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Zelda: Filme live-action tem estreia adiada em pouco mais de 1 mês

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Criador da franquia, Shigeru Miyamoto assinou comunicado que marca lançamento para maio de 2027

Anunciado previamente para 26 de março de 2027, o filme live-action de The Legend of Zelda teve sua estreia adiada em alguns dias, sendo remarcado para 7 de maio do mesmo ano. O anúncio veio no último dia 9 na conta da Nintendo no X, por meio de Shigeru Miyamoto — criador da franquia e parte da equipe de produção do longa.

Nenhum detalhe adicional foi mencionado. Segundo Miyamoto, o adiamento em algumas semanas teria sido por “motivos de produção”, para que a entrega seja a melhor possível.

imagem: tuíte da Nintendo sobre o adiamento

Todas as informações que existem sobre o filme são as que foram dadas em seu anúncio, feito em 2023 após o grande sucesso da animação Super Mario Bros. — O Filme. Avi Arad, nome famoso por conduzir os filmes de heróis da Marvel desde a virada dos anos 1990 para os 2000, assina parte da produção. Wes Ball (Maze Runner) também está na equipe, possivelmente como diretor, enquanto Derek Connolly (Detetive Pikachu) seria o roteirista.

O longa é financiado pela própria Nintendo juntamente com a Sony Pictures Entertainment. Uma produção live-action baseada na franquia é algo que já foi levantado algumas vezes ao longo da última década — inclusive, em 2021, rumores circularam dizendo que a própria Nintendo teria engavetado um projeto com a Netflix.

Sobre The Legend of Zelda

The Legend of Zelda (Zeruda no Densetsu) é uma franquia iniciada em 1986 com o lançamento do jogo epônimo para o Nintendinho (NES), que chegou oficialmente ao Brasil no início da década de 1990 pela Playtronic sob o título A Lenda de Zelda.

O game foi sucedido pelo Zelda II: The Adventure of Link, que se propõe a trazer uma nova aventura no mesmo universo do primeiro.

De lá para cá, a franquia foi se estabelecendo, geralmente com histórias não diretamente correlacionadas, mas com elementos e alguns pontos de lore em comum. A maioria dos jogos envolve o herói Link salvar o reino de Hyrule e a princesa Zelda de Ganon ou outro vilão, mas há jogos ambientados em outros lugares e, inclusive, sem a Zelda (como Link’s Awakening, Majora’s Mask e a série Oracle).

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Os jogos de Zelda geralmente envolvem exploração, resolução de puzzles, completar templos/dungeons no mapa e lutas em tempo real (diferente do modelo de turnos).

Ao longo do tempo, a série se estabeleceu como uma das mais famosas da Nintendo, com um total de 19 jogos principais feitos pela Nintendo (sem contar remakes, remasters etc), mais alguns spin-offs e jogos de empresas terceiras (onde poderíamos encaixar os jogos de CD-i, que são uma história à parte).

Muitos jogos foram adaptados para mangá, e a Panini lançou no Brasil 7 dos 9 feitos pela dupla Akira Himekawa (Ocarina of Time, Majora’s Mask, Oracle of Ages, Oracle of Seasons, Four Swords, The Minishi Cap, A Link to the Past e Phantom Hourglass, ficam faltando Skyward Sword e Twiligh Princess) e uma versão de A Link to the Past de Shotaro Ishinomori — há muito mais mangás da série.

Além dos quadrinhos japoneses, houve produções americanas, como os da Valiant Comics, e desenhos americanos — apesar de oficiais a licenciados, a Nintendo hoje praticamente ignora que isso algum dia existiu. Um filme live-action da franquia foi anunciado para maio de 2027.


Fonte: Nintendo (X) / JBOX

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Segunda temporada de Beyblade X estreia dublada no YouTube com nova direção e estúdio

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A segunda temporada de Beyblade X estreou dublada no último sábado (22) no canal oficial do anime no YouTube, a única plataforma a exibir a sequência no Brasil até o momento. A Iyuno Brazil (ex-UniDub) assumiu a dublagem, que agora é dirigida por Pedro Alcântara. A nova fase, que acompanha o time Persona em busca do topo da Torre X, introduz novas músicas de abertura, “You Gotta Run” (da banda L’Arc~en~Ciel), e de encerramento, “Cosmic Treat” (do trio Perfume), ambas sem versão em português

A segunda temporada do anime Beyblade X já está disponível com dublagem em português no canal oficial do YouTube da franquia, que iniciou a exibição com o episódio 52 (“Reinício”) no último sábado (22).

Mudança no Estúdio de Dublagem e Direção 🎤

A dublagem da nova temporada foi assumida pela Iyuno Brazil (anteriormente conhecida como UniDub), substituindo o estúdio Dubbing Company, que trabalhou na primeira fase.

  • Direção: A direção da dublagem é assinada por Pedro Alcântara, que celebrou o trabalho em suas redes sociais.

  • Plataforma: Por enquanto, o YouTube é a única plataforma a disponibilizar a nova temporada, já que a Netflix, +SBT e Disney+ ainda exibem apenas a primeira fase.

Novas Músicas de Abertura e Encerramento 🎶

A nova fase da série conta com mudanças nos temas musicais, que são reproduzidos em versões reduzidas na dublagem brasileira:

  • Abertura: “You Gotta Run”, da banda L’Arc~en~Ciel (veterana em temas de animes como Fullmetal Alchemist e GTO). Diferente da fase anterior, esta música não ganhou uma versão em português.

