
O distrital avalia que o hospital "funciona na lógica de manicômio" e "deveria estar fechado pela lei": "Há 25 anos funciona na ilegalidade".Magno relatou, ainda, haver denúncias de tortura, de "enforcamento" e de falta de condições básicas de acolhimento. Ele informou ter acionado o Ministério Público e o Tribunal de Contas do DF.
"Não podemos mais tolerar nenhuma morte e nenhuma violação de direitos dentro de um hospital no DF", finalizou.
* Agência CLDF