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Crunchyroll, Sony e mais aceitam cláusula de proteção contra IA em dublagem

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Dubladores e instituições globais têm intensificado pedidos pela regulamentação da tecnologia

Movimento Dublagem Viva anunciou, na última sexta-feira (03), que uma série de empresas aderiu a uma cláusula especial em contratos de trabalho, voltada para a proteção contra o uso de inteligência artificial (IA) no setor de dublagem no Brasil.

Na lista, estão grandes organizações de jogos, filmes, animes e mais, como CrunchyrollSony, Toei, Hasbro, Amazon Games, CD Projekt Red, Riot Games e Lionsgate. Marcas que ainda estão no processo de negociação de tal cláusula incluem Apple, Disney, NBC Universal, Paramount e Warner.

Desde o início do ano, dubladores e instituições têm intensificado pedidos pela regulamentação da inteligência artificial no mercado em questão. No site oficial do Dublagem Viva, é explicado que o objetivo principal não é erradicar a IA do meio de dublagem, mas impor regras à utilização, de forma que não prejudique profissionais humanos.

E vale lembrar que a utilização de inteligência artificial foi um dos grandes pontos de discussão durante as recentes greves de roteiristas e atores de Hollywood. Não suficiente, o mercado de jogos eletrônicos também entra nessa luta.

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O movimento Dublagem Viva conta com o apoio de instituições globais, como o Sindicato de Actores de Voz y Voice Talents de Madrid (NAVTA), a National Association of Voice Actors (Nava) e a Organización de Voces Unidas (OVU).

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Fato Novo com informações: Jovem Nerd e Dublagem Viva (X/Twitter)

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George Lucas diz que IA é “inevitável” e defende regulamentação

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Cineasta de Star Wars acredita que é possível negar tecnologia, mas o mundo não vai parar de desenvolvê-la

O uso de inteligência artificial (IA) tem sido um ponto de discussão intensa no mercado do cinema e da TV. E dessa vez foi o cineasta George Lucas, responsável por Star Wars, que compartilhou opiniões sobre a tecnologia durante o Festival de Cannes 2024.

Em entrevista para o veículo francês Brut., Lucas afirmou que a inteligência artificial se tornou algo inevitável. É possível negá-la individualmente, mas o mundo não deve parar tal desenvolvimento tecnológico. O cineasta, inclusive, usou um exemplo bastante direto:

“É como dizer: ‘Não acredito que os carros funcionem. Vamos continuar com os cavalos’. E sim, você pode falar isso, mas não é assim que o mundo vai funcionar.”

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Ao Globo, por sua vez, Lucas acrescentou que sabe que a IA, assim como a internet e outros recursos, pode ser usada de formas erradas. E ele acredita que precisamos, sim, de meios para controlá-la.

“Com a inteligência artificial, ficou muito mais fácil para nós fazermos filmes. É o progresso, o futuro. A inteligência artificial veio para ficar, é inevitável. Só precisamos de instrumentos para regulá-la, porque também pode ser usada para o mal. Como aconteceu com os carros, que foram transformados em tanques e vão matar pessoas. […] Mas sinto que a internet e a IA, especialmente a IA, também podem ser usadas para reparar erros criados por essas tecnologias. Essas empresas que trabalham com IA podem desenvolver algo para detectar o que é falso ou real, e indicar de onde veio.[…] Temos que fazer isso, como deveríamos ter feito no início da internet.”

Por fim, o cineasta deixou claro que não é contra o uso de inteligência artificial. Vale lembrar, nesse contexto, que Lucas criou a Industrial Light e Magic (ILM) em 1975, empresa considerada — pelo próprio fundador — como uma das pioneiras a explorar tecnologias digitais para o cinema.

“Tenho muitos amigos que resistem às mudanças tecnológicas. Alguns deles ainda estão por aí, dizendo que nunca farão filme com tecnologia digital. Eu já me conformei com isso. Cinema não é uma tecnologia, é uma ideia.”

Além da saga Star Wars original, George Lucas também foi responsável por produções como THX 1138 (1971) e Loucuras de Verão (1973).


Fato Novo com informações: O Globo, Brut FR, Jovem Nerd

 

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