
Com os termômetros em alta neste fevereiro de 2026, o melasma volta a ser o protagonista indesejado nos consultórios dermatológicos. A condição, caracterizada por manchas escuras e irregulares no rosto (testa, bochechas e buço), é uma hiperpigmentação crônica que afeta principalmente mulheres em idade reprodutiva.
O verão é o período crítico porque o melasma não reage apenas ao sol direto; ele é extremamente sensível ao calor e a diferentes tipos de luz. Segundo a Dra. Camille Maia, dermatologista da Pro Matre Paulista, a exposição acumulada e as variações hormonais — como as que ocorrem na gravidez ou pelo uso de anticoncepcionais — são os principais gatilhos para o surgimento e o escurecimento das marcas.
Muita gente acredita que basta passar o protetor solar uma vez ao dia para estar segura, mas o melasma exige uma estratégia mais complexa. Além dos raios ultravioleta (UV), a luz visível (emitida pelo sol e também por telas de computadores e celulares) tem um papel decisivo no agravamento das manchas.
"Proteção solar vai além do protetor: chapéus, roupas com proteção UV e evitar o horário de pico de radiação fazem parte de uma rotina inteligente", explica a Dra. Camille.
Outro fator importante é a temperatura: o simples mormaço ou o calor do fogão e do mormaço da praia podem dilatar os vasos e estimular a produção de melanina, resultando no temido escurecimento das bordas das manchas.
O melasma não oferece risco à saúde física, mas seu impacto na autoestima é profundo. Por ser uma condição persistente e com tendência a recaídas, muitas pacientes sentem frustração ao ver as manchas retornarem após as férias.
O que a dermatologia moderna oferece em 2026:
Fotoproteção com cor: O pigmento do protetor solar físico atua como uma barreira extra contra a luz visível.
Agentes Tópicos: Ácidos e clareadores específicos prescritos para uso noturno.
Procedimentos: Peelings, lasers e microagulhamento, realizados sempre fora do período de inflamação aguda.
A Pro Matre Paulista, reconhecida no ranking World's Best Specialized Hospitals 2026 da Newsweek, reforça que o manejo do melasma exige constância. Não existe "cura" definitiva, mas sim um controle rigoroso que permite viver o verão com conforto e pele saudável.
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