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‘Fé e Fuzil’: Bruno Paes Manso fala sobre novo livro em evento no Armazém do Campo em São Paulo

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'Fé e Fuzil': Bruno Paes Manso fala sobre novo livro em evento no Armazém do Campo em São Paulo

Obra conta a história de ex-criminosos que transformaram suas vidas após tomar contato com a religião

O jornalista e escritor Bruno Paes Manso participará de um bate-papo sobre seu livro A Fé e o Fuzil: Crime e Religião no Brasil do Século XXI nesta terça-feira (23), no novo espaço do Armazém do Campo e Livraria Expressão Popular, nos Campos Elíseos, região central de São Paulo.

Bruno Paes Manso já falou ao Brasil de Fato sobre o seu novo livro em fevereiro, durante entrevista exclusiva ao podcast Três Por Quatro.  A obra reúne relatos de ex-criminosos que transformaram suas vidas após tomar contato com a religião. “São histórias pessoais, de transformação e de crença pessoal. Todo mundo tem a sua”, disse.

Ainda na entrevista, ele explicou como, ao se associar a uma igreja, os sujeitos “recebiam essa possibilidade de transformação, renascendo numa nova identidade religiosa”.

Laureado com o prêmio Jabuti com seu livro anterior, A República das Milícias: Dos Esquadrões da Morte à Era Bolsonaro, Manso é reconhecido jornalista da cobertura sobre o universo do crime, além de ser pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (USP).

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Durante o evento desta terça, o jornalista realizará ainda uma sessão de autógrafos. Mais informações estão disponíveis nas redes sociais, nos perfis de Instagram @comitepopularoficial e @editoraexpressaopopular.

Serviço

Bate-Papo: A Fé e o Fuzil na Política Brasileira
Data: Terça-feira, 23 de abril
Horário: Das 17h30 às 20h
Local: Armazém do Campo / Livraria Expressão Popular – Alameda Nothmann, 806 – Campos Elíseos


Fato Novo com informações: Brasil de Fato

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Cultura

Cine Brasília renova programação com estreias

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Seleção de filmes tem atração infantil, terror e um drama

Como parte da programação de férias, o Cine Brasília preparou a CineSemana, que, até o dia 24, terá quatro estreias em cartaz. As atrações são Greice, de Leonardo Mouramateus; o drama 20.000 Espécies de Abelhas, de Estibaliz Urresola Solaguren, e o terror MaXXXine, de Ti West, além do curta-metragem brasiliense Lubrina, de Leonardo Hecht e Vinícius Fernandes, selecionado para a Chamada Pública de Curtas.

Para o público infantil, a dica é a animação Meu Malvado Favorito 4, de Patrick Delage e Chris Renaud. O filme tem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas por meio do aplicativo MobiLOAD.

Para o público adulto, os longas Greice MaXXXine são opções que transitam entre os gêneros comédia, romance e terror. O primeiro se passa no Brasil e em Portugal e une a vontade de pertencer a algum lugar ao mistério do novo. Já MaXXXine é uma sequência do terror de sucesso X – A Marca da Morte (2022), do mesmo diretor de Pearl (2022), e com a nova queridinha hollywoodiana, a atriz Mia Goth.

Meu Malvado Favorito 4 e MaXXXine possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas por meio do aplicativo MobiLOAD.

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Confira a programação.


Fato Novo com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec)

 

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Cultura

Você sabia? Brasília abriga museu dedicado exclusivamente à história do piano

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O museu possibilita que o visitante conheça alguns instrumentos de diversos países e vivencie a experiência de ver a manutenção de um piano

Você sabia que Brasília abriga um museu do piano? A Casa do Piano fica localizada no Núcleo Rural Córrego da Onça, próximo ao Catetinho, e permite aos visitantes explorar os detalhes desse instrumento fascinante, mergulhando em suas histórias e vivências.

O espaço também se destaca por fabricar peças para o restauro e montagem de pianos dos mais diversos estilos e origens.

As visitas ao museu são conduzidas por Rogério Resende, fundador do projeto que, durante o tour vai destacando a importância histórica de cada piano. Os visitantes têm a oportunidade de ver pianos originais datados a partir de 1850, réplicas de 1831e 1890 (fabricadas na Casa do Piano), e pianolas originais com partituras em rolo de papel.

