
A Mpox continua sob vigilância rigorosa das autoridades sanitárias brasileiras em 2026. Até o início de março, o Brasil já contabiliza 140 casos confirmados. No Distrito Federal, o monitoramento aponta uma ocorrência da doença este ano. O histórico do DF mostra uma flutuação importante, com 56 casos em 2024 e 25 em 2025, o que mantém o sistema de saúde local em alerta.
A grande novidade no combate à doença é a capacidade diagnóstica. O Sabin Diagnóstico e Saúde confirmou que seu teste RT-PCR é capaz de detectar a variante 1b, uma linhagem que tem gerado preocupação global. O exame é feito via swab (cotonete) em lesões de pele ou mucosas que apresentem bolhas ou crostas.
A transmissão ocorre principalmente pelo contato próximo com pessoas infectadas, materiais contaminados (como roupas de cama) ou animais silvestres (roedores). O período de incubação — tempo entre o contato e os primeiros sintomas — varia de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21.
Fique atento aos sinais:
Erupções e bolhas na pele (que evoluem para crostas);
Febre alta (acima de 38,5 °C);
Linfonodos inchados (ínguas);
Dores musculares, nas costas e calafrios;
Fraqueza intensa.
O Ministério da Saúde recomenda o isolamento de 21 dias para pacientes diagnosticados. Na maioria dos casos, a Mpox é autolimitada, ou seja, o corpo consegue combater o vírus sozinho sem necessidade de medicamentos específicos, apenas tratamento para aliviar as dores e a febre.
A atenção deve ser redobrada para grupos de risco, como crianças, gestantes e pessoas com o sistema imunológico fragilizado, que podem evoluir para quadros mais graves. A pessoa deixa de transmitir o vírus somente quando todas as crostas das feridas caem e uma nova camada de pele se forma.
Mpox / Variante 1b / Ministério da Saúde / Distrito Federal / PCR / Sabin / Vigilância Sanitária / Saúde Pública / Isolamento / Vírus MPXV