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Tecnologia eleva ticket médio de restaurantes em 20%

Soluções digitais que integram funções em um único dispositivo ajudam empresas a aumentar a eficiência. Plataforma Consumer 16 busca atender à dema...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Dino
08/07/2026 às 16h56
Tecnologia eleva ticket médio de restaurantes em 20%
Divulgação Consumer

A digitalização das operações de bares e restaurantes tem avançado de forma acelerada no Brasil, impulsionada pela necessidade de tornar o atendimento mais ágil e reduzir falhas operacionais. Um levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), divulgado pela Central do Varejo, mostra que o setor de alimentação fora do lar movimentou cerca de R$ 495 bilhões em 2025, com a digitalização sendo apontada como um dos principais motores de crescimento.

Nesse cenário, soluções que concentram diferentes funções em um único dispositivo vêm ganhando espaço no mercado e transformando a rotina dos estabelecimentos. O Consumer 16 exemplifica essa tendência ao transformar equipamentos Smart POS em ferramentas completas de gestão para o salão, permitindo que garçons realizem lançamento de pedidos, controle de mesas e fechamento de contas diretamente no aparelho.

De acordo com Renato Almeida, CEO da Consumer, a decisão de integrar o sistema de gestão às máquinas de cartão mais utilizadas no mercado surgiu com o propósito de simplificar a operação dos restaurantes: "Identificamos que o uso de múltiplos aparelhos fragmenta a operação e aumenta o risco de falhas, seja na comunicação entre as etapas do atendimento, seja na perda de informações".

"Ao unificar tudo em um único dispositivo, queremos resolver dois dos maiores gargalos do setor: a demora no atendimento e a falta de mobilidade. Com essa solução, o garçom passa a ter todas as ferramentas necessárias na palma da mão, o que torna o serviço mais rápido", explica.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Ceuma indica que restaurantes que adotam tecnologias integradas podem reduzir em até 30% o tempo médio de atendimento e aumentar em até 20% o ticket médio, reforçando o impacto direto da tecnologia na eficiência e na rentabilidade.

Para o executivo da Consumer, o impacto da concentração de funções em um único equipamento pode ser sentido por toda a cadeia de atendimento. "Para o garçom, a rotina se torna mais ágil, já que ele deixa de se deslocar constantemente até o caixa para lançar pedidos. Para o gestor, o controle de mesas e o fechamento de contas ganham mais precisão e velocidade, com menos margem para erro humano", informa.

Almeida detalha que a redução de custos operacionais com a adoção de soluções como o Consumer 16 pode aparecer na otimização da mão de obra e no aumento da rotatividade das mesas. "Como o ciclo de pedido e pagamento se torna mais rápido, o restaurante consegue atender a um número maior de clientes no mesmo intervalo de tempo, o que impacta diretamente o faturamento. Some-se a isso a redução de erros de lançamento e um controle de estoque mais preciso, e o resultado é uma melhora consistente na margem de lucro do negócio", destaca.

Engajamento ainda é desafio

Nos estabelecimentos que ainda operam com sistemas e equipamentos desconectados, os problemas podem ser recorrentes. Divergências entre o que foi pedido e o que é cobrado, esquecimentos no lançamento de itens e retrabalho são falhas comuns que geram prejuízo financeiro e desgaste com o cliente.

"A integração resolve isso na raiz, garantindo que a informação registrada no pedido seja exatamente a mesma processada no fechamento da conta. Com o fluxo de dados centralizado e em tempo real, esse tipo de falha praticamente desaparece", afirma o CEO da Consumer.

O estágio de digitalização dos restaurantes brasileiros ainda é heterogêneo. Almeida menciona que estabelecimentos menores ou mais tradicionais demonstram resistência, muitas vezes por receio do custo inicial ou da curva de adaptação da equipe. No entanto, esse cenário vem mudando rapidamente.

"A grande maioria dos gestores já entende a tecnologia não como um custo, mas como um investimento estratégico indispensável para se manter competitivo em um mercado cada vez mais exigente", avalia.

Segundo Almeida, as tendências para os próximos anos apontam para a consolidação de operações "tudo em um" (all-in-one), em que a fronteira entre software de gestão e hardware de pagamento deixa de existir. Além disso, o uso de inteligência artificial para previsão de demanda e precificação dinâmica deve ganhar espaço.

"A Consumer pretende estar à frente desse movimento, desenvolvendo soluções que tornem a tecnologia de ponta acessível e simples de usar, para facilitar a transformação digital de bares e restaurantes de todos os tamanhos, do pequeno negócio de bairro à grande rede", conclui o executivo.

Para saber mais, basta acessar: https://consumer.com.br/

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