade de Recurso: A empresa ainda pode recorrer da decisão em instâncias superiores.
Monitoramento contínuo, uso de drones e tecnologia Wolbachia foram fundamentais para reduzir as notificações de 278 mil para 11 mil em um ano
O Distrito Federal apresentou um balanço epidemiológico altamente positivo ao encerrar o ano de 2025. De acordo com o boletim da Secretaria de Saúde (SES-DF), o número de casos prováveis de dengue entre residentes despencou de 278.019, em 2024, para apenas 11.108 em 2025 — uma redução drástica de 96%. A queda foi observada em todas as regiões de saúde do DF, sendo a faixa etária dos 20 aos 29 anos a que ainda concentra o maior índice de notificações. Das 24.759 suspeitas registradas ao longo do ano, menos da metade foi confirmada como caso provável, evidenciando o sucesso das medidas de controle e prevenção.
Segundo a Vigilância Epidemiológica, o controle da doença foi alcançado graças à atualização rigorosa do plano de contingência para arboviroses e ao investimento em tecnologias de monitoramento. Mais de 1,8 milhão de imóveis foram vistoriados por agentes de saúde, que contaram com o apoio de drones para mapear focos em áreas de difícil acesso e a instalação de milhares de ovitrampas (armadilhas para ovos) para monitorar a densidade populacional do mosquito Aedes aegypti.
Estratégias de combate e tecnologias aplicadas
O combate à dengue em 2025 foi marcado por uma abordagem multifacetada:
Método Wolbachia: Utilização de mosquitos infectados com a bactéria Wolbachia, que impede o vírus da dengue de se desenvolver no inseto, reduzindo a transmissão.
Monitoramento por Drones: Mapeamento de 2.100 hectares em 22 regiões administrativas para identificar acúmulos de água em telhados e lotes vagos.
Vigilância Ambiental: Instalação de 3,2 mil estações de larvicidas e 3,8 mil ovitrampas para controle biológico e estatístico.
Ações Territoriais: Borrifações residuais e visitas domiciliares constantes para eliminação de criadouros.
Alerta para o período de chuvas
Apesar da redução histórica, a Secretaria de Saúde reforça que a população não deve baixar a guarda. Com a chegada do verão, a combinação de calor intenso e chuvas frequentes cria o ambiente ideal para a reprodução do mosquito. A manutenção da limpeza de calhas, vasos de plantas e caixas d’água continua sendo a principal barreira contra novas epidemias. A melhoria na qualidade dos dados coletados em 2025 permite agora que o sistema de saúde antecipe surtos e direcione as equipes de aplicação de inseticida (“fumacê”) com maior precisão cirúrgica.
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