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Distrito Federal

Aberta seleção para 10 áreas da saúde com salários de até R$ 15 mil

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Inscrições para vagas de nutricionistas, médicos, técnicos de enfermagem e analistas vão até o dia16; veja como participar e os requisitos

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) anunciou, nesta segunda-feira (10), a abertura de um novo processo seletivo para profissionais da saúde. As vagas são destinadas a nutricionistas, médicos de diversas especialidades, técnicos de enfermagem e analistas. A carga horária varia entre 24 e 40 horas semanais, com remuneração entre R$ 2.818,34 e R$ 15.292,32, conforme o cargo e o nível de escolaridade. As inscrições ficam abertas até o dia 16 deste mês.

Além da remuneração atrativa, os profissionais selecionados terão benefícios como auxílio-transporte, abono semestral, folga no aniversário e acesso a um clube de vantagens com descontos em estabelecimentos parceiros. Para mais informações sobre o processo seletivo e detalhes sobre como se inscrever, acesse o site oficial do IgesDF.

Confira abaixo os requisitos para as vagas.

Nutricionista clínico
→ Diploma do curso de nutrição reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) ou declaração de conclusão de curso de até seis meses
→ Pós-graduação ou residência concluída em áreas correlatas à nutrição clínica ou terapia nutricional, comprovada por meio de diploma
→ Registro ativo no Conselho Regional de Nutricionista (CRN), comprovada por meio da carteira profissional
→ Experiência mínima de seis meses como Nutricionista, conforme área de atuação do cargo
→ É desejável ainda que o candidato tenha experiência mínima de seis meses com terapia nutricional e parenteral, experiência mínima de seis meses com atuação em EMTN (Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional), conhecimento em sistema de gestão e prontuário eletrônico, como MV, Trackcare entre outros. Para mais informações e detalhes sobre o processo seletivo, acesse o site oficial do IgesDF e consulte o edital nº 32/2025.

Médico cardiologista
→ Diploma de medicina reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) ou declaração de conclusão de curso de até seis meses
→ Residência médica com RQE ou título de especialista em cardiologia emitido pela AMB/Sociedade Brasileira de Cardiologia
→ Registro ativo no Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM/DF)
→ Experiência mínima de seis meses como médico cardiologista em ambiente hospitalar
→ Experiência mínima de seis meses em emergência cardiológica
→ Experiência mínima de seis meses em atendimento de emergência a pronto-socorro e procedimentos invasivos
→ É desejável ainda que o candidato tenha conhecimento em sistema de gestão e prontuário eletrônico, como MV ou Trackcare entre outros. Para mais informações e detalhes sobre o processo seletivo, acesse o site oficial do IgesDF e consulte o edital nº 033/2025.

Técnico de enfermagem – Centro Cirúrgico
→ Diploma do curso técnico de enfermagem reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) ou declaração de conclusão de curso de até seis meses
→ Registro ativo no Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren/DF)
→ Experiência mínima de seis meses como técnico de enfermagem em centro cirúrgico
→ É desejável ainda que o candidato tenha curso de atendimento a parada cardiorrespiratória, curso de administração de medicamentos, curso de qualidade e segurança do paciente, conhecimento em Sistema de Gestão e prontuário eletrônico, como MV ou Trackcare entre outros. Para mais informações e detalhes sobre o processo seletivo, acesse o site oficial do IgesDF e consulte o edital nº 034/2025.

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Médico proctologista
→ Diploma de medicina reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) ou declaração de conclusão de curso de até seis meses
→ Residência médica com RQE ou título de especialista em coloproctologia emitido pela AMB/Sociedade Brasileira de Coloproctologia;
→ Registro ativo no Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM/DF)
→ Experiência mínima de seis meses como médico proctologista
→ É desejável ainda que o candidato tenha mestrado e/ou doutorado na área de proctologia. Experiência mínima de seis meses com trabalhos científicos em áreas cirúrgicas de proctologia, conhecimento em sistema de gestão e prontuário eletrônico, como MV ou Trackcare entre outros. Para mais informações e detalhes sobre o processo seletivo, acesse o site oficial do IgesDF e consulte o edital n.º 035/2025.

