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Cultura

Sob nova gestão, Cine Brasília promove masterclass sobre mercado audiovisual

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Cine Brasília fará exibição especial de reabertura nesta segunda (22)

Curso é gratuito e será ministrado pelo diretor da distribuidora Vitrine Filmes, Felipe Lopes; inscrições vão até esta segunda-feira (17)

A próxima quarta-feira (19) marca o início da gestão compartilhada do Cine Brasília. A Organização da Sociedade Civil (OSC) Box Cultural e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) assumem uma nova administração do espaço com uma programação especial. Na quinta-feira (20), o Cine Brasília terá a sua primeira atividade formativa sob a nova gestão: a Masterclass Distribuição e Mercado com o diretor da distribuidora Vitrine Filmes, Felipe Lopes.

O curso, gratuito, começa às 10h e tem duas horas de duração, com emissão de certificado. Para participar, os interessados devem preencher, até esta segunda-feira (17), um formulário de inscrição.

Com inscrições até esta segunda (17), a masterclass vai apresentar um panorama do mercado audiovisual brasileiro atual, sobretudo após a pandemia | Foto: Divulgação

De acordo com o diretor Felipe Lopes, os participantes terão a chance de discutir as oportunidades no mercado audiovisual nacional e global, do ponto de vista da distribuição e exibição de conteúdo.

A OSC Box Cultural assume a gestão compartilhada do Cine Brasília ao lado da Secec pelos próximos três anos. A cerimônia de abertura do relançamento da parceria será no Dia do Cinema Brasileiro, na próxima quarta-feira (19)


“É um curso importante não apenas para quem trabalha na comercialização de filmes, mas para todos os interessados em realizar cinema. Entender estratégias de comunicação da obra com o público final é fundamental para o alinhamento de expectativas e uma maior chance de sucesso para um filme. Além disso, abre olhares para compreender o cenário atual do mercado audiovisual brasileiro e como podemos enfrentar desafios de concorrência e luta por políticas públicas amplas para o setor”, defendeu o diretor.

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O objetivo da masterclass é apresentar um panorama do mercado audiovisual brasileiro atual, sobretudo após a pandemia. O encontro é considerado como um passo inicial para despertar a atenção do público de acordo com seus hábitos de consumo.

Nova gestão

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Cultura

Você sabia? Brasília abriga museu dedicado exclusivamente à história do piano

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O museu possibilita que o visitante conheça alguns instrumentos de diversos países e vivencie a experiência de ver a manutenção de um piano

Você sabia que Brasília abriga um museu do piano? A Casa do Piano fica localizada no Núcleo Rural Córrego da Onça, próximo ao Catetinho, e permite aos visitantes explorar os detalhes desse instrumento fascinante, mergulhando em suas histórias e vivências.

O espaço também se destaca por fabricar peças para o restauro e montagem de pianos dos mais diversos estilos e origens.

As visitas ao museu são conduzidas por Rogério Resende, fundador do projeto que, durante o tour vai destacando a importância histórica de cada piano. Os visitantes têm a oportunidade de ver pianos originais datados a partir de 1850, réplicas de 1831e 1890 (fabricadas na Casa do Piano), e pianolas originais com partituras em rolo de papel.

É possível contemplar, ainda, uma preciosa coleção de miniaturas de pianos, quase mil peças que são cuidadosamente apresentadas pelo anfitrião. É possível, também, visitar a oficina de restauração de pianos, um verdadeiro universo, com demonstração de peças e partes dos pianos que impressionam. As visitas duram entre 1h15 e 1h30.

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“Esse museu é mais um espaço que torna nossa cidade especial. Brasília tem muito a ser visitado, locais especiais. A Casa do Piano tem história, cultura e um trabalho social reconhecido, vale muito a pena ser visitado pelos turistas que chegam na capital”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.


As visitas ao museu são conduzidas pelo Rogério Resende, fundador do projeto

Resende tem seu trabalho reconhecido por todo o Brasil e em diversos países do mundo. As embaixadas de Portugal, Estados Unidos e França estão entre os clientes fixos, e Resende apresenta com orgulho os elogios registrados pelos clientes, alguns estão emolduradas em uma das paredes da Casa do Piano e podem ser conferidos durante a visita.


“Eu fui conhecer piano já com 22 anos. Comecei tocando violão e outros instrumentos, cheguei a trabalhar em hotéis e restaurantes em Brasília. Mas, quando vi um afinador profissional afinando um piano para eu tocar, me encantei com a profissão e achei que daria conta de fazer”, afirma Rogério. “Iniciei uma coleção e achei que os meus pianos precisavam ser contemplados por mais pessoas, daí surgiu a ideia de criar o museu, que agora é a Casa do Piano”, finaliza Resende.


