Ligue-se a nós

Comportamento

Ansiedade, desânimo e outras questões emocionais afligem estudantes no Brasil

Publicado

no

adoecimento psíquico de jovens brasileiros tornou-se um fantasma que ronda a comunidade acadêmica. Assistimos a um crescente aumento nos índices de sofrimento psíquico da juventude brasileira, com destaque aos universitários, situação já mapeada por órgãos de saúde e educação nacionais.

Continuar Lendo
Anúncio
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Comportamento

Dia dos Namorados: saiba quais são as flores ideais para cada relacionamento

Publicado

no

Por

Brasília é a segunda capital do país em consumo desse segmento, atrás apenas de São Paulo; mercado local conta com 250 produtores, que geram em torno de 5 mil empregos

Escolher a flor perfeita para o Dia dos Namorados, celebrado nesta quarta-feira (12), pode ser um desafio, mas, conhecendo o perfil do relacionamento, a tarefa fica mais fácil. Para um namoro romântico, duradouro, aventureiro ou recém-iniciado, cada tipo de relacionamento tem uma flor que pode ser a pedida perfeita para não deixar a data passar em branco. A Agência Brasília esteve na Central Flores, nas Centrais de Abastecimento do DF (Ceasa), para mostrar as principais escolhas para os apaixonados. Confira.

Relacionamentos intensos e românticos

Com cores vibrantes que remetem à paixão, rosas vermelhas estão sempre em alta | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília

“O Dia dos Namorados é guiado pela cor, não pela espécie da flor em si”. afirma André Marques, presidente da Central Flores

Na maioria dos casos, as plantas de corte são as mais procuradas em datas comemorativas. Para aqueles casais mais intensos, as rosas brasileiras e colombianas estão sempre em alta no Dia dos Namorados. Tanto para surpreender a pessoa amada com um buquê quanto para complementar um outro presente, as rosas têm cores vibrantes que remetem à paixão e podem ser usadas em arranjos, cestas com chocolates, coroas para decoração de mesas e ambientes ou caixas de rosas acompanhadas de presentes.

“O Dia dos Namorados é guiado pela cor, não pela espécie da flor em si”, afirma o presidente da Central Flores, André Marques. “As cores transmitem a personalidade de cada casal. É uma data na qual as flores de corte são muito tradicionais, que podem ser o próprio presente ou podem vir acompanhando uma outra surpresa. Os arranjos trazem esse romantismo carregado de beleza, delicadeza e perfume.”

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

 Relacionamentos mais longos

Flores de tons mais sóbrios são indicadas para namoros e relacionamentos mais longos

Para os namoros mais duradouros, a sugestão é investir em flores com cores sóbrias, suaves e delicadas, como branco, rosa e bege. Rosas e lírios, tulipas, peônias e hortênsias são algumas das opções para expressar a profundidade e a maturidade de um relacionamento mais longo. “Aqui, temos vários tipos de buquê: o tradicional de rosas, o misto – no qual, além de rosas, colocamos astromélia e lisianto – e o com folhagens de eucalipto”, informa o produtor José Vanderley Lourenço. “Todos ficam lindos”.

Já para aqueles que são casados, mas não querem deixar a data passar em branco, as flores podem surpreender a pessoa amada. Para esses casos, o tempo de relacionamento reflete em presentes mais certeiros. Orquídeas (PhalaenopsisCymbidium ou Cattleya) ou outras espécies específicas a gosto do parceiro ou parceira são as mais recomendadas para esses casais.

“Os casados que querem surpreender no Dia dos Namorados conseguem dar presentes mais definidos; são pessoas que se conhecem há um tempo e já sabem o que o parceiro ou parceira gosta e quais as preferências”, pontua André Marques.

Mercado aquecido

De acordo com dados divulgados pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater), o DF conta com cerca de 250 produtores de flores que geram em torno de cinco mil empregos. O valor de produção, em 2023, superou a marca de R$ 200 milhões, tornando o DF a segunda maior capital do país em consumo de flores, atrás apenas de São Paulo.


