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Apoiadores de Bolsonaro pedem anistia em ato no DF após sanções dos EUA

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Manifestação em Brasília reúne bolsonaristas contra o ministro Alexandre de Moraes e em defesa de anistia para réus dos atos de 8 de janeiro. Evento faz parte de mobilização nacional em 62 cidades

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizaram um ato na manhã deste domingo (3) em Brasília (DF), em defesa do político e contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O evento faz parte de uma mobilização nacional em 62 cidades brasileiras.

Os manifestantes, concentrados no Eixo Rodoviário Sul, na altura da sede do Banco Central, também pediram anistia para os acusados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, que resultaram na depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília.

O ex-presidente Bolsonaro é réu em um processo no STF relacionado a tentativa de golpe de Estado em 2022, visando mantê-lo na Presidência após sua derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A anistia requisitada pelos apoiadores visa livrar Bolsonaro e outros envolvidos da trama e dos atos de 2023 de uma eventual condenação.

Articulação e presença política

A mobilização foi articulada pelo pastor Silas Malafaia, que chamou o movimento de “Reaja Brasil”. Em Brasília, a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) ajudou a organizar o ato, declarando: “Estamos aqui pelo nosso amado Jair Bolsonaro”.

Participaram também os políticos senador Izalci Lucas (PL-DF), deputados Thiago Manzoni (PL) e Pastor Daniel de Castro (PP), além do desembargador aposentado Sebastião Coelho, que chamou Moraes de “criminoso”.

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A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) questionou durante o evento: “Que crime Bolsonaro cometeu?” e afirmou que a oposição pretende pedir a anistia no Congresso, bem como o impeachment de Moraes.

Contexto das sanções dos EUA

As manifestações ocorrem dias após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes via Lei Magnitsky e aplicar um “tarifaço” de 50% sobre produtos brasileiros. Trump justificou as medidas alegando violação de direitos fundamentais por Moraes no julgamento dos processos envolvendo Bolsonaro.

Bolsonaro, que está sob medidas cautelares determinadas por Moraes, incluindo uso de tornozeleira eletrônica e proibição de sair de casa nos finais de semana, não participou do ato.

Após os discursos, os manifestantes seguiram em caminhada pelo Eixo Rodoviário Sul (Eixão), que fica fechado para veículos aos domingos e feriados.


Com informações: Metrópoles

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2 Comentários

1 comentário

  1. income proof Gulf

    03/08/2025 em 20:42

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  2. buffet 15 anos

    04/08/2025 em 00:31

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TJDFT prorroga inscrições para exposições e livros no Memorial

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Artistas e escritores ganham mais tempo para ocupar o calendário cultural de 2026 no Memorial TJDFT; novo prazo vai até 13 de fevereiro

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) anunciou a prorrogação do prazo para quem deseja integrar a programação cultural do Memorial TJDFT – Espaço Desembargadora Lila Pimenta Duarte. A decisão, oficializada pela 1ª Vice-Presidência por meio do Edital 1/2026, estende as oportunidades para exposições de arte e lançamentos de livros, reforçando o compromisso da instituição com a democratização do acesso à cultura na capital federal.

Com o novo cronograma, os interessados têm até o dia 13 de fevereiro de 2026 para submeterem suas propostas. A iniciativa busca selecionar oito exposições de artes visuais e cinco lançamentos de obras literárias que comporão a vitrine artística do Tribunal ao longo do ano. Esta é uma janela estratégica tanto para talentos emergentes quanto para nomes já consagrados que buscam um espaço de prestígio e grande circulação de público para divulgar seus trabalhos autorais.

A seleção é aberta a brasileiros e estrangeiros (em situação legal) maiores de 18 anos, além de entidades sem fins lucrativos. Um ponto importante para os proponentes é a originalidade: as obras e os livros devem ser inéditos em termos de lançamento no espaço. O Memorial, que é um guardião da história do Judiciário brasiliense, utiliza esses editais para oxigenar seu acervo e promover uma conexão mais humana e cultural entre o Tribunal e a sociedade.

