Terça, 30 de Junho de 2026
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Iniciada Semeadura de Espécies Nativas para Recuperação de 34 Hectares no Parque Ecológico do Riacho Fundo

Iniciada Semeadura de Espécies Nativas para Recuperação de 34 Hectares no Parque Ecológico do Riacho Fundo

Redação
Por: Redação
16/11/2025 às 15h00 Atualizada em 16/11/2025 às 18h00
Iniciada Semeadura de Espécies Nativas para Recuperação de 34 Hectares no Parque Ecológico do Riacho Fundo
Foto: Reprodução
O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) deu início a uma nova fase de recuperação em uma área de 34 hectares no Parque Ecológico do Riacho Fundo. Após dois anos dedicados ao controle de capins exóticos e preparo do solo, o local está sendo semeado com diversas espécies nativas do Cerrado. A ação, financiada por recursos de compensação florestal, visa proteger as nascentes do parque, controlar a erosão, facilitar o retorno da fauna e da flora, e reduzir a incidência de incêndios

O trabalho de recuperação no Parque Ecológico do Riacho Fundo começou nesta quarta-feira (12), em uma área de 34 hectares. A iniciativa é conduzida pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e utiliza recursos de compensação florestal, destinados à restauração de áreas degradadas em unidades de conservação.

? Etapas da Restauração

Após a fase inicial de controle e erradicação de espécies exóticas, a nova etapa de recuperação envolve ações técnicas essenciais para a restauração ecológica:

  • Preparo do Solo: Aragem e gradagem do solo.

  • Controle Erosivo: Construção de curva de nível para controlar processos erosivos.

  • Semeio: Semeadura de capins, arbustos e árvores, todas espécies nativas do Cerrado.

O presidente do Ibram, Rôney Nemer, destacou que a compensação florestal permite o desenvolvimento com sustentabilidade, recuperando os impactos ambientais gerados por outras ações.

? Benefícios para o Meio Ambiente e Comunidade

A recuperação da área é fundamental por diversos motivos:

  • Recuperação Hídrica: Ajuda a proteger as nascentes do córrego Riacho Fundo, que estão dentro da unidade.

  • Biodiversidade: Permite o retorno de diversas espécies nativas da fauna e flora do Cerrado.

  • Prevenção de Incêndios: Brigadistas do Brasília Ambiental relataram que a recomposição da vegetação nativa deve ajudar a reduzir ainda mais os incêndios, que historicamente se alastravam a partir dessa área, próxima ao conjunto habitacional Riacho Fundo II.

O Parque Ecológico do Riacho Fundo possui cerca de 463,53 hectares e preserva patrimônio genético, veredas, campos de murundus e espécies únicas como a Lobelia brasiliensis.


Com informações: Instituto Brasília Ambiental / Jornal de Brasília

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