R$ 200 milhões – Total movimentado em 2023 pelo setor de produção de flores no DF

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

“O DF é a unidade da Federação com maior renda per capita do país”, lembra a técnica Clarissa Campos, da Emater. “Os brasilienses gostam muito de floricultura e de paisagismo. Somos uma capital com muitos eventos também, o que colabora no aumento do consumo de flores.”

Quem adquire as flores diretamente dos produtores locais, além de incentivar e aquecer a economia e produção local, garante um produto de melhor qualidade para presentear. “As flores vindas de outro local passam pelo processo de transporte até chegar à sua casa, o que pode tirar o frescor e a beleza da planta”, ensina Clarissa. “Essas que são vendidas aqui estão mais vivas e frescas porque são plantadas, colhidas e vendidas diretamente ao consumidor final”.

Central Flores

O espaço oferece aos clientes uma grande variedade de flores, plantas ornamentais e ervas aromáticas produzidas no DF, além de acessórios para a decoração de ambientes, empresas e eventos. O local dispõe de 65 boxes e 26 produtores reunidos em um só lugar.

Francisco Viana mantém a tradição há 43 anos: “Desde a nossa época de namorados, eu sempre dou flores para ela”

“A central reúne os principais produtores de Brasília”, aponta André Marques. “Somos uma associação, e, por isso, o cliente que vier nos visitar terá diferentes tipos de atendimentos personalizados. Cada box tem um perfil de acolhimento e de produto para seus clientes.”

O professor Francisco Viana, 65, faz questão de dar flores à esposa nas datas comemorativas. No Dia dos Namorados, não poderia ser diferente. Para ele, a tradição de presentear já tem 43 anos. “Desde a nossa época de namorados, eu sempre dou flores para ela”, conta. “É algo que eu gosto, então já se tornou um costume no nosso relacionamento. Eu sempre venho aqui na central porque é mais barato e tem muita variedade”.

Siga nossas redes sociais: Facebook Instagram.


Fato Novo com informações e imagens: Agência Brasília

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Continuar Lendo

Comportamento

Primeiro ‘bordel cibernético’ com bonecas de IA traz preocupação com vício e defesa da ‘desumanização’ de trabalhos sexuais

Publicado

no

Por

Indústria do entretenimento adulto também está embarcando na Inteligência Artificial (IA); entenda preocupações e argumentos favoráveis a esse uso.

No final deste mês, adultos em Berlim poderão reservar uma hora com uma boneca sexualizada feita de inteligência artificial (IA), quando o primeiro bordel cibernético do mundo lançará seu serviço após uma fase de testes.

Os clientes poderão interagir verbal e fisicamente com personagens feitos de IA.

“Muitas pessoas se sentem mais confortáveis em compartilhar assuntos privados com uma máquina, porque ela não julga”, defende Philipp Fussenegger, fundador e proprietário da Cybrothel.

“Antes, havia um interesse significativo em bonecas com dubladoras, onde os usuários podiam apenas ouvir a voz e interagir com a boneca. Agora, há uma demanda ainda maior por interação com inteligência artificial.”

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Essa é apenas uma das muitas maneiras pelas quais a IA generativa está sendo usada pelo setor de entretenimento adulto.

Uma análise da consultoria SplitMetrics revelou que os aplicativos de IA com a finalidade de oferecer companhia chegaram a 225 milhões de downloads na loja virtual Google Play Store.

“Espero que mais desenvolvedores de aplicativos observem essa tendência e procurem maneiras para esse setor ser ainda mais inovador e monetizado”, aponta o gerente geral da SplitMetrics, Thomas Kriebernegg.

Usar a IA para oferecer companhia aos usuários pode ser algo lucrativo, diz Misha Rykov, pesquisador de privacidade do projeto Privacy Not Included, da Fundação Mozilla.