Imagem de divulgação da seleção do Memorial do TJDFT. Elementos artísticos, como uma escultura, pincel e livros, sobre fundos geométricos em amarelo, rosa e bege.
Critérios de avaliação e processo de inscrição

A escolha das propostas não será aleatória. Uma comissão técnica designada pelo TJDFT avaliará cada projeto com rigor, levando em conta a qualidade técnica, a originalidade e a adequação das obras ao espaço físico do Memorial. Além disso, será considerada a representatividade cultural e o potencial de interesse que a exposição ou o livro pode despertar tanto nos servidores do Tribunal quanto na comunidade externa que frequenta o local.

Para participar, o artista ou escritor não precisa pagar nenhuma taxa. As inscrições são gratuitas e devem ser formalizadas via e-mail ou Correios, encaminhadas ao Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional (NUAMI). É fundamental que o proponente envie toda a documentação exigida, incluindo a ficha de inscrição e as declarações previstas no edital original (Edital 4/2025), que permanece com suas regras de contrapartida inalteradas.

O incentivo à cultura dentro dos órgãos públicos é uma tendência que fortalece a identidade regional. Para os artistas do Distrito Federal e arredores, o edital representa uma oportunidade de currículo e visibilidade em um ambiente que preza pela excelência. O TJDFT reforça que canais de suporte estão abertos via telefone e e-mail para sanar dúvidas técnicas sobre o envio do portfólio e dos formulários necessários, garantindo que nenhum talento fique de fora por entraves burocráticos.

Serviços

A inscrição é gratuita e deve ser feita por meio de proposta encaminhada ao Núcleo de Apoio à Preservação da Memória Institucional (NUAMI), preferencialmente por e-mail memoria@tjdft.jus.br ou pelos Correios.

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Edital 4/2025 – seleção de propostas para exposição de arte e lançamento de livros e formulários.

Edital 1/2026 – prorroga prazo de inscrição.

Em caso de dúvida, entre em contato com o Memorial pelos telefones (61) 3103-5894, (61) 3103- 5893 ou pelo e-mail memoria@tjdft.jus.br.


Com informações: TJDFT

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Culto a Egungun no Benin: tradição milenar convida afro-brasileiros para festival em 2026

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Família Iloko Arelu, em Sakété, preserva a herança dos ancestrais iorubás e reforça a conexão espiritual com a diáspora africana no Brasil

No coração de Sakété, no Benin, o culto a Egungun permanece como um pilar inabalável da identidade iorubá. A tradição, que atravessa gerações, é mantida com rigor pela família Iloko Arelu, descendente de ancestrais que trouxeram a divindade de Oyó, na Nigéria. Para a comunidade local, o Egungun não é apenas uma representação religiosa, mas a própria morte que retorna de forma espiritual e visível para abençoar os vivos. Sob a liderança de Osseni Kolade, o chefe da divindade, a família prepara-se para a grande festa trienal, prevista para março de 2026, e faz um chamado especial para que afrodescendentes brasileiros retornem às suas raízes e participem das celebrações.

A espiritualidade em Sakété se entrelaça com o cotidiano, onde crianças e adultos entoam cantos sagrados para garantir a harmonia familiar e a prosperidade. A iniciação dos “Ojes” — homens responsáveis por dar corpo aos ancestrais através de roupas sagradas e do uso do bastão ixan — começa muitas vezes no nascimento, identificada por sinais físicos ou comportamentais. Essa herança, que sobreviveu ao período da escravidão e à colonização, encontra eco no Brasil, especialmente na Ilha de Itaparica, na Bahia, onde o culto aos ancestrais é preservado com a mesma devoção, mantendo viva a chama da identidade iorubá fora do continente africano.

Pilares da tradição Egungun no Benin

O culto fundamenta-se na continuidade da linhagem e no respeito aos que vieram antes:

  • Ancestralidade Viva: O Egungun representa o espírito do antepassado que reencarna temporariamente para guiar a comunidade.

  • Periodicidade do Festival: Devido à complexidade e ao custo dos rituais, a grande festa ocorre apenas a cada três anos; a próxima será em março de 2026.

