Ligue-se a nós

Ciência

Novo antiviral garante proteção total contra HIV em jovens africanas

Publicado

no

Um novo ensaio clínico na África do Sul, em Uganda, mostrou resultados positivos na luta contra o HIV. O medicamento antiviral de injeção semestral, chamado Lenacaprivir, fabricado pela Gilead Sciences, proporcionou proteção total às jovens mulheres com o vírus.

Anúncio
Continuar Lendo
Anúncio
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ciência

Lei institui licença para mães e pais concluírem cursos acadêmicos

Publicado

no

Por

Prorrogação vale para nascimento ou adoção de crianças por estudantes

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (17), o projeto de lei que prorroga os prazos para estudantes concluírem cursos de graduação ou programas de pós-graduação, como mestrado e doutorado, em caso do nascimento de filhos ou adoção legal de crianças. Pela nova lei, as instituições de educação superior deverão assegurar a continuidade do atendimento educacional e fazer os ajustes administrativos para prorrogar os prazos por, no mínimo, 180 dias. No caso de parentalidade atípica, a lei prevê a ampliação desse prazo. A medida abrange mães e pais.


“Chamamos esse projeto de Mães Cientistas, porque a gente sabe que, muitas mulheres, quando chegam numa determinada fase da vida, têm que decidir se seguem suas pesquisas acadêmicas ou se cuidam dos seus filhos. É uma vitória da ciência brasileira, da educação e das mulheres brasileiras”, destacou a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ), autora do projeto de lei na Câmara dos Deputados.


A prorrogação abrange a conclusão de disciplinas e dos trabalhos finais, como monografias, teses e dissertações, bem como o adiamento das sessões de defesa e a entrega de versões finais dos trabalhos ou realização de publicações exigidas pelos regulamentos das instituições de ensino.

Desafio

Em uma carreira competitiva, como a carreira acadêmica no Brasil, a constante cobrança por produtividade acaba expulsando as mães das universidades e da linha de frente da construção do conhecimento no país.

Anúncio

Segundo dados da Plataforma Sucupira, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a maioria dos estudantes de pós-graduação (54,54%) é mulheres. Mas, os homens são a maioria entre os professores (57,46%), ou seja, são maioria entre os que conseguem chegar ao topo da carreira e assumir um cargo público como docente e pesquisador. As mulheres também são minoria entre os pesquisadores que recebem bolsa produtividade, concedidas no topo da carreira pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), representam 36%.


“As mulheres, quando optam por ser mães, são punidas na entrega de seus trabalhos acadêmicos e perdem pontuação”, destacou a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos. De acordo com a ministra, a pasta instituiu, recentemente, que a avaliação de produtividade do CNPq foi estendida por dois anos no caso da maternidade.


Presidente da Capes, Denise Pires de Carvalho saudou a sanção da lei, “que reconhece a maternidade, durante um período, que é, por si só, muito difícil na vida de qualquer um, que é o desenvolvimento de dissertações e teses”. Segundo Carvalho, no último dia 12 de julho, a Capes retomou o funcionamento do Comitê Permanente sobre Equidade de Gênero. “Para que possamos discutir outras ações relacionadas ao papel da mulher na ciência brasileira e como avançar em políticas mais inclusivas”.

Educação ambiental

Lula também sancionou o projeto que inclui o tema das mudanças do clima, proteção da biodiversidade e riscos e vulnerabilidades a desastres socioambientais na Política Nacional de Educação Ambiental.


“Sobretudo na questão ambiental, nós temos que ter muito cuidado com o livro didático, porque quem vai salvar o planeta não somos nós, é a juventude que vai ter que aprender na escola a importância da questão ambiental”, destacou o presidente, após assinar a sanção, que transforma o projeto em lei federal.

Anúncio

Segundo o governo, entre as principais diretrizes propostas, está o desenvolvimento de instrumentos e metodologias para garantir a eficácia das ações educadoras relacionadas às questões ambientais, às mudanças climáticas, desastres socioambientais e à perda de biodiversidade, além da inserção obrigatória desses temas nos projetos institucionais e pedagógicos das instituições de ensino da educação básica e superior.

Autor do projeto de lei, o deputado federal Luciano Ducci (PSB-PR) destacou que a inclusão dessas temáticas na Política Nacional de Educação Ambiental é uma forma de mobilizar a sociedade para um problema que ameaça a vida da humanidade. “É um projeto que, por incrível que pareça, é mais atual agora do que quando foi apresentado [há nove anos]. Tem a grande motivação de buscar uma transformação da sociedade através da educação”, afirmou.

