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Distrito Federal

Carreta de mamografia da Laço Rosa chega a Brasília para realizar mais de 500 exames gratuitos a partir de segunda (24). Ação passará por Ceilândia, Estrutural, Sol Nascente e Plano Piloto

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Iniciativa da Fundação Laço Rosa, com patrocínio master da Betano e apoio do GDF, visa conscientização e diagnóstico precoce. Veja como realizar o agendamento!


Brasília, novembro de 2025 – A Carreta de Mamografia da Fundação Laço Rosa chega a Brasília nesta segunda-feira (24) oferecendo exames gratuitos de mamografia, principal exame para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Com patrocínio master da Betano e parceria da Secretaria da Mulher, a unidade móvel percorrerá o Distrito Federal de 24 e 29 de novembro, passando por regiões como Ceilândia, Estrutural, Sol Nascente e Plano Piloto, onde estacionará em frente ao Palácio do Buriti. A expectativa é realizar mais de 500 exames gratuitos ao longo da semana. Os agendamentos devem ser feitos com antecedência pelo site: www.mamografiasalva.com.br.

Está escrito no art 176 da constituição federal que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado, mas na prática sabemos que o acesso ao exame de mamografia ainda é desigual. Nos últimos 15 anos, a Laço Rosa se dedica a diminuir as barreiras de acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer de mama no Brasil. Então é muito significativo para a sociedade quando a iniciativa privada financia um projeto corajoso de doar 3.000 exames. Em Brasília, a cooperação com o Governo do Distrito Federal, através da Vice Governadoria e a Secretaria da Mulher, deixam ainda mais potente o nosso propósito de servir à população”, ressalta Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa, referência nacional na luta contra o câncer de mama.

Para a realização dos exames, podem se inscrever:

  • mulheres, usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir de 40 anos, e que não tenham realizado o exame nos últimos 12 meses.
  • mulheres, usuárias do SUS, com menos de 40 anos, desde que tenham indicação clínica e apresentem o pedido médico.

As inscrições devem ser feitas no site www.mamografiasalva.com.br, por meio de formulário, ressaltando que o cadastro não garante a vaga. O exame é gratuito e as vagas são limitadas. Entre os critérios para seleção de beneficiárias estão: idade,data do último exame, indicação clínica e ordem de inscrição. As usuárias contempladas serão contactadas via whatsapp pela equipe da Fundação Laço Rosa para confirmar o agendamento do exame. Os atendimentos ocorrem das 10h às 17h, na unidade itinerante.

Veja os horários e locais de atendimento na Carreta de Mamografia:

24/11 (segunda-feira): Em frente ao Palácio do Buriti (Das 10h às 17h)

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25/11 (terça-feira): Entrada da Região Administrativa da Estrutural ao lado do posto de saúde (Das 10h às 17h)

26 e 27/11 (quarta e quinta-feira): Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia. (Das 10h às 17h)

28 e 29/11 (sexta e sábado): Sol Nascente – Estacionamento lateral do Fort Atacadista (Das 10h às 17h)

A ação faz parte da campanha nacional “O Laço que nos une é o autocuidado”, cuja meta é ofertar 3 mil mamografias até o fim de dezembro. O projeto, que recebe o patrocínio master da Betano, já ofertou até agora 1.900 exames, passando pelo Rio de Janeiro e por São Paulo. Agora, em Brasília, serão mais de 500 exames ofertados, além de atividades de acolhimento e conscientização sobre o câncer de mama.

Queremos usar a força e o alcance da nossa marca para a conscientização de temas importantes para a população, como entendemos ser essa causa. Junto com a Laço Rosa e o apoio essencial de governos locais, pretendemos levar informação e acesso ao diagnóstico para a população, em todos os cantos do Brasil”, comenta Fernanda Brunsizian, Diretora de Comunicação e Responsabilidade Social da Betano.

A mamografia é a ferramenta capaz de detectar o câncer em estágios iniciais, o que aumenta em até 95% as chances de cura. Parceiro da ação, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher, ressalta a importância dos atendimentos itinerantes para ampliar o acesso à saúde e fortalecer políticas públicas voltadas às mulheres.

Para a vice-governadora do DF, Celina Leão, “oferecer mamografias gratuitas significa salvar vidas, garantir dignidade e assegurar que nenhuma mulher deixe de se cuidar por falta de acesso. Esse é o papel do GDF, estar presente onde o cuidado é urgente”. Com os atendimento e ação em conjunto, é possível garantir o rastreamento e encaminhamento dos casos suspeitos, assegurando que as pacientes recebam o acompanhamento necessário.

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SERVIÇO

Carreta de mamografia da Fundação Laço Rosa | Brasília
Inscrições: Agendamento gratuito de mamografia pelo site: www.mamografiasalva.com.br
Atendimentos: de 24 a 29 de novembro, das 10h às 17h, conforme cronograma:

  • 24/11 (segunda-feira): Em frente ao Palácio do Buriti
  • 25/11 (terça-feira): Entrada da Região Administrativa da Estrutural
  • 26 e 27/11 (quarta e quinta-feira): Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia.
  • 28 e 29/11 (sexta e sábado): Sol Nascente – estacionamento lateral do Fort Atacadista.

Quem pode participar:

  • Mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do SUS, que não fizeram mamografia nos últimos 12 meses.
  • Mulheres abaixo de 40 anos, beneficiárias do SUS, apenas com pedido médico ou indicação clínica.

