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Dicas essenciais de uso consciente: como economizar água e evitar desperdício

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O uso consciente da água é crucial para a sustentabilidade; veja orientações da CAESB sobre como identificar vazamentos e implementar práticas de reutilização da água na rotina doméstica

O uso consciente da água é uma responsabilidade compartilhada que impacta diretamente na preservação dos recursos hídricos e na economia doméstica. Em períodos de escassez e como medida de sustentabilidade contínua, a adoção de práticas racionais é fundamental. Medidas simples, desde a verificação de vazamentos até a reutilização da água em atividades cotidianas, podem gerar uma economia significativa de água potável e financeira.

Identificação e Combate a Vazamentos

A detecção de vazamentos é o primeiro passo para o controle do consumo, uma vez que canos com falha representam um desperdício contínuo de água potável e dinheiro.

  • Teste do Hidrômetro: Para verificar a existência de vazamentos internos, é necessário fechar todas as torneiras e interromper o uso de água na residência. Se os indicadores do hidrômetro continuarem a girar, há um vazamento. A orientação é procurar um profissional qualificado imediatamente para identificação e reparo.

  • Torneiras Pingando: Uma torneira que goteja pode desperdiçar cerca de 48 litros de água por dia. Se o fluxo for um filete contínuo, o desperdício pode variar de 180 a 750 litros diários. Manter as torneiras bem fechadas é crucial.

  • Vazamentos Externos: Para vazamentos na rede pública, o contato com a companhia de saneamento (CAESB) deve ser feito pelo telefone 115.

Otimização do Consumo em Atividades Rotineiras

Reduzir o tempo de contato com a água corrente durante as atividades diárias é a forma mais imediata de economizar.

Durante o Banho e Higiene Pessoal

  • Redução do Tempo: O banho ideal é de 5 minutos, com gasto estimado de 30 litros de água, em contraste com um banho de 20 minutos que pode consumir 120 litros.

  • Desligar o Chuveiro: Desligar o chuveiro ao se ensaboar é uma prática essencial.

  • Água de Aquecimento: Em residências com aquecedor a gás, a água fria que corre antes do aquecimento pode ser coletada em um balde e reutilizada para descargas ou limpeza.

  • Escovação e Barba: Escovar os dentes com a torneira aberta continuamente gasta cerca de 18 litros de água. Abrir e fechar a torneira durante a atividade reduz o gasto para aproximadamente 2 litros.

Lavagem de Louças

  • Pré-limpeza a Seco: Limpar restos de comida com esponja ou papel e descartá-los no lixo antes da lavagem.

  • Imersão: Deixar os utensílios de molho na pia com água e detergente solta a sujeira.

  • Torneira Fechada: Manter a torneira fechada enquanto ensaboa e abri-la apenas para o enxágue. Uma torneira aberta continuamente gasta 240 litros, enquanto o processo consciente reduz o consumo para 70 litros.

Lavagem de Roupas

  • Acúmulo e Carga Máxima: Utilizar a máquina de lavar apenas quando estiver com a carga máxima, planejando as lavagens.

  • No Tanque: Manter a torneira fechada ao ensaboar e esfregar a roupa.

  • Reutilização do Enxágue: A água do segundo enxágue da máquina de lavar pode ser coletada e reutilizada para lavar o chão de áreas externas, quintais ou calçadas.

Práticas de Reutilização e Redução de Vazão

A reutilização da água em tarefas não potáveis e a instalação de acessórios são métodos eficazes para otimizar o uso.

  • Acessórios Redutores: A instalação de redutores de vazão, como aeradores (peneirinhas), nas torneiras e chuveiros pode reduzir o consumo em pelo menos 20%, mantendo a sensação de fluxo intenso.

  • Limpeza Externa: Substituir a mangueira por vassouras e baldes para limpar calçadas e quintais. A lavagem de calçadas com mangueira pode gastar 120 litros de água. O ideal é usar água reutilizada.