Siga nossas redes sociais: Facebook Instagram.


Fato Novo com informações e imagens: Agência Brasil

Anúncio
Continuar Lendo

Ciência

James Webb descobre atmosfera parecida com a da Terra em exoplaneta

Publicado

no

Por

O LHS 1140b, que fica a cerca de 48 anos-luz, é visto pelos cientistas como o “Melhor lugar para procurar vida além do Sistema Solar”

Observações feitas com o telescópio James Webb revelaram uma atmosfera semelhante à da Terra em outro planeta. A descoberta é mais uma notícia animadora para os cientistas que pesquisam o LHS 1140b, apelidado de “Melhor lugar para procurar vida além do Sistema Solar” desde a descoberta, em 2017. Localizado a cerca de 48 anos-luz, na constelação de Cetus, o planeta aparenta ter um meio termo em relação à temperatura, sendo mais frio que a Terra e mais quente que Marte.

Segundo o professor Ryan MacDonald, da Universidade de Montreal, responsável pela pesquisa, essa é a primeira vez que cientistas detectam “indício de uma atmosfera em um exoplaneta rochoso ou rico em gelo em zona habitável”, isto é, que orbita relativamente próximo a uma estrela, o que permite a existência de água na forma líquida.

“O LHS 1140b é um dos melhores exoplanetas pequenos na zona habitável, capaz de suportar uma atmosfera espessa, e podemos ter encontrado evidências de ar neste mundo”, indicou MacDonald.

O planeta promissor tem um raio cerca de 70% maior que o da Terra e alcança um ponto ideal para os cientistas: é formado por água e composição rochosa, mas com uma porcentagem de gás. A dúvida dos pesquisadores era se ele se assemelha mais com uma “SuperTerra” ou com um “MiniNetuno”. Pelos novos dados, as apostas são de que o LHS 1140b está mais próximo do nosso planeta.


“De todos os exoplanetas temperados atualmente conhecidos, LHS 1140b pode muito bem ser nossa melhor aposta para um dia confirmar indiretamente água líquida na superfície de um mundo alienígena, além do nosso sistema solar”, aponta o autor principal do artigo e doutorando da Universidade de Montreal Charles Cadieux.

Anúncio

Outra semelhança entre os dois é a predominância de nitrogênio na atmosfera. Uma análise de recuperação atmosférica sugere que, assim como a Terra, cuja atmosfera é 78% formada por nitrogênio, o planeta promissor apresenta alta porcentagem do gás. Essas projeções favorecem as projeções de que o planeta seria uma grande bola de neve com um oceano de cerca de 4 mil quilômetros de diâmetro.

O estudo foi aceito para publicação no Astrophysical Journal Letters nesta semana e conta com uma versão preliminar disponível. Os dados foram coletados pelo James Webb em dezembro e adicionados a outras imagens do planeta, obtidas pelos telescópios espaciais Spitzer, Hubble e TESS.

Siga nossas redes sociais: Facebook Instagram.


Fato Novo com informações e imagens: Correio Braziliense

Anúncio
Continuar Lendo

Ciência

Governo anuncia R$ 500 milhões para ciência e tecnologia na Amazônia

Publicado

no

Por

O recurso é voltado para o desenvolvimento de programas nas área de ciência e tecnologia na região da Amazônia

O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (8/7), o investimento de R$ 500 milhões para o desenvolvimento de projetos nas áreas de ciência e tecnologia na Amazônia.

Os recursos serão destinados ao Programa Pró-Amazônia e ao Programa de Ciência, Tecnologia e Inovação para Segurança Alimentar e Erradicação da Fome. Parte do montante integra o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia (FNDCT).


“Estamos reafirmando o compromisso em produzir mais conhecimento científico, mais inovação e usar nossas melhores capacidades para o enfrentamento dos desafios contemporâneos e para construção de um futuro melhor para o Brasil e para o mundo. Isso passa, necessariamente, pela Amazônia”, afirmou o ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.


Anúncio

Do total, cerca de R$ 160 milhões devem ser aplicados na recuperação e criação de laboratórios, acervos científicos, históricos e culturais, e coleções biológicas na região.

Outros R$ 40 milhões serão voltados para a reforma de museus e a construção do Museu das Amazônias, em Belém do Pará, que tem previsão de entrega até a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças do Clima de 2025, a COP 30. Há ainda incentivos para projetos de bioeconomia, descarbonização, restauração florestal, e de combate à insegurança alimentar.

Siga nossas redes sociais: Facebook Instagram.


Fato Novo com informações e imagens: Metrópoles

Anúncio
Continuar Lendo

Mais vistas