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LDO é aprovada com previsão de mais de 30 mil cargos e nomeações

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Desenvolvimento com preservação assume centralidade em debate sobre PPCUB

A Lei de Diretrizes Orçamentaria (LDO), com previsão de orçamento de quase R$ 63 bilhões para 2025, foi aprovada nesta terça (25/6), na CLDF

Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta terça-feira (25/6), a Lei de Diretrizes Orçamentaria (LDO) com previsão de orçamento de quase R$ 63 bilhões para 2025, sendo R$ 38 bilhões da Receita Corrente Líquida do DF e R$ 24,5 bilhões do Fundo.

Inicialmente, a redação, de autoria do Executivo, prevê a criação de 447 novos cargos – sendo 10 para o Poder Legislativo e 437 para o Executivo.

A LDO prevê, ainda, nomeação e realização de concursos para 30.786 cargos do Executivo e 121 do Legislativo, além da reestruturação de 311.098 cargos do Executivo e 1.094 do Legislativo.

O número de oportunidades para ingressar no serviço público, porém, pode ser ainda maior em 2025, uma vez que cada deputado pode indicar o correspondente a R$ 50 milhões, por ano, para criação, nomeação, realização de concurso ou para a reestruturação de cargos.

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Conforme consta no projeto, as metas e prioridades do PLDO 2025, que estão alinhadas com o Plano Plurianual (PPA), dizem respeito à saúde, infraestrutura, mobilidade, habitação.

Há, na LDO, a previsão de construção de cinco unidades de saúde, aquisição de mais de 160 milhões de unidades de diversos medicamentos, e fornecimento de mais de sete milhões de refeições para usuários do SUS-DF.

Também está previsto o fornecimento de alimentação para mais de 17 mil presidiários e alimentação escolar para quase 460 mil alunos de escolas e creches públicas. O orçamento prevê, ainda, o transporte de mais de 60 mil alunos e a execução de quase 240 mil metros quadrados de obras no programa Pró-Moradia.

Além disso, o PLDO detalha as despesas de pessoal autorizadas a sofrerem acréscimos, prevendo um aumento de R$ 119 milhões para o Poder Legislativo e mais de R$ 7 bilhões para o Poder Executivo em 2025.


“A proposta de diretrizes orçamentárias converge com determinações do governador Ibaneis que é seguir com investimentos nas áreas prioritárias como saúde, educação e segurança. Por isso, estamos prevendo mais de 30 mil novas nomeações, para recompor quadros e reforçar serviços. É um cenário que deve se repetir quando enviarmos a Lei Orçamentária Anual para o próximo ano. Estamos com pés nos chão, trabalhando e planejando a destinação de cada centavo. A nossa proposta é fazer mais, potencializar os cerca de R$ 62 bilhões que estamos esperando ter em caixa, no próximo exercício. Claro que vamos fazer isto, com responsabilidade e segurança jurídica, acima de tudo!”, diz o secretário de Economia do DF, Ney Ferraz.

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O texto, agora, segue para análise e sanção do governador Ibaneis Rocha (MDB).

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Fato Novo com informações e imagens: Metrópoles

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CLDF

Projeto de Lei quer “blindar” educação básica pública contra privatização

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Texto também alerta sobre os riscos do aprofundamento das desigualdades de ensino e da ameaça à transparência no uso dos recursos públicos na educação

O Vice-Presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Deputado Distrital Ricardo Vale (PT), protocolou na Casa o Projeto de Lei 1.149/2024, que proíbe o governo de terceirizar a gestão pública das escolas na “execução das atividades de ensino, gestão educacional e aprendizagem vinculadas à educação básica pública”. A proposta é uma reação às recentes investidas de alguns governadores que têm discutido propostas prevendo essa interferência em São Paulo e no Paraná.

“É uma medida preventiva. Porque a estratégia é conhecida: sucatear para privatizar e sempre com a promessa de melhoria. A população no DF foi prejudicada com a privatização da Ceb, e o que vemos hoje, na prática, são serviços caros e de qualidade questionável. Precisamos estar atentos e não permitir que serviços básicos sejam comercializados e o Estado fique isento de suas responsabilidades. O Estado não é empresa, seu compromisso é com as pessoas e não com o lucro”, explica Vale.

Segundo a justificativa do PL, “a gestão privada impõe obstáculos e restrições na liberdade para selecionar seus alunos, o que pode resultar em exclusão de estudantes com necessidades especiais, de baixa renda”. O texto também alerta sobre os riscos do aprofundamento das desigualdades no sistema de ensino e da ameaça à transparência em relação ao uso dos recursos públicos destinados à educação.

A ameaça de privatização também provocou a reação do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF). Em junho, a entidade se posicionou em solidariedade a greve dos professores do Paraná e contra a aprovação do Projeto de Lei estadual (PL) 345/2024, de autoria do governo Ratinho Júnior (PSD), pela Alep, que privatiza a gestão administrativa, estrutural e financeira de 204 escolas públicas estaduais.


Fato Novo com informações: Comunicação Ricardo Vale (PT)

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CLDF

Servidores da CLDF terão que fazer curso sobre violência contra a mulher

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Os servidores da Câmara Legislativa do Distrito Federal deverão participar de cursos de aperfeiçoamento sobre a temática da violência contra a mulher

A determinação está prevista na Resolução nº 349/2024, de autoria da deputada Dayse Amarilio (PSB), promulgada pelo presidente da Câmara Legislativa e publicada no Diário da CLDF nesta terça-feira (2). De acordo com a resolução, a participação dos servidores será obrigatória.

Os cursos deverão ser ministrados pela Escola do Legislativo (Elegis), por instrutor reconhecido por seu conhecimento na área, que poderá ser contratado externamente.

Ainda segundo o texto, para os servidores que vierem a ingressar após a publicação da Resolução, o curso deverá ser realizado em um prazo máximo de 70 dias da data de sua posse.

Por sua vez, os servidores que já ocupam os seus cargos deverão realizar o curso de acordo com calendário a ser definido pela Elegis, em até um ano.

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O texto também prevê que, no caso de modificações legislativas sobre a temática da violência contra a mulher, a Escola do Legislativo deverá realizar cursos de aperfeiçoamento para todo o conjunto de servidores da Casa, com periodicidade anual.


Fato Novo com informações: Agência CLDF

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CLDF

Lei inclui o Dia da Advocacia Trabalhista no Calendário Oficial de Eventos do DF

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Ricardo Vale

Foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta segunda-feira (1) a Lei nº 7.509/2024, de autoria do deputado Ricardo Vale (PT)

A norma institui e integra, no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal, o Dia da Advocacia Trabalhista.

A medida havia sido aprovada pela Câmara Legislativa e agora foi sancionada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB).

De acordo com a nova Lei, o Dia da Advocacia Trabalhista será comemorado, anualmente, em 20 de junho.

Além disso, o DF poderá promover, conjuntamente com entidades representativas das advogadas e dos advogados trabalhistas, atividades alusivas à data, na semana em que for celebrado o Dia da Advocacia Trabalhista.

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Fato Novo com informações: Agência CLDF

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