O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro celebrou seis décadas de história com uma intensa programação de nove dias, culminando na vitória do longa-metragem 'Futuro Futuro', de Davi Pretto, que aborda os impactos da inteligência artificial e de uma nova síndrome neurológica na memória.
O
58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou-se no último sábado (20), após nove dias de intensa programação que celebrou os 60 anos da primeira Semana do Cinema Brasileiro. O evento exibiu
80 filmes (entre curtas e longas) selecionados de mais de 1.700 inscritos, reafirmando seu compromisso com a descentralização cultural ao levar sessões para Planaltina, Gama e Ceilândia. O grande vencedor da noite foi
'Futuro Futuro', de Davi Pretto, que levou o prestigiado
Troféu Candango de Melhor Longa-Metragem da Mostra Competitiva. A produção também conquistou os prêmios de
Melhor Roteiro e
Melhor Montagem (Bruno Carboni). O filme vencedor explora a influência da inteligência artificial e de uma síndrome neurológica na percepção da realidade.
Outros Destaques da Premiação Na Mostra Competitiva, o prêmio de
Melhor Direção foi para
Karol Maia por
Aqui Não Entra Luz, que também recebeu o Prêmio Zózimo Bulbul. Os prêmios de atuação foram para
Murilo Benício como Melhor Ator por
Assalto à Brasileira e
Dhara Lopes como Melhor Atriz por
Quatro Meninas. Na Mostra Brasília – Troféu Câmara Legislativa, o vencedor foi o longa
'Maré Viva, Maré Morta', de Cláudia Daibert, que levou tanto o prêmio do júri oficial quanto o júri popular. Entre os curtas da mesma mostra,
'Rainha', de Raul de Lima, foi o destaque. O Festival também prestou uma emocionante homenagem à atriz
Fernanda Montenegro, de 95 anos, que recebeu o
Troféu Candango pelo conjunto da obra.
Com informações de: Agência Brasília