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Sociedade

Dia da Toalha: do ritual de bem-estar ao universo pop, item essencial do lar exige cuidados

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Especialista da Camesa destaca como preservar a qualidade do produto com cuidados simples no dia a dia

Presente em praticamente todos os lares, a toalha é um item indispensável da rotina e da decoração. Com origem nos tradicionais banhos termais da Turquia, ela vai muito além da funcionalidade: é símbolo de conforto, autocuidado e até objeto de celebração na cultura pop.

Curiosamente, a toalha conquistou seu lugar na literatura de ficção científica graças ao autor Douglas Adams, que a destacou como um dos itens mais úteis para um viajante intergaláctico em O Guia do Mochileiro das Galáxias. A importância atribuída ao objeto foi tamanha que, após a morte de Adams, fãs criaram o Dia da Toalha, comemorado em 25 de maio, em homenagem ao autor, à obra e, claro, às toalhas.

Diante de tanta relevância, é fundamental saber como cuidar adequadamente desse item para garantir durabilidade, maciez e eficiência. Camila Shammah, gerente de produtos da Camesa, marca especializada em desenvolver e comercializar artigos de cama, mesa e banho, compartilha orientações práticas para preservar a qualidade das toalhas no dia a dia. Confira:

1. Lave antes do primeiro uso

“Algumas toalhas podem conter resíduos de processos industriais para manter a boa aparência nas prateleiras”, explica Camila. “Por isso, é essencial lavá-las antes do primeiro uso, o que contribui para remover impurezas e ativar a capacidade de absorção.”

Ela também alerta para o uso moderado de sabão e amaciante durante as lavagens. “O excesso desses produtos forma uma camada gordurosa que prejudica a absorção da toalha”, diz.
2. Evite o sol direto e o ferro de passar

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A secagem deve ser feita à sombra e em ambientes ventilados. “O calor excessivo do sol resseca as fibras e pode causar encolhimento”, afirma. O uso do ferro de passar também não é recomendado, pois o calor intenso favorece a umidade interna do tecido, o que contribui para a proliferação de micro-organismos.

3. Lave com frequência e separadamente

O ideal é lavar a toalha a cada cinco usos, ou ao menos uma vez por semana. A especialista reforça a importância de lavagens separadas: “Misturar toalhas com roupas pode causar manchas e desgaste, além de transferir resíduos de outros tecidos. Zíperes e botões, por exemplo, danificam as fibras”.

4. Armazene corretamente

Nada de deixá-las expostas no banheiro após o uso. “É importante que estejam completamente secas antes de serem guardadas e que fiquem em locais livres de umidade, evitando mofo e deterioração”, finaliza Camila.

Sobre a Camesa

Presente nos lares brasileiros há 40 anos, a Camesa é uma das empresas mais completas no que diz respeito às linhas de cama, mesa, banho e decor. Com produtos para todos os gostos e estilos, a marca figura entre as principais companhias do setor e se mantém atenta a todas as novidades e tendências do mercado, proporcionando, ao seu público, itens diversos e exclusivos nas mais variadas categorias. Para saber mais, acesse: www.camesa.com.br

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Siga a Camesa:

@camesaoficial


*dezoitocom.com.br

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3 Comentários

1 comentário

  1. Adalyn Cowan

    25/05/2025 em 10:56

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Sociedade

Indústria de data centers intensifica marketing para conter oposição popular

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Grupos industriais investem milhões em publicidade para associar instalações de IA a empregos e energia limpa, enquanto estudos apontam baixa geração de postos de trabalho permanentes e impacto nas contas de luz

A rápida expansão dos centros de processamento de dados, impulsionada pelo boom da Inteligência Artificial, gerou uma crise de imagem para as gigantes de tecnologia. Para enfrentar a crescente resistência de comunidades locais, empresas como Meta e grupos de lobby como a Virginia Connects iniciaram campanhas de relações públicas em larga escala. Os anúncios, que inundam a TV e as redes sociais, apresentam os data centers como investidores em energia verde e motores de criação de “empregos bem remunerados”.

No entanto, a realidade técnica e econômica dessas instalações contradiz parte do discurso publicitário. Especialistas e pesquisadores alertam que, embora a construção exija milhares de trabalhadores temporários, a operação contínua de um data center demanda pouquíssima mão de obra humana, tornando-o uma das indústrias mais intensivas em capital e menos eficientes em geração de empregos permanentes por metro quadrado.

Investimento bilionário resulta em poucos postos operacionais

A principal bandeira das campanhas de marketing é a promessa de revitalizar economias locais. Contudo, estudos da Universidade de Michigan e da organização Food & Water Watch indicam que o custo para criar um único emprego permanente em um data center é quase 100 vezes maior do que em indústrias de manufatura ou armazenamento tradicional.

Diferente de uma fábrica, onde centenas de operários circulam diariamente, um data center de última geração é projetado para ser monitorado remotamente. Após a fase de obras, o quadro de funcionários fixos resume-se a poucas dezenas de técnicos de segurança e manutenção. Em Altoona, Iowa, por exemplo, a Meta afirma apoiar cerca de 400 empregos, um número significativamente menor do que os 1.000 postos gerados pelo cassino local, apesar do investimento bilionário em infraestrutura.

