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Economia

Eike Batista detona neoliberalismo: “sem o Estado estaria todo mundo quebrado”

Eike detona neoliberalismo: “Sem o Estado, estaria todo mundo quebrado”

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Eike Batista detona neoliberalismo: “sem o Estado estaria

O empresário também comentou o fato de que o setor privado não investe em ciência e que a SpaceX, empresa de Musk, só existe por causa do dinheiro público

O empresário Eike Batista foi o entrevistado deste domingo (15) do programa Canal Livre na Band. Em determinado momento da conversa, Eike foi instado a falar sobre a visão de governança do PT, partido do presidente Lula, que privilegia o Estado forte, investidor e regulador.

Como resposta, Eike Batista desmontou a tese central do neoliberalismo, que defende um Estado reduzido, mercado desregulado e controlado pelo setor privado. Em sua análise, o empresário lembrou que as principais invenções científicas recentes só foram possíveis graças ao investimento estatal e que, sem a presença do Estado na pandemia causada pelo coronavírus, ‘todos estariam quebrados’.

‘Deixa eu te falar uma coisa, a minha visão: todo mundo acha que os EUA são uma economia liberal, onde o setor privado faz tudo. O Elon Musk, não fosse a NASA, que é essencialmente 100% financiada pelo Estado, o Elon Musk não ia contratar 10 mil PHDs e engenheiros para fazer a Space X. Aí você pega as outras empresas, nas áreas de pesquisa, o Exército americano fez a internet’, iniciou Eike Batista.

Em seguida, Eike Batista detona a tese central do neoliberalismo. ‘O dinheiro que o Estado… Covid, vamos pegar o mundial: não fosse o big state (o grande Estado) todo mundo estaria quebrado. Esse negócio de Estado pequeno, be careful! Olha o Brasil: a Embraer só existe por causa do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que a gente acabou de falar, peguem os institutos que fazem a pesquisa que o privado não faz, o privado não faz… nós temos um acelerador de partículas aqui em Campinas (SP), quem pagou a conta?’, questionou.

Confira a declaração de Eike Batista no vídeo abaixo:

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Agropecuária

Crise no RS faz Brasil importar arroz, que será vendido a R$ 4 o quilo

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Ao todo, serão compradas 104.035 toneladas de arroz. O governo federal pode gastar no máximo R$ 416,14 milhões no leilão internacional

O governo federal, por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), prepara-se para comprar, nesta terça-feira (21/5), o primeiro carregamento de arroz importado da safra 2023/2024. A compra foi decidida após perdas de produção no Rio Grande do Sul devido às chuvas.


Ao todo, serão adquiridas 104.035 toneladas do produto. O teto de gastos para a compra de arroz importado pelo governo é de R$ 416,14 milhões. O produto deve chegar à mesa do consumidor brasileiro por, no máximo, R$ 4 o quilo.


“O arroz que vamos comprar terá uma embalagem especial do governo federal e vai constar o preço que deve ser vendido ao consumidor. O preço máximo ao consumidor será de R$ 4 o quilo”, informa o presidente da Conab, Edegar Pretto.

Vale lembrar que, na última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autorizou a Conab, órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), a importar até um milhão de toneladas de arroz, caso seja necessário.

Essa movimentação do governo Lula ocorre numa tentativa de prevenir uma eventual alta de preços com a devastação das colheitas de arroz pelas enchentes no Rio Grande do Sul, responsável por cerca de 70% da produção do cereal no país.

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Para onde vai o arroz importado?

Conforme estabelecido pela MP nº 1.217/2024, os estoques dos grãos serão destinados a pequenos varejistas das regiões metropolitanas, seguindo indicadores de insegurança alimentar nacional, com exceção do Rio Grande do Sul.

A primeira remessa do arroz será distribuída nos seguintes sete estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará, Pará e Bahia. O grão deverá ser descarregado nos portos de Santos (SP), Salvador (BA), Recife (PE) e Itaqui (MA).

Antes de ser distribuído, o arroz precisa ser empacotado em embalagem de 2 kg padronizada, com a logomarca do governo federal.

Governo descarta risco de desabastecimento

O secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, afirmou, nessa quinta-feira (16/5), que “não há nenhum risco” em relação ao abastecimento da população, mesmo com a devastação das colheitas pelas enchentes no RS.

Para Mello, o cenário atual revela “dificuldade de escoar uma produção que já foi colhida”. Ele relaciona essa trava no escoamento da produção à logística com os bloqueios de estradas pelas águas da chuva e a consequente dificuldade de acessar os armazéns.

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Além disso, a Secretaria de Política Econômica (SPE), em conjunto com a Conab, o MDA e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está construindo um sistema de “monitoramento constante de preços” de produtos agrícolas no país.

Recentemente, Lula reclamou do preço do alimento: “Eu ando meio puto da vida porque esses dias vi na prateleira do supermercado o pacote de 5 kg de arroz a R$ 33. Não, não é normal. O povo pobre não pode pagar R$ 33 num pacote de 5 kg de arroz”.

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Economia

Nova política da Petrobras faz um ano com menos reajustes e preços abaixo da paridade

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Juiz derruba liminar e devolve mandato a conselheiro indicado por Lula à Petrobras

A mudança na precificação dos combustíveis foi uma promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

A nova política comercial da Petrobras completa um ano nesta quinta-feira (16) com menos reajustes do que no governo Jair Bolsonaro (PL) e preços abaixo da paridade de importação. Apesar das elevadas defasagens atuais, a estatal descarta aumentos.