Médico nefrologista – Hospital Regional de Santa Maria (HRSM)
→ Diploma de medicina reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) ou declaração de conclusão de curso de até seis meses
→ Residência médica com RQE ou título de especialista em nefrologia emitido pela AMB/Sociedade Brasileira de Nefrologia
→ Registro ativo no Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM/DF)
→ Experiência mínima de seis meses como médico nefrologista
→ É desejável ainda que o candidato tenha mestrado e/ou doutorado na área de nefrologia. Experiência mínima de seis meses com trabalhos científicos em áreas cirúrgicas de nefrologia, conhecimento em sistema de gestão e prontuário eletrônico, como MV ou Trackcare entre outros. Para mais informações e detalhes sobre o processo seletivo, acesse o site oficial do IgesDF e consulte o edital n.º 036/2025.

Analista II – Contábil
→ Diploma do curso de ciências contábeis reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) ou declaração de conclusão de curso de até seis meses
→ Pós-graduação cursando na área de contabilidade, como auditoria, controladoria, economia, finanças, perícia contábil, entre outras
→ Registro ativo no Conselho Regional de Contabilidade (CRC/DF)
→ Experiência mínima de seis meses como analista contábil
→ Conhecimento em Pacote Office
→ É desejável ainda que o candidato tenha experiência mínima de seis meses com indicadores de resultados, conhecimento em processos de análise e classificação de documentos fiscais, registro dos fatos contábeis, conciliação contábil, elaboração de projeções contábeis e notas explicativas; conhecimento em desenvolvimento de relatórios corporativos; conhecimento em legislação fiscal e tributária (IR, CSL, ISS, Cofins, PIS) e conhecimento com calculadora financeira HP12C. Para mais informações e detalhes sobre o processo seletivo, acesse o site oficial do IgesDF e consulte o edital nº 037/2025.

Distrito Federal

Cesta básica registra queda de 7,65% em Brasília no segundo semestre de 2025

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Capital federal lidera redução no Centro-Oeste. Arroz, tomate e batata estão entre os itens que mais contribuíram para a diminuição do custo dos alimentos

Brasília registrou queda de 7,65% no preço da cesta básica de alimentos no segundo semestre de 2025, saindo de R$ 758,19 em julho para R$ 714,21 em dezembro – valor R$ 43,98 menor ao fim do ano. O balanço das 27 capitais foi divulgado nesta terça-feira, 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado coloca Brasília como a cidade com maior redução no custo da cesta básica em todo o Centro-Oeste no período.

O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Firmada oficialmente em 20 de agosto do ano passado, a parceria entre os órgãos passou a acompanhar os preços em todas as 27 capitais brasileiras.

ITENS ESSENCIAIS – Em Brasília, a redução foi puxada principalmente pela queda expressiva nos preços de itens essenciais. O tomate apresentou recuo de 38,62%, seguido pela batata (-25,00%) e pelo arroz (-22,08%). Também tiveram diminuição relevante os preços do açúcar (-15,93%), da banana (-15,49%) e do café (-13,96%).

Esses resultados contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias brasilienses, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade social, para as quais a alimentação representa parcela significativa da renda mensal.

POLÍTICA AGRÍCOLA E ABASTECIMENTO – De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a queda generalizada no preço da cesta básica em todas as capitais reflete os efeitos positivos da política agrícola do Governo do Brasil. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou.

Segundo Pretto, os Planos Safra — tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar — vêm registrando valores recordes, com ampliação do crédito e juros subsidiados. “O efeito é a maior safra da série histórica, o que se traduz em mais comida disponível e preços mais acessíveis para a população”, destacou.

