
O orçamento prevê uma despesa total de R$ 6,5 trilhões. A meta fiscal estabelecida é de um superávit de R$ 34,2 bilhões, com margem de tolerância que permite desde o déficit zero até um superávit de R$ 68,6 bilhões.
| Categoria de Despesa | Valor Estimado |
| Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social (OFSS) | R$ 6,3 trilhões |
| Investimento das Estatais | R$ 197,9 bilhões |
| Juros da Dívida Pública | R$ 1,82 trilhão (28% do OFSS) |
| Emendas Parlamentares | R$ 61 bilhões |
| Fundo Eleitoral | ~R$ 5 bilhões |
Salário Mínimo: Fixado em R$ 1.621 para 2026, valor que ficou R$ 10 abaixo da estimativa inicial do governo.
Isenção de IR: O líder do governo, Randolfe Rodrigues, destacou que a partir de janeiro de 2026, quem recebe até R$ 5.000 estará isento do Imposto de Renda, medida que deve beneficiar cerca de 90% dos contribuintes atuais.
O relatório destinou R$ 61 bilhões para emendas parlamentares, divididos entre:
Individuais (Impositivas): R$ 26,6 bilhões.
De Bancada (Impositivas): R$ 11,2 bilhões.
De Comissão: R$ 12,1 bilhões.
Adicionais (PAC e Discricionárias): R$ 11,1 bilhões.
Em sessão solene, o Congresso promulgou a Emenda Constitucional 138. Esta medida é um marco para a categoria docente, pois:
Autoriza a acumulação de um cargo público de professor com outro de qualquer natureza.
Antes, a Constituição restringia o acúmulo apenas a cargos "técnicos ou científicos", o que gerava insegurança jurídica.
A regra exige o respeito ao teto salarial do serviço público e a compatibilidade de carga horária.
Além do orçamento futuro, foram aprovados 20 projetos de crédito adicional para o ano corrente (2025), incluindo R$ 8,3 bilhões para o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, peça chave da Reforma Tributária.