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Política

Lula passa por cirurgia de catarata em Brasília e já repousa na Granja do Torto

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Procedimento realizado na manhã de sexta-feira (30) ocorreu sem intercorrências; presidente deve retomar agenda oficial na próxima segunda-feira (2)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passou por uma cirurgia de catarata na manhã desta última sexta-feira, 30 de janeiro, no Hospital de Olhos CBV, localizado na Asa Sul, em Brasília. O procedimento, considerado simples e rápido pela equipe médica, visa corrigir o desgaste natural do cristalino ocular, comum em pacientes da sua faixa etária.

Lula deu entrada no hospital por volta das 7h40 e recebeu alta cerca de duas horas depois. Para garantir a segurança e a privacidade, o comboio presidencial utilizou uma entrada privativa nos fundos da unidade de saúde.

Recuperação e Agenda

De acordo com a nota oficial do Palácio do Planalto, o presidente seguirá em repouso durante todo este fim de semana na Granja do Torto, uma das residências oficiais da Presidência. A previsão é que Lula retome suas atividades normais no Palácio do Planalto já nesta segunda-feira, 2 de fevereiro.

O acompanhamento pós-operatório está sendo conduzido pelos médicos de confiança do presidente, Roberto Kalil Filho e Helena Germo.

Um ano de atenção à saúde

A cirurgia de catarata é o terceiro procedimento médico relevante pelo qual o petista passou recentemente, em um esforço para manter a vitalidade física:

  1. Artrose (Setembro/2023): Implante de prótese no quadril para eliminar dores crônicas.

  2. Hemorragia Intracraniana (Dezembro/2024): Procedimento de urgência após uma queda doméstica sofrida meses antes.

  3. Catarata (Janeiro/2026): Correção da visão para garantir o ritmo de trabalho e viagens.

Aos 80 anos, Lula frequentemente divulga vídeos de sua rotina de exercícios físicos e caminhadas nas residências oficiais, uma estratégia para projetar vigor físico diante do mercado e do eleitorado, especialmente no ano em que buscará a reeleição.

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Com informações: Folhapress / ICL Notícias / Palácio do Planalto

 

Mundo

Greve Nacional nos EUA: Ativistas convocam paralisação contra operações do ICE e mortes em Minneapolis

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Sob o lema “Sem trabalho, sem aulas e sem consumo”, mobilização desta sexta-feira (30/01) protesta contra a política imigratória de Donald Trump e as mortes de cidadãos em operações federais.


Os Estados Unidos amanheceram nesta sexta-feira (30 de janeiro de 2026) sob a convocação de uma greve econômica nacional. O movimento, articulado pela campanha National Shutdown, pede que a população suspenda todas as atividades produtivas e de consumo em protesto contra o que chamam de “reinado de terror” do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega).

A mobilização é uma resposta direta a uma sequência de mortes ocorridas durante operações de agentes federais. O estopim foram os casos em Minneapolis, onde dois cidadãos foram mortos este mês: a mãe de três filhos, Renee Good, e o enfermeiro Alex Pretti.

Os Casos que Inflamaram os Protestos

A indignação se espalhou após vídeos de testemunhas contradizerem as versões oficiais de “legítima defesa” apresentadas pelo governo:

  • Renee Good (37 anos): Morta a tiros por uma agente do ICE em Minnesota.

  • Alex Pretti (37 anos): Enfermeiro da rede de veteranos, morto por agentes federais um dia após participar de um protesto. Donald Trump utilizou sua rede social (Truth Social) para rotulá-lo como “insurrecionista”, citando um vídeo antigo do enfermeiro confrontando agentes.

  • Outros Casos: Mortes registradas em Los Angeles (Ano Novo) e Chicago (setembro) também foram incorporadas às pautas dos manifestantes.

Adesão e Apoio de Celebridades

O movimento é descentralizado, mas ganhou força com o apoio de organizações de direitos humanos e figuras proeminentes de Hollywood. Nomes como Pedro Pascal, Jamie Lee Curtis e Edward Norton utilizaram suas redes sociais para endossar a paralisação.

“A verdade é a linha que separa um governo democrático de um regime autoritário”, escreveu o ator Pedro Pascal em seu Instagram.

O ator Edward Norton, durante o Festival de Sundance, chegou a sugerir que a greve econômica deveria durar “até que isso [as mortes e abusos] acabe”.

O Cenário Político em Washington

Enquanto as ruas se mobilizam, o Congresso tenta evitar um colapso administrativo (shutdown).

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  • Acordo Temporário: Democratas e a Casa Branca concordaram em financiar o Departamento de Segurança Interna (DHS) por apenas duas semanas.

  • Ponto de Conflito: O financiamento do ICE é o principal entrave. Os democratas exigem restrições severas às operações da agência para liberar o orçamento integral até setembro.


O Impacto da Greve

A proposta de “parar tudo” visa atingir o governo pelo viés econômico, demonstrando a força da mão de obra imigrante e de cidadãos solidários à causa. Cidades como Nova York, Cleveland e Minneapolis já registram comércios fechados e ausência de estudantes em universidades.


