Conecte-se conosco

Educação

Seis motivos para seu filho aprender um segundo idioma desde a infância

Publicado

em

Ter acesso a uma nova língua, como inglês ou espanhol, pode desenvolver diversas habilidades das crianças e prepará-las para o futuro

Cada vez mais, os brasileiros compreendem a importância — quase obrigatória — de dominar um segundo idioma, especialmente o inglês ou o espanhol. Essa percepção tem levado pais a se preocuparem mais com a formação bilíngue dos filhos. Segundo dados da Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (ABEBI), o Brasil possui mais de 1.200 escolas bilíngues, representando cerca de 3% das escolas particulares do país. Entre 2014 e 2019, foi registrado um crescimento de 10% nesse modelo de ensino. A expectativa é que o número continue aumentando, com mais escolas implementando programas bilíngues em sua matriz curricular. Muitas daquelas que não são originalmente bilingues estão em busca de parcerias educacionais para implantar ou expandir o ensino do segundo idioma com uma metodologia eficaz e já reconhecida no mercado.

Pensando nisso, o diretor de educação do CNA+, Marcelo Barros, reforça a importância dos estudos para um futuro de sucesso e lista seis motivos para incentivar as crianças a aprenderem inglês ou espanhol ainda na infância.

“Ter contato com um novo idioma enquanto o cérebro ainda está em formação traz resultados significativos. Além de desenvolverem melhores relações interpessoais, as crianças têm mais chances de alcançar o bilinguismo antes mesmo de ingressarem no mercado de trabalho”, afirma o especialista.

Confira os 6 motivos para aprender um segundo idioma

1. Maior desenvolvimento na comunicação e nas relações interpessoais

É inegável que o aprendizado — especialmente de um segundo idioma —, aliado à interação com outras crianças, é essencial para o desenvolvimento de diversas habilidades. Ao começarem a se comunicar em inglês, por exemplo, os pequenos ganham mais confiança, algo que pode ser desafiador para muitos adultos em fase de aprendizagem.

Além disso, as crianças tendem a ser mais participativas nas aulas, tiram dúvidas com naturalidade e interagem sem medo de errar. “A socialização em sala de aula fortalece vínculos, amplia as relações interpessoais e gera impacto positivo em outras áreas da vida”, explica Marcelo Barros.

Anúncio

Aprender com um professor presente, que compreenda as dificuldades e acompanhe o progresso de cada aluno é fundamental para um ensino eficaz. “A pandemia foi um grande desafio, pois os estudantes precisaram sair das salas de aula e aprender por meio de um computador. Mas, agora, vemos um retorno em peso ao presencial. No CNA, 90% dos alunos estudam presencialmente, e os pais reconhecem a importância desse contato direto para o desenvolvimento dos filhos”, comenta.

2. Familiaridade com um novo idioma desde cedo

Aprender uma segunda língua na infância torna o processo mais natural e eficaz. Com o cérebro ainda em desenvolvimento, a criança lida com novo conhecimento com mais facilidade. Ter uma criação bilíngue permite que ela desenvolva competências simultaneamente no inglês ou espanhol e no português, por exemplo, desenvolvendo fluência nos dois idiomas.

Jovens em contato desde cedo a uma linguagem estrangeira tendem a desenvolver uma pronúncia mais clara e a utilizar o idioma com maior naturalidade, tanto na fala quanto na escrita — o que pode ser um desafio maior para quem começa na vida adulta em função das múltiplas demandas do cotidiano.

3. O lúdico como ferramenta de aprendizado

Na infância, o ensino exige abordagens específicas. Atividades lúdicas, personagens, desenhos e jogos interativos tornam a aprendizagem mais dinâmica e prazerosa. Estratégias pedagógicas que estimulam a imaginação, a criatividade e a participação em sala contribuem significativamente para a aquisição do conteúdo, o desenvolvimento cognitivo e o engajamento das crianças.

4. Vantagens acadêmicas e profissionais no futuro

Anúncio

Estudar um segundo idioma desde a infância pode trazer grandes resultados a longo prazo, especialmente na busca por oportunidades acadêmicas e profissionais. Alunos já bilíngues que concluem seus estudos têm mais chances de conquistar bolsas de estudo em instituições internacionais e de se destacar em processos seletivos de empresas multinacionais. O domínio de uma segunda língua amplia horizontes e prepara os jovens para atuarem em um mercado globalizado, com exigências cada vez maiores.