Trabalho social

A Casa do Piano também realiza um importante trabalho social, visando a interação de menores que cumprem medida socioeducativa, introduzindo-os à arte por meio do piano. Em 2023, a Casa do Piano doou oito instrumentos — sete acústicos e um digital — usados no projeto Som nas Teclas, criado em 2022, que oferece aulas de piano para as Unidade de Gestão da Medida Socioeducativa de Internação da Subsecretaria do Sistema Socioeducativo/Subis/Sejus. O museu também recebe a visita de grupos de menores em cumprimento de medida socioeducativa e escolas.

Com essa iniciativa, Rogério Resende não apenas preserva a história e a técnica do piano, mas também contribui para a transformação social, mostrando que a música pode ser um poderoso instrumento de mudança.

Serviço

Local: Núcleo Rural Córrego da Onça rua C chácara 03 – Núcleo Bandeirante, Brasília
Horário de Funcionamento: de terça a sábado (com agendamento). Período da manhã: 08:30h e 10h. Período da tarde: 14h e 16h.

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Fato Novo com informações e imagens: Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF)

 

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Cultura

Cine Brasília amplia número de sessões acessíveis; próxima será em 13 de julho

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Exibições com recursos de acessibilidade projetados na tela, sala à meia luz e som mais baixo reúnem cerca de 50 pessoas no segundo e no último sábado de cada mês

Desde que o Cine Brasília reabriu as portas ao público, o icônico cinema de rua brasiliense tem trabalhado para ampliar a oferta de sessões acessíveis. As mostras, que são gratuitas, contam com recursos de acessibilidade projetados na tela, sala à meia luz e som mais baixo para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA).

A partir deste ano, o espaço amplia o número de sessões acessíveis para duas exibições mensais. O aumento na oferta surgiu após a renovação da parceria, por mais três anos, entre o Cine Brasília, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e a organização da sociedade civil (OSC) Box Cultural.

A próxima mostra acessível será no dia 13 de julho, com a exibição do clássico A Hora da Estrela (1985), de Suzana Amaral, em sua versão remasterizada.

Atualmente, uma média de 50 pessoas comparecem às sessões acessíveis do espaço cultural, que acontecem no segundo e no último sábado de cada mês, sempre às 14h. Segundo a diretora do Cine Brasília, Sara Rocha, a ideia é que, nos próximos três anos, o local ofereça 73 mostras com recursos de acessibilidade.

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“As sessões acessíveis acontecem às 14h por ser um horário que mapeamos como sendo preferencial; a exibição acaba no meio da tarde e é possível ter um deslocamento mais confortável. Essa sessão toda é aberta ao público e gratuita, acontece à meia luz para acomodar pessoas autistas, e com a banda de audiodescrição sincronizada no som principal da sala, legendas descritivas e janelas de Libras coladas na tela”, explica.


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Cultura

Lançado edital para seleção de OSC do Prêmio Candango de Literatura

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Investimento público no evento é de R$ 1,5 milhão e incentiva produção literária

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) publicou, nesta quarta-feira (3), o Edital de Chamamento Público n º 19/2024 no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), com o objetivo de selecionar a Organização da Sociedade Civil (OSC) com a qual assinará termo de colaboração para realizar a segunda edição do Prêmio Candango de Literatura. Na premiação, estão previstas as categorias Romance, Conto, Poesia, Prêmio Brasília (para autores e autoras residentes na capital), Projetos de Capa, Gráfico e Melhor Projeto de Incentivo à Leitura. O investimento público é de R$ 1,5 milhão para a realização do evento.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, Brasília quer se firmar como um dos polos brasileiros de produção de literatura. “No futuro, esse prêmio deve se equiparar aos principais prêmios nacionais, como o Jabuti, o São Paulo, e o do Sesc, entre outros”, destacou.

A OSC deve apresentar em sua proposta o planejamento técnico, com detalhamento de ações relativas à gestão de processos seletivos, plano de comunicação com alcance nacional e internacional e estratégias de seleção de jurados. Alguns dos critérios de seleção são: experiência da OSC, currículo da equipe, alinhamento com os objetivos do prêmio e capacidade em trâmites com tecnologia da informação (TI) para recebimento e distribuição de originais.

O envio do formulário de inscrição e outros anexos pelos proponentes será no período de 8 de julho a 9 de agosto de 2024. O resultado do chamamento público terá validade de 60 meses, podendo ser prorrogado a critério da administração pública.

Política pública

O subsecretário do Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, ressalta o compromisso da Secec-DF com as políticas públicas que estimulam a população a adotar práticas de leitura. “O edital para o Prêmio Candango de Literatura reforça o fomento às políticas públicas de leitura, escrita e oralidade no âmbito do Distrito Federal”, comentou.

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O presidente do Sindicato dos Escritores, Marcos Linhares, calcula que o DF tenha até 3 mil escritores e escritoras. Além de eventos do porte da Feira do Livro e da Bienal, a capital contabiliza, segundo o presidente da entidade, cerca de 15 eventos literários por mês. “Acho importante para cidade a continuidade deste prêmio. São Paulo, Minas e Amazonas já possuem prêmios literários. A iniciativa incentiva a descoberta e a valorização da literatura, que rompe fronteiras”, concluiu.


Fato Novo com informações: Agência Brasília

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