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Futuro do Consumo: Relatório aponta “Anti-Algoritmo” e “Déficit de Afeto” como tendências globais

Futuro do Consumo: Relatório aponta “Anti-Algoritmo” e “Déficit de Afeto” como tendências globais

Redação
Por: Redação
04/11/2025 às 23h00 Atualizada em 05/11/2025 às 02h00
Futuro do Consumo: Relatório aponta “Anti-Algoritmo” e “Déficit de Afeto” como tendências globais
Foto: Reprodução
A consultoria Mintel detalha três grandes movimentos que redefinirão a relação entre consumidores e marcas a partir de 2026: a rejeição à influência algorítmica, a extensão da juventude para além da idade e a crescente busca por conexões humanas genuínas

As relações entre consumidores, tecnologia e marcas estão em um ponto de inflexão. De acordo com o relatório “Global Consumer Predictions 2026 & Beyond”, da consultoria internacional Mintel, três tendências principais irão moldar o comportamento global nos próximos anos:

1. ? Anti-Algoritmo: Resistência e Busca por Autonomia

O movimento Anti-Algoritmo reflete uma crescente desconfiança dos consumidores em relação à influência invisível dos sistemas de personalização. Antes celebrados, os algoritmos agora são vistos como forças que podem distorcer identidades e visões de mundo. A partir de 2026, a demanda por autonomia digital e autenticidade aumentará. As marcas que se destacarem serão aquelas que priorizarem a transparência e oferecerem aos usuários maior controle sobre seus dados e experiências online.

2. ⏳ O Novo Jovem: Redefinindo a Idade

Esta tendência aponta para a redefinição do que significa ser jovem. Com o aumento da longevidade e o enfraquecimento dos marcos tradicionais da vida (como casamento ou aposentadoria em idades específicas), surge o conceito de um “meio da vida estendido”. Marcas que associarem juventude apenas à idade biológica perderão relevância. O sucesso estará com aquelas que valorizarem propósito, vitalidade e aprendizado contínuo em todas as fases da vida do consumidor.

3. ❤️ Déficit de Afeto: Demanda por Relações Genuínas

O déficit de afeto é um fenômeno impulsionado pela automação e pelo isolamento social, que resultam na redução das conexões humanas genuínas. Em uma sociedade fragmentada por tensões de valores, a demanda por proximidade e empatia nas relações — incluindo a relação com as marcas — crescerá significativamente. Empresas que conseguirem promover esse tipo de conexão humana terão uma clara vantagem competitiva.
Com informações: Revista Fórum / Mintel
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