“Dado que a maioria dos chatbots [assistentes virtuais] cobra taxas e que a tecnologia principal foi desenvolvida em outro lugar [como Open AI], parece um negócio com alta margem de lucro. Além disso, esses aplicativos coletam dados pessoais e muitas vezes os compartilham com terceiros, como anunciantes — um modelo de negócios testado e comprovado.”

Mas a fusão da IA com negócios do ramo de entretenimento adulto disparou o alarme.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Um problema está nas tendências inerentes à IA generativa, que produz novos conteúdos com base nos dados com os quais foi treinada.

Existe o risco de que estereótipos de gênero retrógrados sobre sexo e prazer estejam presentes em chatbots sexuais, diz Kerry McInerney, pesquisadora sênior do Centro Leverhulme para o Futuro da Inteligência, da Universidade de Cambridge.

“É crucial que compreendamos que tipos de conjuntos de dados são usados para treinar chatbots sexuais, caso contrário, corremos o risco de replicar ideias sobre sexo que rebaixam o prazer feminino e ignoram o sexo que existe fora das relações heterossexuais.”

Existe também o risco de dependência, diz Rykov, que afirma que os chatbots de IA têm como alvo pessoas solitárias, principalmente homens.

“A maioria dos chatbots de IA que analisamos têm alto potencial viciante e vários danos em potencial, especialmente para usuários com problemas de saúde mental.”

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Ele também indica que já foram encontrados em chatbots menções a assuntos como abuso, violência e pedofilia.

Há também a questão da privacidade. Os chatbots de companhia são projetados para coletar “uma quantidade sem precedentes de dados pessoais”.

Rykov acrescenta que 90% dos aplicativos analisados ??pela Mozilla “podem compartilhar ou vender dados pessoais”, enquanto mais da metade não permite que os usuários excluam dados pessoais.

Outros alertam sobre os possíveis impactos negativos desse uso da IA nas relações do mundo real.

“Algumas dificuldades podem surgir se encontros reais forem profundamente decepcionantes porque não atendem aos padrões estritamente definidos que os usuários experimentam na pornografia de IA”, aponta Tamara Hoyton, consultora sênior do serviço de aconselhamento para relacionamentos Relate.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Hoyton acrescenta que, em alguns casos, a pornografia de IA pode levar os usuários a áreas perigosas.

“Não há nada de errado com um pouco de fantasia, e muitas pessoas são despertadas por pensamentos sobre os quais não têm absolutamente nenhuma intenção de agir; a pornografia com IA pode ser vista assim.”

“Mas se isso esbarrar na questão do consentimento, por exemplo, em que há um senso de possessão [sobre um objeto sexual], ou que todos serão a projeção daquilo que o excita, com base na experiência do usuário, então há um problema.”

As empresas que utilizam IA na indústria do entretenimento adulto reconhecem que é necessário ter cautela, mas argumentam que essa tecnologia tem um papel importante a desempenhar.

Philipp Hamburger, chefe de IA da Lovehoney, diz que a empresa pretende “melhorar a experiência sexual dos seus clientes, em vez de substituí-la, o que é uma fronteira importante a traçar”.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Outros acreditam que a IA terá um efeito positivo no setor. Ruben Cruz é o cofundador da The Clueless Agency, com sede em Barcelona, ??que criou uma das primeiras influenciadoras de IA, Aitana Lopez.

Ele ressalta que a indústria do sexo sempre existirá e que a IA pode ajudar a mitigar preocupações éticas, garantindo que esse ramo não conte com pessoas reais — na prostituição ou na produção de filmes pornô, por exemplo.

“Esta mudança visa garantir que nenhuma pessoa, homem ou mulher, tenha de ser explicitamente sexualizada no futuro.”


Fato Novo com informações: Correio Braziliense

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90
Continuar Lendo

Brasil

Celular só aos 14: movimento de mães defende infância sem smartphone

Publicado

no

Por

Movimento Desconecta, criado em colégio de São Paulo, propõe acordo entre pais para que crianças só tenham smartphones aos 14 anos de idade

Um grupo de mães de São Paulo decidiu criar um movimento para adiar o acesso de crianças e adolescentes aos smartphones. A iniciativa, que ganhou o nome de Movimento Desconecta, propõe que os pais façam um acordo entre si e só presenteiem os filhos com celulares a partir dos 14 anos. Já as redes sociais seriam liberadas apenas depois dos 16 anos.