Informações para imprensa: In Press Porter Novelli

Distrito Federal

Cesta básica registra queda de 7,65% em Brasília no segundo semestre de 2025

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Capital federal lidera redução no Centro-Oeste. Arroz, tomate e batata estão entre os itens que mais contribuíram para a diminuição do custo dos alimentos

Brasília registrou queda de 7,65% no preço da cesta básica de alimentos no segundo semestre de 2025, saindo de R$ 758,19 em julho para R$ 714,21 em dezembro – valor R$ 43,98 menor ao fim do ano. O balanço das 27 capitais foi divulgado nesta terça-feira, 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado coloca Brasília como a cidade com maior redução no custo da cesta básica em todo o Centro-Oeste no período.

O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Firmada oficialmente em 20 de agosto do ano passado, a parceria entre os órgãos passou a acompanhar os preços em todas as 27 capitais brasileiras.

ITENS ESSENCIAIS – Em Brasília, a redução foi puxada principalmente pela queda expressiva nos preços de itens essenciais. O tomate apresentou recuo de 38,62%, seguido pela batata (-25,00%) e pelo arroz (-22,08%). Também tiveram diminuição relevante os preços do açúcar (-15,93%), da banana (-15,49%) e do café (-13,96%).

Esses resultados contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias brasilienses, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade social, para as quais a alimentação representa parcela significativa da renda mensal.

POLÍTICA AGRÍCOLA E ABASTECIMENTO – De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a queda generalizada no preço da cesta básica em todas as capitais reflete os efeitos positivos da política agrícola do Governo do Brasil. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou.

Segundo Pretto, os Planos Safra — tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar — vêm registrando valores recordes, com ampliação do crédito e juros subsidiados. “O efeito é a maior safra da série histórica, o que se traduz em mais comida disponível e preços mais acessíveis para a população”, destacou.

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Redução do preço no período chegou a -9,08%, em Boa Vista (RR), por exemplo

CAPITAIS – Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve redução de 9,08% no valor da cesta básica de alimentos, no acumulado dos últimos seis meses do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho, para R$ 652,14 em dezembro – valor R$ 60,69 menor no fim no ano. Logo atrás ficou Manaus (AM), com diminuição de 8,12% no preço, saindo de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos no último mês do ano. Fechando o ranking, Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar, com queda de 7,90%, com cestas que custavam R$ 738,09 em julho e chegaram a R$ 677 em dezembro – R$ 61,09 mais baratas. Na ponta contrária da tabela, estão Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de 1,56%, 2,10% e 2,16%, respectivamente, no agrupado do período.

REGIÕES – Boa Vista lidera o cenário no Norte, assim como Fortaleza no Nordeste do país. Já no Centro-Oeste, Brasília é a recordista em declínio de preço da cesta, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis, que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Por fim, Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos no compilado das pesquisas da última metade do ano passado.PARCERIA – A coleta de preços de alimentos básicos foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras, resultado da parceria entre a Conab e o Dieese. A iniciativa reforça a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados da Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos com todas as capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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84,5% da população do Distrito Federal integra as classes A, B e C

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Entre 2022 e 2024, o Distrito Federal ampliou de 82,7% para 84,5% as pessoas nas classes de maior renda, conforme aponta estudo da FGV

O Distrito Federal registrou um aumento de 1,8 pontos percentuais das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 82,7% para 84,5% no estado, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período. Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda.

A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”. Wellington Dias – Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

INTEGRAÇÃO – A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda. “A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Franchising em alta: Distrito Federal fatura R$ 1,7 bilhão com franquias no 3º trimestre de 2025

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Setor registra crescimento de 8,5% no DF, impulsionado pelos segmentos de Saúde, Beleza e Serviços Automotivos; estabilidade no número de lojas mostra maturidade do mercado local

O mercado de franquias no Distrito Federal continua a demonstrar força e resiliência. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) revelam que o setor movimentou R$ 1,7 bilhão entre julho e setembro de 2025 na capital federal. O resultado representa uma alta de 8,5% em comparação ao mesmo período de 2024, acompanhando o fôlego do cenário nacional, que faturou R$ 76,6 bilhões no trimestre.

Com 4.727 unidades em operação no DF, o setor apresentou estabilidade no número de lojas, mas um ganho expressivo em eficiência e faturamento. Para especialistas, esse cenário indica que as redes instaladas em Brasília e nas Regiões Administrativas estão mais maduras e conseguindo extrair maior rentabilidade de suas operações.

Os setores que mais cresceram no DF

A expansão do faturamento na capital foi puxada por três pilares principais que refletem as novas prioridades de consumo da população:

  1. Saúde, Beleza e Bem-Estar: O desejo por autocuidado e qualidade de vida manteve as clínicas de estética e saúde no topo da lista.

  2. Limpeza e Conservação: Reflete a tendência de terceirização de serviços profissionais para empresas e residências.

  3. Serviços Automotivos: Com o aumento da frota e a necessidade de manutenção rápida, as redes especializadas ganharam a confiança do motorista brasiliense.

DF como polo estratégico de investimentos

Eduardo Santinoni, diretor regional da ABF Centro-Oeste, destaca que o Distrito Federal possui um perfil urbano e de alto poder aquisitivo que atrai marcas nacionais e internacionais. Segundo ele, a estabilidade no número de operações — com avanço de apenas 0,4% — prova que o mercado local não está apenas “abrindo lojas”, mas consolidando marcas que já funcionam.

“O DF apresenta um mercado sólido e grande demanda por serviços. O crescimento consistente do faturamento mostra maturidade das redes e confiança do consumidor”, avalia Santinoni.

Oportunidades para o Entorno

A pujança do franchising no DF transborda para cidades como Novo Gama e Valparaíso. Com o mercado saturado em algumas áreas do Plano Piloto, muitas franqueadoras estão olhando para o Entorno Sul como a próxima fronteira de expansão, buscando empreendedores locais que desejam investir em modelos de negócio testados e com suporte de marca.


Com informações: Associação Brasileira de Franchising (ABF), DFREIRE Comunicação

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