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Brasil escapa de exigência de caução de até US$ 15 mil para vistos dos EUA

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Programa piloto dos EUA exige caução para cidadãos de Zâmbia e Malaui, mas Brasil é poupado devido à baixa taxa de permanência irregular. Medida começa em 20 de agosto e dura um ano

O Brasil não será afetado pelo novo programa piloto dos Estados Unidos que exige caução de até US$ 15 mil (cerca de R$ 82 mil) para a emissão de vistos de turismo (B-2) e negócios (B-1). O governo americano anunciou nesta terça-feira (5) que apenas cidadãos de Zâmbia e Malaui serão obrigados a pagar o valor, que será definido por agentes consulares e pode variar entre US$ 5 mil, US$ 10 mil ou US$ 15 mil.

A medida, que tem como objetivo reduzir o número de estrangeiros que permanecem nos EUA além do prazo permitido, entrará em vigor em 20 de agosto e terá duração de um ano.

Critérios para inclusão no programa

A seleção dos países foi baseada em dados do Departamento de Segurança Interna dos EUA, referentes à taxa de permanência irregular de titulares de vistos B-1 e B-2 em 2023. Apesar de haver países com taxas mais altas — como o Chade, com 49,54% —, os EUA justificam que nações com os índices mais elevados já estão sob restrições parciais ou totais de entrada, impostas em junho de 2025.

  • Zâmbia: taxa de permanência irregular de 11,11%
  • Malaui: 14,32%
  • Brasil: 1,62% — uma das mais baixas da lista analisada

Essa baixa taxa foi o principal fator para o Brasil não figurar no programa piloto.

Como funcionará a caução

A caução não garante a emissão do visto. O pagamento só deve ser feito se solicitado por um agente consular durante a entrevista. Caso alguém pague sem ser solicitado, o valor não será reembolsado.

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Após a aprovação, os solicitantes deverão:

  • Preencher o Formulário I-352, do Departamento de Segurança Interna;
  • Efetuar o pagamento online pelo site pay.gov.

Além disso, todos os participantes do programa deverão entrar e sair dos EUA apenas por três aeroportos:

  • Aeroporto Internacional Logan (Boston)
  • Aeroporto Internacional John F. Kennedy (Nova York)
  • Aeroporto Internacional Washington Dulles

Devolução do valor

O valor integral da caução será devolvido se o viajante cumprir os termos do programa, como:

  • Sair dos EUA na data ou antes do vencimento do visto;
  • Não tentar reentrar antes do vencimento do visto;
  • Ter a entrada negada no ponto de chegada.

O pagamento será perdido se a pessoa:

  • Permanecer nos EUA após o prazo permitido;
  • Solicitar mudança de status (como asilo);
  • Viajar novamente antes do visto expirar.

Lista pode ser ampliada

O Departamento de Estado informou que a lista de países pode ser atualizada durante o período do piloto. Qualquer nova inclusão será anunciada com 15 dias de antecedência.

O programa é uma retomada de uma iniciativa semelhante lançada em novembro de 2020, durante o governo Trump, que não foi implementada devido à pandemia.


Com informações: Reuters

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Interior de SP no Topo: JP Ribeirão Preto recebe selo de excelência mundial do TripAdvisor

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O reconhecimento coloca o hotel entre os 10% melhores estabelecimentos avaliados globalmente; prêmio é baseado em avaliações reais de hóspedes sobre hospitalidade, estrutura e custo-benefício.


O Hotel JP Ribeirão Preto Resort & Convenções, unidade do grupo Nacional Inn, acaba de conquistar o prestigiado selo Travellers’ Choice do TripAdvisor. O reconhecimento não é apenas local: ele posiciona o empreendimento cinco estrelas entre o restrito grupo dos 10% melhores hotéis do mundo na plataforma de avaliações.

A premiação é baseada exclusivamente na experiência real dos viajantes. Para receber o selo, o hotel precisou manter avaliações consistentemente positivas ao longo de 12 meses, destacando-se em pilares como qualidade dos serviços, infraestrutura de lazer e eficiência no atendimento corporativo.

Renovação e Tradição

Com mais de 40 anos de história no interior paulista, o JP Ribeirão Preto passou recentemente por um processo de retrofit. A modernização alcançou:

  • Lazer: Piscinas aquecidas e áreas de entretenimento revitalizadas.

  • Hospedagem: 158 apartamentos com novo padrão de conforto.

  • Eventos: Ampliação da área de convenções, reforçando sua vocação para o turismo de negócios próximo ao Aeroporto Leite Lopes.


A Percepção do Hóspede como Estratégia

Para Ricardo Aly, diretor comercial da Nacional Inn, o prêmio chancela a estratégia de “escuta ativa” do grupo. “O selo nasce da percepção real. Estar no topo mundial evidencia o empenho das equipes e o compromisso em superar as expectativas de quem se hospeda conosco”, pontua o executivo.

Fundada em Poços de Caldas (MG) nos anos 70, a rede Nacional Inn leva a tradicional hospitalidade mineira para 34 destinos em nove estados brasileiros, somando mais de 230 salas de eventos em todo o país.

O que os viajantes destacam:

  • Hospitalidade: Atendimento personalizado e acolhedor.

  • Localização Estratégica: Praticidade para quem viaja a trabalho ou lazer em Ribeirão Preto.

  • Custo-benefício: Entrega de serviços de alto padrão com preços competitivos no segmento premium.