O movimento é inspirado em ações parecidas de outros países, como a Wait until 8th e Smartphone Free Childhood, dos Estados Unidos e Reino Unido respectivamente, e leva em consideração uma série de pesquisas que alertam para os riscos do uso excessivo de telas e redes sociais entre crianças.

A ideia brasileira surgiu em abril, em uma escola particular de São Paulo. Cofundadora do movimento, Camila Bruzzi explica que ela e outras mães perceberam que, por mais que quisessem adiar a entrega de smartphones aos filhos, a decisão seria dificultada se outras crianças ao redor tivessem acesso ao celular.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

“Caiu a ficha do quanto essa questão social é determinante para esse momento em que o pai e a mãe dão o celular para a criança. Então a gente pensou: ‘Se o grande motivo é que todo mundo tem, isso a gente consegue influenciar’.”

A partir daí, teve início um debate sobre o tema com outros pais por meio de um grupo de WhatsApp. Em pouco tempo, a ideia de criar um “grande acordo” para adiar a entrega dos smartphones ganhou força entre eles e acabou furando a bolha do colégio.

“Mesmo antes de a gente começar a divulgar, começamos a receber mensagens de pais de outras escolas”, conta Camila.

Debate sobre o tema

As fundadoras do movimento criaram um perfil no Instagram e um site para reunir as informações sobre o tema. Em um mês, a página na rede social chegou a 17 mil seguidores.

O grupo divulga uma série de dicas para que outros pais possam discutir o tema nas escolas dos filhos e em outros espaços de convívio com crianças. No site do movimento, as fundadoras criaram um passo a passo, explicando como levar o debate sobre o assunto adiante e incentivando mais famílias a aderirem ao acordo.

As mães também defendem que as escolas se tornem “zonas livres de telefones celulares” e que as crianças possam brincar livremente para promover a interação social.

Os objetivos são inspirados em recomendações do psicólogo social Jonathan Haidt, autor do livro “A geração ansiosa” e que estudou o impacto dos smartphones na vida de crianças e adolescentes. Segundo ele, o uso excessivo de telas aumentou os casos de depressão e ansiedade na infância.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Outros estudos também mostram que smartphones podem prejudicar o desenvolvimento de crianças, afetar a aprendizagem e a socialização delas.

Camila explica que o Movimento Desconecta não prega a exclusão total das telas, mas entende que adiar a presença do smartphone na infância é uma forma de equilibrar o uso das tecnologias.

“A gente sabe que as crianças hoje estão imersas em uma realidade em que elas têm contato com a tecnologia, com as telas. Elas usam dispositivos digitais nas escolas. O que a gente está falando é para sermos mais conscientes e adiarmos a entrega do celular porque é algo que vai dar um acesso ilimitado no bolso deles a qualquer momento. A nossa proposta é sobre balanço, sobre equilíbrio, e adequado à maturidade neurológica de cada idade.”

O grupo tem feito uma série de campanhas de conscientização sobre o assunto para ampliar o número de pais adeptos à iniciativa.

Também cofundadora do movimento, Fernanda Cytrynowicz diz que o acordo foi a forma que as mães encontraram para proteger mais os filhos. “Nossa vontade é de que eles tenham uma infância mais saudável”, diz ela.

Celular na escola

Um projeto de lei da deputada estadual Marina Helou (Rede), em debate na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), prevê que os celulares sejam proibidos nas escolas.

O PL se baseia, entre outros dados, em um levantamento da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que aponta que alunos têm pontuações mais baixas no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) quando utilizam a internet por longos períodos.

Anúncio
Alle Rede Ads 728x90

Não há previsão de quando o projeto será levado para votação.


Fato Novo com informações: Metrópoles

Continuar Lendo

Mais vistas