
As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) realizaram mais de 2,1 milhões de atendimentos entre janeiro e junho de 2025. Os dados são do Portal de Informações e Transparência da Saúde do Distrito Federal (InfoSaúde-DF) e reforçam o papel central da Atenção Primária à Saúde (APS) como principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) no DF.
O número reflete o esforço contínuo de ampliação e qualificação do acesso à saúde básica, com foco em prevenção, acompanhamento contínuo e resolutividade nos primeiros níveis de atenção.
Para o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, os dados demonstram o sucesso do modelo de cuidado próximo da população. “O cuidado contínuo e próximo ao cidadão é uma das premissas do SUS. As UBSs oferecem esse atendimento inicial, e estamos investindo cada vez mais na melhoria dos serviços oferecidos”, afirmou.
As UBSs funcionam como ponto de referência para a população, onde cada paciente é acompanhado por uma equipe multiprofissional qualificada, composta por médicos de família, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e profissionais de diversas áreas da saúde.
O coordenador da Atenção Primária no DF e médico de família, Fernando Moreira, destacou que o modelo permite um acompanhamento mais eficaz e preventivo. “Cuidar de uma população que envelhece exige proximidade e vínculo. A maioria dos problemas de saúde está ligada ao modo de vida, às condições de moradia, trabalho e relações sociais. E tudo isso se acompanha melhor quando se está por perto”, explicou.
As 181 UBSs espalhadas por todo o Distrito Federal são responsáveis pela prevenção, diagnóstico e tratamento de condições frequentes, enquanto os hospitais atendem casos de maior complexidade.
Cada UBS é organizada em três pilares principais:
Essa estrutura permite um atendimento integral, com ações de:
Presentes em todas as regiões administrativas do DF, as UBSs garantem acesso ágil, acolhedor e resolutivo aos serviços de saúde. São espaços projetados para acompanhar as pessoas em todas as fases da vida, com base nas especificidades de cada comunidade.
O modelo fortalece a construção de vínculos duradouros entre equipes e usuários, essencial para a adesão ao tratamento e a redução de internações evitáveis.
Com informações: Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) / Jornal de Brasília