Com informações:  Opera Mundi

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Mundo

Tensões no Oriente Médio: Especialista analisa ameaças de Trump e o risco de conflito com o Irã

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O envio de uma “enorme esquadra armada” pelos EUA eleva o risco de guerra; especialista afirma que Washington ignora os impactos humanitários na região enquanto pressiona por acordo nuclear.


O clima de instabilidade no Oriente Médio atingiu um ponto crítico nesta quinta-feira (29 de janeiro de 2026). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou via redes sociais a movimentação de uma poderosa força naval para as proximidades do Irã, declarando que os militares estão prontos para “cumprir sua missão”.

Em resposta, o governo iraniano afirmou estar aberto ao diálogo, mas alertou que reagirá “como nunca antes” caso sofra pressões ou ataques militares. Para Reginaldo Nasser, professor de Relações Internacionais da PUC-SP, a postura norte-americana revela um descaso com as consequências humanitárias locais.

“Para os EUA, o custo não é alto. Mas é alto para quem mora na região, e os EUA estão pouco se lixando com isso”, afirmou Nasser em entrevista ao Conexão BdF.

Pontos Centrais da Crise

  • Objetivo de Washington: O governo Trump busca forçar o Irã a assinar um novo acordo nuclear sob os termos dos EUA.

  • Instabilidade Interna: O Irã enfrenta protestos populares desde o fim de 2025. O regime acusa EUA e Israel de insuflarem as manifestações para desestabilizar o país.

  • Retirada Russa: Notícias indicam que a Rússia começou a retirar cidadãos de áreas próximas a usinas nucleares iranianas, o que analistas interpretam como um sinal de que um ataque pode estar sendo planejado.

O Papel da Guarda Revolucionária

Um fator decisivo em uma eventual guerra é a Guarda Revolucionária do Irã. Recentemente incluída na lista de organizações terroristas pela Europa, o grupo é mais do que uma força militar:

  • Poder Político e Econômico: Administra grandes investimentos e propriedades no Irã.

  • Capacidade de Retaliação: Segundo Nasser, embora a defesa iraniana possa estar comprometida, a Guarda Revolucionária possui capacidade real de atingir alvos e retaliar ações externas.

Reações Regionais e Globais

Enquanto a Europa mantém seu alinhamento histórico com os EUA, potências regionais como Arábia Saudita e Catar observam a movimentação com apreensão, sendo contrários à abertura de uma nova frente de guerra que desestabilizaria o mercado de energia e a segurança regional.


Com informações:  Brasil de Fato

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Mundo

Tensão Geopolítica: Marco Rubio nega “Guerra” enquanto Venezuela cria Fundos Sociais após sequestro de Maduro

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Em audiência no Senado dos EUA, Secretário de Estado classifica operação em solo venezuelano como “ação policial”; governo bolivariano responde com investimentos em saúde e infraestrutura.


O cenário político internacional atingiu um novo ápice de tensão nesta quarta-feira (28 de janeiro de 2026). O Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, compareceu ao Comitê de Relações Exteriores do Senado para prestar esclarecimentos sobre a intervenção militar realizada em 3 de janeiro, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.

Rubio defendeu que os Estados Unidos não ocupam a Venezuela e que a ação foi uma “operação policial de quatro horas” para capturar um indivíduo acusado de narcoterrorismo, sobre o qual pesava uma recompensa de US$ 50 milhões. A declaração, no entanto, foi duramente confrontada pelo senador republicano Rand Paul, que classificou a ação como um ato de guerra incontestável.

“Se um país estrangeiro bombardeasse nossos mísseis, sequestrasse nosso presidente e bloqueasse nosso país, isso seria um ato de guerra?”, questionou Paul, apontando a contradição nos argumentos de Rubio.

A Resposta de Caracas: Soberania e Investimento

Enquanto Washington discute uma “transição” para o país sul-americano, o governo venezuelano, agora sob o comando da presidente interina Delcy Rodríguez, acelera medidas de fortalecimento interno. Em resposta direta às sanções e à pressão externa, a Venezuela anunciou a criação de dois grandes Fundos Soberanos:

  1. Fundo de Necessidades Sociais: Destinado à compra de equipamentos essenciais para hospitais e programas de proteção social.

  2. Fundo de Infraestrutura: Focado na recuperação do setor elétrico e na indústria nacional de gás.

Esses recursos, que estavam congelados há anos devido a bloqueios internacionais, estão sendo liberados para garantir a autonomia do Estado. Delcy Rodríguez foi enfática ao declarar que o país não aceita ordens externas e que o governo obedece exclusivamente ao povo venezuelano.

Projetos Incompatíveis

A crise evidencia o choque entre duas visões de mundo:

  • Visão dos EUA (Imperialista): Propõe o controle externo sob a justificativa de combater um “Estado criminoso”.

  • Visão da Venezuela (Bolivariana): Foca no “Poder Popular” e na participação cidadã como eixo central do Estado.

Contexto da Captura

O sequestro de Maduro e Cilia Flores ocorreu após um atentado a bomba que deixou cerca de 100 mortos. Atualmente, ambos encontram-se em Nova York, onde aguardam julgamento por acusações de narcoterrorismo formuladas pelo Departamento de Justiça dos EUA. O governo venezuelano, por sua vez, exige o reconhecimento da autodeterminação do povo e o respeito às instituições democráticas do país.

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Com informações: Opera Mundi

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