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PCDF prende “Deusa do Golpe”, chefe de esquema sofisticado de fraudes bancárias

PCDF prende “Deusa do Golpe”, chefe de esquema sofisticado de fraudes bancárias

Redação
Por: Redação
21/11/2025 às 11h50 Atualizada em 21/11/2025 às 14h50
PCDF prende “Deusa do Golpe”, chefe de esquema sofisticado de fraudes bancárias
Foto: Reprodução
A Polícia Civil do DF (PCDF) prendeu Anna Karolina e Silva, de 37 anos, conhecida como “Ryuk” e “Deusa do golpe”, apontada como líder de uma organização criminosa que utilizava biometrias falsificadas em agências bancárias para desviar valores milionários de contas em todo o Brasil. A prisão ocorreu durante a etapa final da Operação Liveness

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Divisão de Análise de Crimes Virtuais (DCV/CORF), prendeu nesta terça-feira (18/11) Anna Karolina e Silva, de 37 anos, apontada como a líder de um esquema de fraudes bancárias altamente estruturado.

A criminosa, que usava o codinome "Ryuk" (referência ao mangá Death Note), foi apelidada pelos investigadores de “Deusa do golpe” devido à sofisticação e organização das ações que comandava.

Detalhes da Operação Liveness

A prisão de Anna Karolina faz parte da etapa final da Operação Liveness, que desmantelou um grupo com atuação em diversos estados, especializado em manipulação de biometrias, lavagem de dinheiro e desvio de valores milionários.

  • Ações: Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, de forma simultânea no Distrito Federal, Rio de Janeiro e Goiás.

  • Modus Operandi: O golpe começava dentro das próprias agências bancárias. Os criminosos utilizavam documentos falsificados para substituir a biometria de clientes reais. Com acesso total às contas das vítimas, eles realizavam empréstimos de alto valor, saques, pagamentos e transferências em sequência.

  • Lavagem de Dinheiro: Para ocultar os valores roubados e dificultar o rastreamento, o grupo utilizava contas intermediárias (muitas vezes em nome de "laranjas") e comprava veículos registrados em nome de terceiros.

A PCDF conseguiu bloquear judicialmente cerca de R$ 500 mil vinculados diretamente ao esquema, valor que poderá ser usado para ressarcimento das vítimas. Celulares, documentos e mídias foram apreendidos e serão periciados, podendo revelar novos envolvidos e outras vítimas.


Com informações: Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), Jornal de Brasília

 
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