5. Facilidade para viagens internacionais

Com a globalização e o avanço da tecnologia, as crianças estão cada vez mais expostas a culturas do mundo todo — por meio das redes sociais, filmes, séries ou jogos online. Isso desperta o desejo de explorar novos lugares, culturas e segurança para falar sobre sua própria cultura.

Dominar o inglês, considerado o idioma universal, é o primeiro passo para realizar esse sonho. A proficiência na língua oferece segurança, facilita a comunicação em viagens e possibilita uma vivência mais rica e autêntica em diferentes países.

6. Inglês é essencial para as profissões do futuro

A tecnologia é a base das profissões do futuro — inclusive considerando que muitas delas ainda nem existem. Esse cenário, impulsionado pela transformação digital, exige domínio do inglês, já que a maior parte do conhecimento técnico, manuais e linguagens de programação está nesse idioma.

Crianças que têm acesso à educação tecnológica e à língua inglesa desde cedo saem na frente. Ao iniciarem cursos como programação, robótica e inteligência artificial ainda na infância, elas ampliam suas perspectivas e se qualificam para as oportunidades mais interessantes.

Anúncio

Sobre o Grupo CNA+

Grupo educacional com quase 900 franquias localizadas em todos os Estados do Brasil, o CNA+ é composto pelas marcas CNA Idiomas e Ctrl+Play. A franquia de ensino de idiomas (cursos de inglês e espanhol) tem mais de 50 anos de atuação no mercado e cerca de 400 mil alunos/ano em mais de 724 unidades, sendo uma das marcas mais premiadas do franchising nacional. Já a Ctrl+Play, franquia de tecnologia e inovação, oferece cursos de robótica e programação para o público a partir de 7 anos. Faz parte do grupo CNA+ desde novembro de 2023 e, atualmente, conta com mais de 150 unidades em operação.


*maria.trindade@loures.com.br

Distrito Federal

Projeto Educação Fiscal EnCena 2025 premia escolas com r$ 60 mil e celebra formação cidadã no DF

Publicado

em

Por

A etapa final do projeto da secretaria de Economia do Distrito Federal reconheceu estudantes e educadores que utilizaram gamificação, mídias digitais e turismo cívico para promover a compreensão da função social dos tributos e o controle social.


De 8 a 12 de dezembro, a secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) realizou a etapa final de premiação do projeto Educação Fiscal EnCena 2025. O evento celebrou os resultados de um trabalho contínuo dedicado à formação cidadã, ao fortalecimento da transparência e à ampliação das práticas de educação fiscal ao longo do ano.

O EnCena apresentou conteúdos sobre cidadania fiscal por meio de estratégias lúdicas e pedagógicas, como trilhas de aprendizagem, gamificação, formação de educadores e produção audiovisual. O programa envolveu estudantes do 4º ano do ensino fundamental ao ensino médio, divididos nos segmentos Portas Abertas à Cidadania e De Olho na Educação.

As atividades incentivaram a compreensão da função social dos tributos, o exercício do controle social e o desenvolvimento de valores como ética, solidariedade, justiça e participação. Em 2025, o projeto ampliou seu alcance com a inclusão do instituto Federal de Brasília (IFB), atendendo mais comunidades educacionais.

Metodologias Ativas e Premiação 💰

O projeto, realizado em parceria pelas secretarias de Economia e de Educação, pela Controladoria-Geral do DF e pela receita Federal do Brasil, avançou ao unir metodologias ativas, arte, audiovisual e tecnologia digital. A formação continuada dos educadores alcançou 120 horas, com aulas sobre ética e integridade, transparência, gestão democrática, e controle social.

Os estudantes e professores participaram de:

  • Trilhas gamificadas na plataforma digital.

  • Turismo cívico e cultural (com tours virtuais pelo Eixo Monumental, câmara dos Deputados e Senado Federal).

  • Propostas interventivas baseadas na auditoria pedagógica cidadã.

  • Produção de conteúdos audiovisuais (vídeo-montagens, documentários, animações e curtas-metragens).

A etapa de premiação reconheceu os concluintes do programa com celulares doados pela Receita Federal. Pela primeira vez, houve premiação financeira para as três escolas mais bem classificadas de cada segmento, totalizando:

Anúncio

  • 1º Lugar: R$ 30 mil

  • 2º Lugar: R$ 20 mil

  • 3º Lugar: R$ 10 mil

Os recursos, oriundos do fundo Distrital de Combate à Corrupção, serão destinados à melhoria do ambiente escolar, aquisição de equipamentos e desenvolvimento de novos projetos pedagógicos.