  • Encerramento: “Cosmic Treat”, interpretada pelo trio Perfume.

Sobre Beyblade X

Beyblade X é a quarta geração da franquia e acompanha o jovem Robin Kazami, que sonha em ser um lutador profissional (Blader) e busca atingir o nível de elite na Torre X, local dos torneios.

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O projeto de anime estreou no Japão em outubro de 2023, sendo baseado em um mangá que reúne nomes de peso como Posuka Demizu (The Promised Neverland) na arte, e Homura Kawamoto (Kakegurui) e seu irmão Hikaru Muno no roteiro.


Com informações: JBOX e Beyblade X (YouTube)

 

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O nome de Goku quase foi “Zero” no Brasil e em outros países

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A primeira tentativa de dublagem de Dragon Ball nos Estados Unidos, em 1989, rebatizou o protagonista Goku como Zero, e essa mudança chegou a influenciar a divulgação do anime no Brasil e a primeira dublagem no México. Apesar do erro de comunicação inicial, o nome Goku foi mantido na versão oficial em português, mas a confusão resultou em episódios exibidos pelo SBT nos anos 1990 com títulos de tela ainda usando o nome Zero.

A história do nome de Goku quase ter sido alterado para Zero no Brasil e em outros países da América Latina remonta a uma falha na primeira tentativa de distribuição da série.


A Origem da Mudança de Nome 🇺🇸

A alteração do nome original, Goku, ocorreu nos Estados Unidos na primeira tentativa de dublagem do anime, realizada pela empresa Harmony Gold em 1989.

  • Nome Alterado: Na versão piloto, o protagonista Goku foi rebatizado como Zero.

  • Fracasso: Essa versão americana não avançou, ficando limitada a apenas cinco episódios e alguns filmes.

O Efeito Cascata na América Latina 🇲🇽

Em 1993, a empresa Bandai, interessada em distribuir a série, encomendou uma dublagem para o México. Essa nova versão acabou usando a americana fracassada como base:

  • Título: A série foi renomeada para Zero y el Dragón Mágico.

  • Correção: A primeira dublagem mexicana seguiu com o nome Zero até o episódio 60. Apenas no ano seguinte, uma redublagem oficializou o nome original do personagem, Goku.

O Reflexo no Brasil 🇧🇷

Essa confusão inicial chegou a respingar no Brasil antes da estreia oficial:

  • Divulgação Inicial: Os primeiros comunicados de imprensa para divulgar a futura estreia do anime no país, em 1996, utilizavam o nome Zero, como mostram anúncios da época na Folha de S. Paulo.

  • Resultado Final: Felizmente, o nome Goku foi mantido em todas as versões oficiais dubladas em português (na Gota Mágica em 1996, na Álamo em 1999 e 2002).

  • A Bagunça do SBT: Apesar disso, alguns episódios da primeira dublagem, exibidos pelo SBT nos anos 1990, acabaram exibindo títulos de tela herdados da primeira versão mexicana, onde aparecia o nome Zero, mesmo que o narrador utilizasse o nome Goku.


Com informações: JBOX

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Cinemark finalmente exibirá filmes de Hayao Miyazaki em dezembro, em “versão enxuta” do Ghibli Fest

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A rede Cinemark anunciou, tardiamente, a exibição de sete filmes de Hayao Miyazaki em suas salas de cinema, integrando uma “versão enxuta” do Ghibli Fest que ocorreu em outras redes em setembro. As sessões ocorrerão entre os dias 11 e 17 de dezembro, e a distribuição da Sato Company deve trazer as novas dublagens brasileiras. A iniciativa prepara o terreno enquanto a Parte 2 do Ghibli Fest está prevista para ocorrer entre fevereiro e março de 2026

A rede Cinemark anunciou que, após ficar de fora da primeira parte do Ghibli Fest em setembro, exibirá alguns dos filmes do Studio Ghibli em dezembro. A programação, focada em uma “versão enxuta” do festival, conta apenas com filmes do aclamado diretor Hayao Miyazaki.

Programação e Dublagens 🗓️

Sete títulos de Hayao Miyazaki, que fizeram parte do festival em outras redes, estarão em cartaz no Cinemark por uma semana em dezembro. A pré-venda começou em 28 de novembro.

Data Filme
11/12 Meu Amigo Totoro
12/12 O Serviço de Entregas da Kiki
13/12 A Viagem de Chihiro
14/12 O Castelo Animado
15/12 Nausicaä do Vale do Vento (somente legendado)
16/12 Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar
17/12 Porco Rosso: O Último Herói Romântico

Devido à distribuição pela Sato Company, as sessões dubladas devem apresentar a nova versão brasileira encomendada pelo estúdio este ano, com exceção de Nausicaä, que será exibido apenas em sessões legendadas.

O que Faltou e a 2ª Parte

Esta programação é uma seleção, pois a primeira parte completa do Ghibli Fest, em setembro, distribuiu 14 filmes. Ficaram de fora desta versão do Cinemark filmes como Memórias de Ontem, Sussurros do Coração e Vidas ao Vento (este último, também de Miyazaki).

A Parte 2 do Ghibli Fest está com previsão inicial de ocorrer entre 26 de fevereiro e 11 de março de 2026, e incluirá títulos como Túmulo dos Vagalumes, O Castelo no Céu, Princesa Mononoke e O Mundo dos Pequeninos.


Com informações: Cinemark (Instagram) e JBOX

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