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Redução do preço no período chegou a -9,08%, em Boa Vista (RR), por exemplo

CAPITAIS – Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve redução de 9,08% no valor da cesta básica de alimentos, no acumulado dos últimos seis meses do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho, para R$ 652,14 em dezembro – valor R$ 60,69 menor no fim no ano. Logo atrás ficou Manaus (AM), com diminuição de 8,12% no preço, saindo de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos no último mês do ano. Fechando o ranking, Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar, com queda de 7,90%, com cestas que custavam R$ 738,09 em julho e chegaram a R$ 677 em dezembro – R$ 61,09 mais baratas. Na ponta contrária da tabela, estão Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de 1,56%, 2,10% e 2,16%, respectivamente, no agrupado do período.

REGIÕES – Boa Vista lidera o cenário no Norte, assim como Fortaleza no Nordeste do país. Já no Centro-Oeste, Brasília é a recordista em declínio de preço da cesta, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis, que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Por fim, Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos no compilado das pesquisas da última metade do ano passado.PARCERIA – A coleta de preços de alimentos básicos foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras, resultado da parceria entre a Conab e o Dieese. A iniciativa reforça a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados da Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos com todas as capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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84,5% da população do Distrito Federal integra as classes A, B e C

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Entre 2022 e 2024, o Distrito Federal ampliou de 82,7% para 84,5% as pessoas nas classes de maior renda, conforme aponta estudo da FGV

O Distrito Federal registrou um aumento de 1,8 pontos percentuais das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 82,7% para 84,5% no estado, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período. Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda.

A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”. Wellington Dias – Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

INTEGRAÇÃO – A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda. “A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Distrito Federal

Franchising em alta: Distrito Federal fatura R$ 1,7 bilhão com franquias no 3º trimestre de 2025

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Setor registra crescimento de 8,5% no DF, impulsionado pelos segmentos de Saúde, Beleza e Serviços Automotivos; estabilidade no número de lojas mostra maturidade do mercado local

O mercado de franquias no Distrito Federal continua a demonstrar força e resiliência. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) revelam que o setor movimentou R$ 1,7 bilhão entre julho e setembro de 2025 na capital federal. O resultado representa uma alta de 8,5% em comparação ao mesmo período de 2024, acompanhando o fôlego do cenário nacional, que faturou R$ 76,6 bilhões no trimestre.

Com 4.727 unidades em operação no DF, o setor apresentou estabilidade no número de lojas, mas um ganho expressivo em eficiência e faturamento. Para especialistas, esse cenário indica que as redes instaladas em Brasília e nas Regiões Administrativas estão mais maduras e conseguindo extrair maior rentabilidade de suas operações.

Os setores que mais cresceram no DF

A expansão do faturamento na capital foi puxada por três pilares principais que refletem as novas prioridades de consumo da população:

  1. Saúde, Beleza e Bem-Estar: O desejo por autocuidado e qualidade de vida manteve as clínicas de estética e saúde no topo da lista.

  2. Limpeza e Conservação: Reflete a tendência de terceirização de serviços profissionais para empresas e residências.

  3. Serviços Automotivos: Com o aumento da frota e a necessidade de manutenção rápida, as redes especializadas ganharam a confiança do motorista brasiliense.

DF como polo estratégico de investimentos

Eduardo Santinoni, diretor regional da ABF Centro-Oeste, destaca que o Distrito Federal possui um perfil urbano e de alto poder aquisitivo que atrai marcas nacionais e internacionais. Segundo ele, a estabilidade no número de operações — com avanço de apenas 0,4% — prova que o mercado local não está apenas “abrindo lojas”, mas consolidando marcas que já funcionam.

“O DF apresenta um mercado sólido e grande demanda por serviços. O crescimento consistente do faturamento mostra maturidade das redes e confiança do consumidor”, avalia Santinoni.

Oportunidades para o Entorno

A pujança do franchising no DF transborda para cidades como Novo Gama e Valparaíso. Com o mercado saturado em algumas áreas do Plano Piloto, muitas franqueadoras estão olhando para o Entorno Sul como a próxima fronteira de expansão, buscando empreendedores locais que desejam investir em modelos de negócio testados e com suporte de marca.


Com informações: Associação Brasileira de Franchising (ABF), DFREIRE Comunicação

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