  • Captação de Chuva: A água da chuva pode ser captada em baldes ou tambores (mantendo o telhado limpo e descartando a primeira água) e usada para lavar carros, quintais e dar descarga.

  • Lavagem de Alimentos: Utilizar uma vasilha para lavar frutas, legumes e verduras, e depois usar essa água para regar plantas.

  • Piscina: Cobrir a piscina com lona para evitar perda por evaporação e proliferação de doenças. Tratar a água em vez de substituí-la.

  • Vaso Sanitário: Optar por vasos com caixa acoplada e manter a válvula de descarga regulada, pois cada acionamento gasta de 7 a 10 litros de água.

A consciência sobre a água virtual — aquela incorporada em processos produtivos (como os 11 mil litros necessários para uma calça jeans) — também reforça a importância do consumo consciente de qualquer produto.


Com informações: CAESB

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Cesta básica registra queda de 7,65% em Brasília no segundo semestre de 2025

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Capital federal lidera redução no Centro-Oeste. Arroz, tomate e batata estão entre os itens que mais contribuíram para a diminuição do custo dos alimentos

Brasília registrou queda de 7,65% no preço da cesta básica de alimentos no segundo semestre de 2025, saindo de R$ 758,19 em julho para R$ 714,21 em dezembro – valor R$ 43,98 menor ao fim do ano. O balanço das 27 capitais foi divulgado nesta terça-feira, 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado coloca Brasília como a cidade com maior redução no custo da cesta básica em todo o Centro-Oeste no período.

O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Firmada oficialmente em 20 de agosto do ano passado, a parceria entre os órgãos passou a acompanhar os preços em todas as 27 capitais brasileiras.

ITENS ESSENCIAIS – Em Brasília, a redução foi puxada principalmente pela queda expressiva nos preços de itens essenciais. O tomate apresentou recuo de 38,62%, seguido pela batata (-25,00%) e pelo arroz (-22,08%). Também tiveram diminuição relevante os preços do açúcar (-15,93%), da banana (-15,49%) e do café (-13,96%).

Esses resultados contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias brasilienses, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade social, para as quais a alimentação representa parcela significativa da renda mensal.

POLÍTICA AGRÍCOLA E ABASTECIMENTO – De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a queda generalizada no preço da cesta básica em todas as capitais reflete os efeitos positivos da política agrícola do Governo do Brasil. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou.

Segundo Pretto, os Planos Safra — tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar — vêm registrando valores recordes, com ampliação do crédito e juros subsidiados. “O efeito é a maior safra da série histórica, o que se traduz em mais comida disponível e preços mais acessíveis para a população”, destacou.

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Redução do preço no período chegou a -9,08%, em Boa Vista (RR), por exemplo

CAPITAIS – Campeã em queda de preço entre as capitais, Boa Vista (RR) teve redução de 9,08% no valor da cesta básica de alimentos, no acumulado dos últimos seis meses do ano passado, com o preço passando de R$ 712,83 em julho, para R$ 652,14 em dezembro – valor R$ 60,69 menor no fim no ano. Logo atrás ficou Manaus (AM), com diminuição de 8,12% no preço, saindo de R$ 674,78 para R$ 620,42, ou seja, custo R$ 54,36 a menos no último mês do ano. Fechando o ranking, Fortaleza (CE) ocupa o terceiro lugar, com queda de 7,90%, com cestas que custavam R$ 738,09 em julho e chegaram a R$ 677 em dezembro – R$ 61,09 mais baratas. Na ponta contrária da tabela, estão Belo Horizonte (MG), Macapá (AP) e Campo Grande (MS) com quedas de 1,56%, 2,10% e 2,16%, respectivamente, no agrupado do período.