Com informações:Jornal de Brasília

Continue lendo

Distrito Federal

SEEDF e IFB renovam convênio para estágios obrigatórios de licenciatura na rede pública

Publicado

em

Por

A secretaria de estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) renovou o convênio de Concessão de Estágio Obrigatório nº 14/2025 com o instituto Federal de Brasília (IFB). A parceria, válida por cinco anos, garante que estudantes de diversas licenciaturas do IFB realizem estágio supervisionado nas escolas da rede pública e em unidades administrativas da SEEDF, fortalecendo a integração entre a teoria acadêmica e a prática pedagógica real.


Formação Docente e Benefícios Mútuos 🤝

O convênio, que atualiza a parceria iniciada em 2021, abrange cursos presenciais e a distância e prevê ações de cooperação técnica, visando o desenvolvimento de competências essenciais ao exercício profissional dos futuros professores.

  • Integração Teoria e Prática: Linair Moura, chefe da unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE), destacou que a colaboração fortalece a aproximação entre teoria e prática, permitindo que os licenciandos “compreendam o cotidiano das nossas escolas e contribuam para o aprimoramento das práticas pedagógicas”.

  • Cursos Contemplados: A parceria inclui licenciaturas em biologia, física, química, letras (espanhol, inglês e português), matemática, pedagogia, educação física, computação, dança e geografia, além dos cursos EaD.

  • Via de Mão Dupla: Tânia Cristina Porto, chefe do núcleo de Convênios, Contratos e Estágios (NCCE/EAPE), ressaltou que a SEEDF recebe o “conhecimento atualizado e as novas metodologias que vêm da academia”, enquanto contribui diretamente para a formação de professores mais preparados e engajados com a realidade da educação básica.

O intercâmbio entre docentes do IFB e profissionais da SEEDF visa qualificar tanto as práticas pedagógicas nas escolas quanto a formação acadêmica, estimulando a inovação e o aperfeiçoamento contínuo.


Com informações:  Secretaria de Educação do DF

Continue lendo

Distrito Federal

Joseph Renzulli recebe Doutor Honoris Causa da UnB por impacto transformador na educação de superdotados no DF

Publicado

em

Por

O professor Joseph Renzulli, renomado especialista mundial em educação para estudantes com altas habilidades e superdotação (AH/SD), foi agraciado com o título de doutor Honoris Causa pela universidade de Brasília (UnB). A homenagem celebra o impacto de suas teorias, notavelmente a teoria dos Três Anéis, que orientam o atendimento educacional de alunos com superdotação na rede pública do Distrito Federal (DF) há mais de 20 anos.


A Teoria dos Três Anéis e a Mudança de Paradigma 💡

Antes da adoção do modelo de Renzulli, o atendimento a alunos com AH/SD no Brasil baseava-se quase que exclusivamente no quociente de Inteligência (QI). Renzulli mudou essa perspectiva ao definir a superdotação como a intersecção de três fatores:

  1. Habilidades acima da média

  2. Criatividade

  3. Envolvimento com a tarefa

A professora da UnB, Renata Muniz, explica que essa visão ampliou o foco, antes restrito ao aspecto intelectual, para incluir o engajamento e a criatividade.

Parceria UnB-SEEDF e Liderança Brasileira 🇧🇷

A implementação das ideias de Renzulli no DF tem raízes na parceria entre a SEEDF e a professora Denise de Souza Fleith (atual presidente do Conselho Mundial para Crianças Superdotadas e Talentosas). Fleith, que foi orientanda de Renzulli nos estados Unidos, trouxe o modelo para o Brasil em 1999, iniciando a adoção na secretaria de estado de Educação do DF (SEEDF) no início dos anos 2000.

Em seu discurso, Renzulli elogiou o protagonismo brasileiro:

“Gostaria de agradecer à minha ex-estudante, Denise Fleith, por ser uma líder internacional em educação e por fazer do Brasil um dos países mais ativos do mundo na oferta de serviços para estudantes talentosos.”

  • Formação Docente: As teorias de Renzulli são a base para os conteúdos dos cursos regulares da Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE) da SEEDF e dos cursos de formação oferecidos pela UnB para professores de todo o país, consolidando um trabalho de longa duração.


Com informações: Secretaria de Educação do DF

Anúncio

Continue lendo
Anúncio


Em alta

Verified by MonsterInsights