
A aproximação máxima ocorreu exatamente às 3h02 (horário de Brasília). Apesar de estar sendo monitorado de perto por redes de alerta da ONU e agências espaciais, a distância de 270 milhões de km é considerada totalmente segura, situando-se muito além da órbita da Lua.
O cometa foi descoberto em julho e, desde então, tem sido o centro das atenções da comunidade científica global. Diferente dos cometas comuns, sua trajetória e velocidade indicam que ele não pertence ao nosso sistema estelar, mas sim a algum ponto remoto da galáxia.
O astrônomo Cristóvão Jacques, fundador do Observatório SONEAR, destaca que o maior desejo dos cientistas é identificar a estrela de origem do 3I/ATLAS.
O Problema da Origem: Determinar de qual sistema estelar ele veio permitiria comparar a composição química dessa estrela com a do cometa, revelando detalhes sobre a formação de outros sistemas planetários.
Complexidade Orbital: Jacques afirma que "retroagir a órbita dele para descobrir a estrela de origem... é uma tarefa quase impossível", o que mantém o local de nascimento do objeto como um mistério possivelmente eterno.
Composição Química: Estudos recentes já indicaram que o 3I/ATLAS possui características únicas, como uma rara "anticauda", que intriga pesquisadores sobre os materiais que o compõem.
Para debater esses mistérios, o programa Olhar Espacial desta sexta-feira (19) recebe Cristóvão Jacques para uma análise detalhada. O programa é apresentado por Marcelo Zurita, membro da Sociedade Astronômica Brasileira.
Horário: Sextas-feiras, às 21h (horário de Brasília).
Onde Assistir: Transmissão ao vivo pelos canais oficiais do Olhar Digital no YouTube, Facebook, Instagram, X, LinkedIn e TikTok.
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