Cérebro armazenado e reativado anos depois: é possível?
- O armazenamento estaria relacionado ao conectoma — o conjunto único de conexões entre os neurônios de cada pessoa, responsável por codificar lembranças, personalidade e traços individuais.
- Se essas estruturas forem preservadas com técnicas como a criopreservação estabilizada por aldeído (que evita danos causados por cristais de gelo), há, segundo os especialistas, 40% de chance de que memórias possam ser recuperadas no futuro.
- O mesmo percentual foi atribuído à possibilidade de emular um cérebro inteiro a partir desse tecido preservado, o que poderia permitir não só a restauração de memórias, mas da consciência — levantando, inclusive, hipóteses sobre “vida após a morte” digital.