Residentes temem arcar com custos de expansão energética

Outro ponto de fricção é o consumo colossal de eletricidade e água. Na Virgínia, estado que abriga a maior concentração de data centers do mundo, 73% da população acredita que essas instalações são responsáveis pelo aumento nas tarifas de energia. A preocupação reside no fato de que a construção de novas linhas de transmissão e usinas para alimentar a IA acaba sendo financiada, em parte, por todos os consumidores da rede.

Para conter o desgaste político, reguladores da Virgínia aprovaram uma nova estrutura tarifária que entrará em vigor em 2027. O objetivo é garantir que as empresas de tecnologia paguem o “custo total do serviço”, protegendo os clientes domésticos de aumentos derivados da demanda industrial. Essa mudança reflete uma vitória para ativistas que comparam o marketing atual da indústria de tecnologia às antigas campanhas que omitiam os riscos do tabagismo.

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Quase 200 grupos ativos bloqueiam investimentos bilionários

A resistência não é apenas retórica; ela tem causado impactos financeiros reais. De acordo com o projeto Data Center Watch, entre abril e junho de 2025, grupos comunitários conseguiram bloquear ou atrasar 20 projetos, o que representa um potencial de US$ 98 bilhões em investimentos paralisados. As principais queixas incluem:

  • Drenagem de recursos hídricos: Necessidade de milhões de litros de água para resfriamento de servidores.

  • Poluição sonora e do ar: Ruído constante de sistemas de ventilação e uso de geradores a diesel em emergências.

  • Integridade de zonas úmidas: Impacto ambiental em áreas de preservação próximas às construções.

A indústria argumenta que sem esses centros, a evolução da sociedade digital e da economia da IA seria impossível. No entanto, para ativistas como Elena Schlossberg, do condado de Prince William, a “pasta de dente já saiu do tubo”: a conscientização pública sobre os custos sociais e ambientais dessas estruturas tornou o marketing tradicional insuficiente para convencer as comunidades de que o progresso tecnológico compensa os impactos locais.


Com informações: Grist, Politico, Spotlight Delaware

 

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Brasil

Brasileiros iniciam 2026 com maior otimismo nas finanças e no crédito

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Estudo da TransUnion revela que 73% das famílias esperam melhora financeira este ano, com a Geração Z liderando a confiança, apesar do alerta contínuo sobre a inflação

Os consumidores brasileiros entraram em 2026 com uma percepção renovada de otimismo em relação às suas perspectivas financeiras. De acordo com o mais recente estudo Consumer Pulse, conduzido pela TransUnion, 73% dos entrevistados acreditam que a situação econômica de suas famílias irá melhorar nos próximos 12 meses. O levantamento destaca que o crescimento recente da renda e a maior facilidade de acesso ao crédito são os principais pilares que sustentam esse sentimento positivo.

A Geração Z (jovens de 18 a 28 anos) desponta como o grupo mais confiante: 84% desses jovens preveem um cenário financeiro favorável para este ano. Entre os Millennials e a Geração X, a sensação de estabilidade também é predominante, com índices de 70% e 65%, respectivamente. Esse clima de esperança é reforçado pelo fato de que 76% dos brasileiros esperam novos aumentos salariais ou de renda ao longo de 2026.

Consumidores mantêm cautela e ajustes nos gastos opcionais

Apesar do otimismo generalizado, o planejamento das famílias brasileiras não está isento de preocupações. A inflação dos produtos de consumo diário é citada por 64% dos entrevistados como o maior desafio econômico, seguida pelas altas taxas de juros (52%) e pela insegurança em relação ao emprego (47%). Apenas 39% dos brasileiros acreditam que seus ganhos serão suficientes para acompanhar integralmente o aumento dos preços.

Para equilibrar as contas, os consumidores têm adotado uma postura de prudência:

  • Corte de supérfluos: 66% reduziram gastos com refeições fora de casa e 56% diminuíram o uso de aplicativos de entrega.

  • Viagens e lazer: 54% dos entrevistados afirmaram ter cortado ou adiado planos de viagens nos últimos três meses.

  • Serviços Digitais: Cerca de 21% cancelaram ou reduziram assinaturas de TV a cabo e internet para aliviar o orçamento mensal.

Motor de qualidade de vida e inclusão financeira

O acesso ao crédito continua sendo visto como um instrumento fundamental para o progresso socioeconômico no Brasil. Para 65% dos consumidores, o crédito é a via principal para alcançar objetivos de vida, como a casa própria, o financiamento de estudos ou a abertura de um novo negócio. Esse valor é ainda mais expressivo entre os jovens da Geração Z, onde 64% consideram o crédito vital para suas metas.