É possível contemplar, ainda, uma preciosa coleção de miniaturas de pianos, quase mil peças que são cuidadosamente apresentadas pelo anfitrião. É possível, também, visitar a oficina de restauração de pianos, um verdadeiro universo, com demonstração de peças e partes dos pianos que impressionam. As visitas duram entre 1h15 e 1h30.

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“Esse museu é mais um espaço que torna nossa cidade especial. Brasília tem muito a ser visitado, locais especiais. A Casa do Piano tem história, cultura e um trabalho social reconhecido, vale muito a pena ser visitado pelos turistas que chegam na capital”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.


As visitas ao museu são conduzidas pelo Rogério Resende, fundador do projeto

Resende tem seu trabalho reconhecido por todo o Brasil e em diversos países do mundo. As embaixadas de Portugal, Estados Unidos e França estão entre os clientes fixos, e Resende apresenta com orgulho os elogios registrados pelos clientes, alguns estão emolduradas em uma das paredes da Casa do Piano e podem ser conferidos durante a visita.


“Eu fui conhecer piano já com 22 anos. Comecei tocando violão e outros instrumentos, cheguei a trabalhar em hotéis e restaurantes em Brasília. Mas, quando vi um afinador profissional afinando um piano para eu tocar, me encantei com a profissão e achei que daria conta de fazer”, afirma Rogério. “Iniciei uma coleção e achei que os meus pianos precisavam ser contemplados por mais pessoas, daí surgiu a ideia de criar o museu, que agora é a Casa do Piano”, finaliza Resende.


Trabalho social

A Casa do Piano também realiza um importante trabalho social, visando a interação de menores que cumprem medida socioeducativa, introduzindo-os à arte por meio do piano. Em 2023, a Casa do Piano doou oito instrumentos — sete acústicos e um digital — usados no projeto Som nas Teclas, criado em 2022, que oferece aulas de piano para as Unidade de Gestão da Medida Socioeducativa de Internação da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo/Subis/Sejus. O museu também recebe a visita de grupos de menores em cumprimento de medida socioeducativa e escolas.

Com essa iniciativa, Rogério Resende não apenas preserva a história e a técnica do piano, mas também contribui para a transformação social, mostrando que a música pode ser um poderoso instrumento de mudança.

Serviço

Local: Núcleo Rural Córrego da Onça rua C chácara 03 – Núcleo Bandeirante, Brasília
Horário de Funcionamento: de terça a sábado (com agendamento). Período da manhã: 08:30h e 10h. Período da tarde: 14h e 16h.

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Fato Novo com informações e imagens: Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF)

 

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Cultura

Cine Brasília amplia número de sessões acessíveis; próxima será em 13 de julho

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Exibições com recursos de acessibilidade projetados na tela, sala à meia luz e som mais baixo reúnem cerca de 50 pessoas no segundo e no último sábado de cada mês

Desde que o Cine Brasília reabriu as portas ao público, o icônico cinema de rua brasiliense tem trabalhado para ampliar a oferta de sessões acessíveis. As mostras, que são gratuitas, contam com recursos de acessibilidade projetados na tela, sala à meia luz e som mais baixo para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).

A partir deste ano, o espaço amplia o número de sessões acessíveis para duas exibições mensais. O aumento na oferta surgiu após a renovação da parceria, por mais três anos, entre o Cine Brasília, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e a organização da sociedade civil (OSC) Box Cultural.

A próxima mostra acessível será no dia 13 de julho, com a exibição do clássico A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral, em sua versão remasterizada.

Atualmente, uma média de 50 pessoas comparecem às sessões acessíveis do espaço cultural, que acontecem no segundo e no último sábado de cada mês, sempre às 14h. Segundo a diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, a ideia é que, nos próximos três anos, o local ofereça 73 mostras com recursos de acessibilidade.

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“As sessões acessíveis acontecem às 14h por ser um horário que mapeamos como sendo preferencial; a exibição acaba no meio da tarde e é possível ter um deslocamento mais confortável. Essa sessão toda é aberta ao público e gratuita, acontece à meia luz para acomodar pessoas autistas, e com a banda de audiodescrição sincronizada no som principal da sala, legendas descritivas e janelas de Libras coladas na tela”, explica.


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