REGIÕES – Boa Vista lidera o cenário no Norte, assim como Fortaleza no Nordeste do país. Já no Centro-Oeste, Brasília é a recordista em declínio de preço da cesta, com variação de -7,65% nos últimos seis meses de 2025. No Sul, a capital mais bem colocada é Florianópolis, que teve redução de -7,67% no valor do conjunto de produtos. Por fim, Vitória (ES) é a capital vencedora no Sudeste do país, com redução de -7,05% no preço da cesta básica de alimentos no compilado das pesquisas da última metade do ano passado.PARCERIA – A coleta de preços de alimentos básicos foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras, resultado da parceria entre a Conab e o Dieese. A iniciativa reforça a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados da Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos com todas as capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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84,5% da população do Distrito Federal integra as classes A, B e C

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Entre 2022 e 2024, o Distrito Federal ampliou de 82,7% para 84,5% as pessoas nas classes de maior renda, conforme aponta estudo da FGV

O Distrito Federal registrou um aumento de 1,8 pontos percentuais das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 82,7% para 84,5% no estado, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período. Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda.

A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”. Wellington Dias – Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

INTEGRAÇÃO – A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.

Segundo o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, os dados confirmam a eficácia das ações voltadas à população de baixa renda. “A gente vê pessoas que estavam no Cadastro Único, no Bolsa Família, e que agora estão na classe média. Isso mostra que o programa não é só transferência de renda. Ele abre portas para a educação, para o trabalho e para o empreendedorismo”, explicou.


Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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Franchising em alta: Distrito Federal fatura R$ 1,7 bilhão com franquias no 3º trimestre de 2025

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Setor registra crescimento de 8,5% no DF, impulsionado pelos segmentos de Saúde, Beleza e Serviços Automotivos; estabilidade no número de lojas mostra maturidade do mercado local

O mercado de franquias no Distrito Federal continua a demonstrar força e resiliência. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) revelam que o setor movimentou R$ 1,7 bilhão entre julho e setembro de 2025 na capital federal. O resultado representa uma alta de 8,5% em comparação ao mesmo período de 2024, acompanhando o fôlego do cenário nacional, que faturou R$ 76,6 bilhões no trimestre.

Com 4.727 unidades em operação no DF, o setor apresentou estabilidade no número de lojas, mas um ganho expressivo em eficiência e faturamento. Para especialistas, esse cenário indica que as redes instaladas em Brasília e nas Regiões Administrativas estão mais maduras e conseguindo extrair maior rentabilidade de suas operações.

Os setores que mais cresceram no DF

A expansão do faturamento na capital foi puxada por três pilares principais que refletem as novas prioridades de consumo da população:

  1. Saúde, Beleza e Bem-Estar: O desejo por autocuidado e qualidade de vida manteve as clínicas de estética e saúde no topo da lista.

  2. Limpeza e Conservação: Reflete a tendência de terceirização de serviços profissionais para empresas e residências.

  3. Serviços Automotivos: Com o aumento da frota e a necessidade de manutenção rápida, as redes especializadas ganharam a confiança do motorista brasiliense.

DF como polo estratégico de investimentos

Eduardo Santinoni, diretor regional da ABF Centro-Oeste, destaca que o Distrito Federal possui um perfil urbano e de alto poder aquisitivo que atrai marcas nacionais e internacionais. Segundo ele, a estabilidade no número de operações — com avanço de apenas 0,4% — prova que o mercado local não está apenas “abrindo lojas”, mas consolidando marcas que já funcionam.

“O DF apresenta um mercado sólido e grande demanda por serviços. O crescimento consistente do faturamento mostra maturidade das redes e confiança do consumidor”, avalia Santinoni.

Oportunidades para o Entorno

A pujança do franchising no DF transborda para cidades como Novo Gama e Valparaíso. Com o mercado saturado em algumas áreas do Plano Piloto, muitas franqueadoras estão olhando para o Entorno Sul como a próxima fronteira de expansão, buscando empreendedores locais que desejam investir em modelos de negócio testados e com suporte de marca.


Com informações: Associação Brasileira de Franchising (ABF), DFREIRE Comunicação

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