Como as pesquisas em Jerusalém começaram
- Em 2019, as comunidades cristãs finalmente autorizaram um ambicioso projeto de renovação do piso, quase todo remanescente do século XIX, substituindo-o pela primeira vez desde o incêndio de 1808;
- A inauguração de um novo piso exigiu licença da Autoridade de Antiguidades de Israel, condição indispensável para qualquer sondagem oficial;
- “Durante as obras de renovação, decidimos também abrir focos de escavação sob o solo da igreja”, revela a arqueóloga. “Por ora, não há áreas ativas, pois nos preparamos para a Páscoa e precisamos manter o templo acessível aos peregrinos”;
- A equipe permanente em Jerusalém conta com dez a 12 profissionais, revezando-se em turnos que incluem arqueólogos, geólogos, arqueobotânicos e arqueozoologistas;
- Segundo Stasolla, “o ambiente é único; fomos calorosamente acolhidos e criamos vínculos fortes com todos os envolvidos”;
- Especialistas de Roma frequentemente desembarcam para dar suporte direto às escavações.
Linha do tempo das intervenções
- Século IV: Construção original pelo imperador Constantino;
- Século VII: Incêndio persa destrói parte da basílica;
- 1009: Ataque do califa Al‑Hakim;
- Século XII: Amplas reformas no período das Cruzadas;
- 1808: Grande incêndio, piso reconstruído no século XIX;
- 1810: Edícula atual erguida sobre o sepulcro;
- 2019: Acordo de renovação e início de trâmites com a Autoridade de Antiguidades de Israel;
- 2022: Início oficial das escavações arqueológicas;
- Março de 2025: Obras de renovação em curso.