Com informações: Nacional Inn Hotéis / MAPA360.

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AASP completa 83 anos e defende Código de Ética para o STF como pilar de transparência

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Maior associação de advogados da América Latina afirma que debate é institucional e essencial para fortalecer a confiança nas instituições e a segurança jurídica no país.


Na semana em que celebra seu 83º aniversário, a AASP – Associação dos Advogados reafirmou seu papel como protagonista nos grandes debates jurídicos do Brasil ao manifestar apoio à criação de um Código de Ética aplicável à Suprema Corte. Em nota oficial, a entidade destaca que a proposta não deve ser vista como uma crítica aos atuais membros do STF, mas como um passo necessário para o aprimoramento da transparência e da integridade institucional.

Com cerca de 75 mil associados em todo o país, a AASP argumenta que o fortalecimento das instituições brasileiras passa pela construção de mecanismos que garantam a previsibilidade e a confiança pública nos Três Poderes.

Debate Institucional e Apartidário

Para a presidente da AASP, Paula Lima Hyppolito Oliveira, o posicionamento da entidade é técnico e orientado pelo interesse público. A associação defende que a implementação de normas éticas claras contribui para afastar o “casuísmo” e reforça a estabilidade das decisões judiciais.

“O fortalecimento institucional passa, necessariamente, pelo aprimoramento contínuo de mecanismos de integridade, transparência e responsabilidade”, afirma a nota da associação.

Premissas para a Confiança nas Instituições

A AASP elencou pontos fundamentais que considera indispensáveis para superar a atual crise de confiança que atinge os Poderes da República:

  • Segurança Jurídica: Necessidade de uma jurisprudência estável e respeito rigoroso aos precedentes.

  • Ética e Transparência: Atuação dos Poderes orientada exclusivamente pelo interesse da sociedade.

  • Harmonia entre Poderes: Observância intransigente ao Estado Democrático de Direito e interdependência harmônica.

  • Protagonismo da Sociedade Civil: Valorização da Advocacia independente como pilar da democracia.

83 Anos de História

Fundada em 1943, a AASP consolidou-se como uma entidade visionária, sendo pioneira na utilização de tecnologias como inteligência artificial para leitura de intimações e gestão de processos. Recentemente, a instituição também se tornou signatária de programas de redução de pegada de carbono, unindo tradição jurídica com responsabilidade socioambiental.


Com informações: AASP – Associação dos Advogados / M2 Comunicação Jurídica.

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Agro Sustentável: Mosaic defende fertilizantes de baixa emissão como chave para o mercado de carbono

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Durante a FLA 2026 em Miami, companhia destacou que a descarbonização do campo passa pela integração entre insumos eficientes, biocombustíveis e crédito de carbono.


O Brasil reafirmou seu papel de protagonista na agricultura regenerativa durante a Fertilizer Latino Americano (FLA) 2026, realizada esta semana em Miami. A Mosaic, gigante global de fosfatados e potássio, levou para o centro do debate a necessidade de conectar a nutrição do solo com a economia de baixo carbono, visando aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no exterior.

Para Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic para Brasil e Paraguai, a redução de emissões no campo não é mais apenas uma meta ambiental, mas uma estratégia financeira. Através do crédito de carbono, as práticas verdes do agricultor tornam-se um ativo negociável, gerando uma nova fonte de receita para a fazenda.

A Jornada da Descarbonização Começa no Solo

A lógica apresentada pela Mosaic foca na redução das emissões de “Escopo 3” (aquelas ligadas à cadeia de suprimentos). Para que produtos como o etanol, o biodiesel e o novo SAF (Combustível Sustentável de Aviação) sejam considerados verdadeiramente limpos, o fertilizante usado no plantio da biomassa precisa ser eficiente.

  • Ciclo Biológico Circular: Ao contrário dos combustíveis fósseis, os biocombustíveis participam de um ciclo que pode sequestrar carbono se manejado corretamente.

  • Inovação em Insumos: A indústria está migrando do simples “fornecimento de NPK” para a entrega de tecnologia, como a amônia verde, fertilizantes organominerais e bioinsumos que regeneram a biologia do solo.


Vantagens para o Produtor Rural

Segundo a Mosaic, o agricultor que adota fertilizantes com tecnologia de descarbonização colhe três benefícios imediatos:

  1. Redução de Custos: Otimização do uso do insumo, evitando desperdícios e desperdício de capital.

  2. Resiliência Climática: Solos mais saudáveis e equilibrados protegem a lavoura contra secas ou chuvas extremas.

  3. Acesso ao Green Financing: Possibilidade de acessar linhas de crédito agrícola com taxas de juros reduzidas por estar alinhado a critérios de sustentabilidade.

“A segurança alimentar exige escala, enquanto a transição energética exige baixa emissão. O Brasil pode ser o celeiro do mundo e, ao mesmo tempo, o maior sequestrador de carbono do planeta”, analisa Eduardo Monteiro.

O Futuro: “Tecnologia Embarcada”

A Mosaic, que completa duas décadas no Brasil em 2026, projeta que o setor de fertilizantes será o grande provedor das ferramentas para que o agricultor transforme sua produção em uma solução climática global. A empresa entrega anualmente cerca de 27,2 milhões de toneladas de fertilizantes para 40 países, com forte atuação em mineração e biotecnologia.


Com informações: Mosaic / CDN Comunicação.

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