A mudança na precificação dos combustíveis foi uma promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que queria “abrasileirar” os preços após anos de criticas sobre os elevados valores cobrados pela empresa durante a gestão Bolsonaro.

Na nova estratégia, a Petrobras deixou de seguir apenas o conceito de paridade de importação -que simula quanto custaria para importar os produtos- incluindo em seus parâmetros também o custo de combustíveis concorrentes, como etanol ou diesel importado.

O novo modelo resultou em um menor número de reajustes, em relação à estratégia anterior. Desde maio de 2023, a Petrobras mexeu quatro vezes no preço da gasolina, três para baixo e uma para cima. Em 2021, foram 18 e em 2022, dez vezes.

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Em geral, segundo análise da consultoria Leggio, a Petrobras levou cerca de um mês para repassar defasagens após a mudança na política. Desde então, os preços da gasolina e do diesel nas refinarias da estatal oscilaram em torno de 5% abaixo da paridade de importação.

Houve sobressaltos nos primeiros meses, com a troca de etanol pela gasolina mais barata ou relatos sobre dificuldades de acesso a diesel importado, mas a política tem sido bem aceita pelo mercado, que vê ainda margens de lucro saudáveis e uma maior competitividade da estatal.

“A estratégia comercial de praticar preços levemente abaixo do PPI [preço de paridade de importação] permite à Petrobras competir no mercado de forma sustentável com os importadores, mantendo a participação de mercado”, diz o sócio da Leggio, Marcus D’Elia.

A maior competitividade tem garantido à estatal elevado uso de sua capacidade de refino. No primeiro trimestre de 2024, mesmo com paradas para manutenção, a companhia operou suas refinarias com 92% da capacidade, sete pontos percentuais a mais do que no primeiro trimestre de 2023.

“A estatal tem efetivamente atuado para manter a estabilidade dos preços, evitando que as turbulências do mercado internacional afetem o mercado doméstico”, escreveram analistas do Ineep (Instituto de Estudos Estratégicos em Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis) em boletim de abril.

Para eles, a estratégia da Petrobras tem “incentivado seus competidores a seguirem práticas semelhantes, ajustando-as de acordo com suas capacidades e especificidades regionais”.

O ano de 2024, porém, tem sido desafiador para a nova política, devido à grande volatilidade nas cotações internacionais do petróleo. A empresa passou semanas com elevadas volatilidades e cobranças de investidores privados sobre reajustes.

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Na abertura do mercado desta terça (14), o preço da gasolina nas refinarias da estatal estava R$ 0,21 por litro, ou 7%, abaixo da paridade calculada pela Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis). No caso do diesel, a diferença era de R$ 0,11 por litro, ou 3%.

A defasagem já foi maior, chegando a superar R$ 0,70 por litro, o que levou a cobranças de investidores privados por mudanças nos preços. A direção da estatal foi cobrada também por analista em teleconferência nesta terça para detalhar o lucro do primeiro trimestre.

A Petrobras respondeu que ainda vê grande volatilidade nos preços e que não prevê reajustes no momento. O diretor de Logística, Comercialização e Mercados da estatal, Claudio Schlosser, defendeu ainda que a competição com etanol mais barato e diesel russo justifica os preços mais baixos.

Ele rechaça críticas sobre represamento de preços, embora a Petrobras esteja há meses sem mexer nos valores de venda por suas refinarias: o último reajuste do diesel foi em dezembro e a gasolina foi alterada pela última vez em outubro.

No primeiro trimestre, o lucro de sua área caiu 38%, com quedas nas vendas e menores preços, ajudando a derrubar, também em 38%, o lucro da estatal no período. Mas Schlosser diz que a redução das margens de refino é global e tem afetado também outras petroleiras.

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“Com o preço onde está, a Petrobras permanece lucrando”, afirmou. “Hoje estamos operando o refino de forma rentável, econômica e garantindo nossa fatia de mercado.”

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Brasil

Governo propõe subsidiar arroz importado. Pacote custará até R$ 20

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O governo federal autorizou a importação de 1 milhão de tonelada de arroz para repor estoques públicos em meio a enchentes no RS

O governo federal pretende oferecer subsídio para que o preço do arroz, a ser importado para segurar uma possível alta do produto, custe, no máximo R$ 20. O valor é referente ao pacote de 5 kg.

Na última semana, o Planalto publicou uma medida provisória para autorizar a compra até um milhão de tonelada de arroz para repor os estoques públicos, após as fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul. O estado é responsável pela produção de cerca de 70% do cereal no país.

A ideia do governo é conceder, em média, R$ 5 de subsídio para que o preço nas gôndolas fique na margem de R$ 20. Os produtos serão importados de países do Mercosul e direcionados a pequenos comércios nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste.

As enchentes no Rio Grande do Sul afetaram a logística do transporte de produtos agrícolas. Além disso, uma parte dos insumos, que já havia sido colhido das lavouras, se perdeu devido aos armazéns que ficaram alagados. O objetivo do governo com a importação é evitar um aumento exacerbado do arroz para o consumidor final.

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Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reclamou do preço do alimento: “Eu ando meio puto da vida porque esses dias vi na prateleira do supermercado o pacote de 5 kg de arroz a R$ 33. Não, não é normal. O povo pobre não pode pagar R$ 33 num pacote de 5 kg de arroz”, disse o chefe do Executivo.

 

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