  • Conexão com o Brasil: O chefe Osseni Kolade destaca que, embora os corpos tenham sido levados na travessia atlântica, as almas retornam ao território ancestral através dos Egun.

  • Iniciação dos Ojes: O processo de escolha dos guardiões é sagrado e vital para evitar problemas espirituais ao longo da vida dos descendentes.

Solidariedade e preservação cultural

Apesar da riqueza espiritual, a família Iloko Arelu enfrenta desafios materiais para manter seu espaço sagrado. Atualmente, a casa que guarda a divindade em Itabalè necessita de reformas urgentes, especialmente no telhado, para proteger as vestimentas e objetos rituais. Uma campanha de arrecadação on-line foi organizada para auxiliar na restauração deste patrimônio cultural endógeno. A preservação deste local é vista como essencial para que a tradição nunca desapareça, garantindo que as futuras gerações continuem a honrar a herança deixada pelos ancestrais de Oyó.

Assista ao vídeo sobre o culto: https://www.youtube.com/watch?v=E5fW3uWxYtA


Com informações: Brasil de Fato

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Hamas divulga documento sobre dois anos da Operação Dilúvio de Al-Aqsa

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Manifesto do Birô Político apresenta o 7 de outubro como uma resposta estrutural ao colonialismo e classifica as ações em Gaza como um “novo Holocausto”.


Em 24 de dezembro de 2025, o Birô Político do Hamas publicou o documento intitulado “Nossa narrativa… Dilúvio de Al-Aqsa: dois anos de firmeza e a vontade de libertação”. O texto propõe uma interpretação histórica que afasta o caráter episódico dos eventos iniciados em outubro de 2023, situando a resistência armada como uma consequência direta e inevitável de um regime de “colonialismo de assentamento”. Para a organização, a operação não inaugurou a violência na região, mas interrompeu a normalização da opressão que o povo palestino sofre desde a Nakba de 1948.

O documento descreve a Faixa de Gaza como um “laboratório extremo da violência colonial contemporânea”. Segundo a narrativa apresentada, a resposta militar de Israel não é vista como uma guerra convencional, mas como um extermínio planejado e racionalizado, sustentado por uma ideologia supremacista e executado com apoio político e bélico dos Estados Unidos.


Pontos centrais da narrativa do Hamas

O manifesto articula a visão do grupo sobre a legitimidade da luta e as condições para o fim do conflito:

  • Necessidade Histórica da Resistência: O grupo afirma que a resistência armada não é uma escolha ideológica abstrata, mas uma função da própria existência da ocupação. “Onde há colonialismo, a resistência é uma necessidade”, sustenta o texto.

  • Recusa ao Desarmamento: O documento classifica como “cínicas” as exigências internacionais para que a resistência entregue as armas enquanto o cerco e o genocídio persistem. Para o Hamas, desarmar-se sob ocupação equivaleria à rendição histórica e à morte política.

  • Crítica à Ordem Internacional: O texto aponta o esgotamento moral do Ocidente e a falência do direito internacional, que atuaria de forma seletiva ao proteger o colonizador em detrimento do colonizado.

Gaza como “Novo Holocausto”

O Hamas utiliza o termo “novo Holocausto” para descrever a situação em Gaza, baseando-se na escala de destruição da infraestrutura civil, no uso da fome como arma de guerra e no assassinato sistemático de profissionais de imprensa e saúde. O documento enfatiza que, apesar da “guerra total”, a sociedade palestina em Gaza manteve sua coesão política e moral, não ocorrendo o colapso interno esperado pelas forças de ocupação.

Impacto Global e Fissura Discursiva

A análise conclui que o conflito produziu uma mudança profunda na percepção global sobre o sionismo. A Palestina teria se tornado um “critério histórico de verdade”, forçando a comunidade internacional a escolher entre a aceitação da ordem colonial ou a ruptura com a normalização da violência. A mensagem final do manifesto é clara: o povo palestino não negociará sua extinção e as armas da resistência persistirão enquanto a ocupação não for desmantelada.


Com informações: Opera Mundi

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