Helena Leite, especialista da TransUnion Brasil, observa que a confiança no sistema de crédito cresceu: 58% dos brasileiros sentem que têm acesso suficiente a produtos financeiros, um aumento notável em comparação ao final de 2024. No entanto, o estudo aponta uma desigualdade no atendimento: enquanto 71% das pessoas de alta renda se sentem bem atendidas, o índice cai para 47% entre a classe média, sugerindo uma demanda reprimida que as instituições financeiras ainda precisam suprir.

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Expectativas de alta atividade no setor bancário

Com a confiança em alta, a previsão é de um mercado de crédito aquecido para o restante do ano. Cerca de 38% dos brasileiros pretendem solicitar novos produtos financeiros ou refinanciar dívidas atuais nos próximos meses. Entre os produtos mais desejados estão:

  1. Novos cartões de crédito (38%)

  2. Empréstimos pessoais (36%)

  3. Aumento de limite de crédito (30%)

As instituições financeiras estão sendo desafiadas a utilizar dados alternativos para promover uma inclusão mais justa, permitindo que consumidores de rendas média e baixa também consigam aprovações. Para as empresas do setor, o momento é de fidelizar clientes através de ofertas personalizadas que antecipem as necessidades de consumo consciente desta nova fase econômica.


Com informações: TransUnion Brasil, Imagem Corporativa

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Brasil

Desigualdade racial e de gênero no Brasil apresentam estabilidade apesar de avanços econômicos

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Dados de 2024 indicam que a extrema pobreza atingiu níveis recordes de queda, mas a população negra ainda representa a maioria absoluta entre os estratos mais pobres, evidenciando barreiras estruturais

Embora o Brasil tenha registrado avanços significativos nos indicadores sociais nas últimas três décadas, a estrutura das desigualdades raciais e de gênero demonstra uma estabilidade persistente. Em 2024, o país alcançou os menores índices de pobreza desde meados dos anos 1990, com a extrema pobreza recuando de 25% para patamares inferiores a 5%. Entretanto, a desagregação desses dados revela que o benefício do crescimento econômico e das políticas públicas não atinge todos os grupos da mesma forma.

Segundo a teoria do prêmio Nobel Amartya Sen, a pobreza deve ser entendida de forma multidimensional, focando no que o indivíduo consegue realizar com seus recursos. No contexto brasileiro, essa “liberdade real” é limitada por hierarquias históricas. Mesmo com o aquecimento do mercado de trabalho e a consolidação de programas como o Bolsa Família, a população afrodescendente permanece sobrerepresentada nos indicadores de vulnerabilidade social.

Raça e gênero como determinantes da vulnerabilidade

Os números de 2024 ilustram a disparidade entre os grupos étnico-raciais. Pessoas pretas e pardas compõem 57% da população brasileira, mas somam mais de 70% do total de brasileiros vivendo em situação de pobreza ou extrema pobreza. Enquanto a extrema pobreza atinge pouco mais de 2% da população branca, o índice sobe para aproximadamente 5% entre os pardos.

A desigualdade é visível também no mercado de trabalho, mesmo quando se compara profissionais com o mesmo nível de escolaridade. No ensino superior completo, a disparidade salarial é acentuada:

  • Trabalhadores brancos: Recebem, em média, R$ 43,20 por hora.

  • Trabalhadores pretos: Recebem cerca de R$ 29,90 por hora para funções equivalentes.

Historicamente, entre 2012 e 2024, a renda domiciliar per capita da população negra manteve-se em torno de apenas 50% da renda da população branca. Esse fenômeno sugere que, embora todos os grupos tenham tido ganhos nominais, a distância relativa entre as bases e o topo da pirâmide social não sofreu alterações estruturais.

Regressividade fiscal e responsabilidade doméstica

O modelo tributário brasileiro, focado no consumo (impostos indiretos), agrava a situação da população negra. Como este grupo concentra-se nas faixas de menor renda, uma parcela proporcionalmente maior de seus ganhos é consumida por impostos embutidos em produtos básicos.

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Dentro deste cenário, as mulheres negras enfrentam o maior desafio. Elas acumulam as menores médias salariais, ocupações mais precárias e, frequentemente, a responsabilidade exclusiva pelo sustento e cuidado dos domicílios. Esse acúmulo de fatores faz com que os ciclos de recuperação econômica cheguem por último a esse segmento, dificultando a conversão de ganhos salariais em mobilidade social real.

Desafios na conversão de diploma em prestígio social

Nas últimas décadas, políticas de ação afirmativa e a expansão do acesso ao ensino superior aumentaram a presença de pessoas negras nas universidades e no serviço público. No entanto, o acesso à educação não tem garantido automaticamente a ocupação de cargos de alto prestígio ou liderança no setor privado.

As desigualdades permanecem profundas na pós-graduação, na produção científica e no mercado de trabalho qualificado. Especialistas apontam que o racismo sistêmico atua como um filtro que restringe a conversão dos títulos acadêmicos em ascensão profissional duradoura. Para superar esse quadro, economistas defendem que o país precisa ir além da gestão técnica da pobreza e enfrentar as estruturas de dominação que mantêm as hierarquias sociais praticamente inalteradas, apesar da flutuação positiva dos números macroeconômicos.


Com informações: Diplomatique

 

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