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MPDFT e Governo do Distrito Federal alinham estratégias para o Carnaval 2026

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Reunião coordenada pela PDDC define ações integradas de segurança, saúde e proteção social para garantir um evento festivo com respeito e dignidade aos foliões no DF.

A Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (PDDC), órgão vinculado ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), reuniu-se na última quinta-feira (22) com representantes de diversas pastas do Governo do Distrito Federal (GDF). O encontro teve como objetivo central a articulação das campanhas educativas e das frentes de fiscalização que atuarão durante o Carnaval de 2026. A iniciativa busca integrar esforços para que as festividades ocorram com foco na prevenção de crimes, assistência à saúde e proteção de grupos vulneráveis.

Durante a reunião, o procurador distrital dos direitos do cidadão, Eduardo Sabo, enfatizou que o sucesso do evento depende da cooperação interinstitucional. A meta é consolidar o Carnaval de Brasília como um espaço participativo e diverso, que respeite tanto o patrimônio urbanístico da capital quanto a integridade física e moral dos cidadãos. A atuação conjunta permite que equipes de diferentes áreas, como segurança pública e assistência social, operem sob uma estratégia unificada.

Novas diretrizes para uma festa diversa e inclusiva

A Secretaria de Comunicação (Secom-DF) aproveitou a oportunidade para apresentar a identidade visual oficial do Carnaval de 2026. As peças publicitárias e os conceitos criativos deste ano foram desenvolvidos para transmitir mensagens de respeito à diversidade e inclusão. O material gráfico será distribuído em pontos estratégicos da cidade e plataformas digitais para orientar o comportamento dos foliões e informar sobre os canais de denúncia e atendimento.

A execução direta da política cultural e o fomento aos blocos de rua e eventos descentralizados ficam sob a responsabilidade da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O planejamento prevê que o suporte governamental esteja condicionado ao cumprimento de protocolos de segurança e higiene, garantindo que as manifestações populares mantenham o caráter festivo sem comprometer a ordem pública.

Foco no combate ao assédio e à exploração infantil

A pauta da reunião foi extensa e abordou os principais gargalos observados em anos anteriores. As secretarias participantes compartilharam experiências acumuladas para aprimorar o atendimento nas seguintes frentes:

  • Saúde Pública: Campanhas de prevenção contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), com distribuição de insumos e orientações em pontos de grande aglomeração.

  • Segurança Viária: Reforço na conscientização sobre os perigos da mistura entre álcool e direção, visando reduzir as estatísticas de acidentes de trânsito.

  • Combate à Violência de Gênero: Ações de enfrentamento ao assédio sexual e à importunação, garantindo que o direito de transitar sem intimidação seja preservado.

  • Proteção à Infância: Operações para coibir o trabalho infantil nos blocos e o combate rigoroso à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Fiscalização do cumprimento dos direitos fundamentais

O papel da PDDC no processo de organização do Carnaval é garantir que o Estado cumpra seu dever de proteger o cidadão. Eduardo Sabo destacou que o envolvimento de novos atores sociais é fundamental para que as ações alcancem todas as regiões administrativas de forma equânime. A atuação do MPDFT funcionará como uma ponte entre as demandas da sociedade e o planejamento do GDF.

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A expectativa é que o Carnaval 2026 mantenha a trajetória de crescimento observada nos últimos anos, tornando-se cada vez mais estruturado. Com o alinhamento concluído nesta semana, o próximo passo será a execução operacional das equipes nas ruas, que deve começar semanas antes da data oficial do feriado, acompanhando os eventos pré-carnavalescos já tradicionais no Distrito Federal.


Com informações: MPDFT, Secretaria de Comunicação do GDF

 

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“Nossos Brasis”: Exposição histórica é prorrogada na CAIXA Cultural Brasília até fevereiro

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Mostra que reúne um século de arte brasileira (1920–2020) ganha mais duas semanas de exibição; público terá até o dia 1º de fevereiro para conferir obras de Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e Eduardo Kobra.

Os brasilienses ganharam uma nova oportunidade para mergulhar na história visual do país. A aclamada exposição “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade”, em cartaz na CAIXA Cultural Brasília, foi prorrogada e permanecerá aberta ao público até o dia 1º de fevereiro de 2026. A mostra, que faz um encontro inédito de acervos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, celebra 100 anos de produção artística nacional.

Com a curadoria de Denise Mattar e conceito de Rafael Dragaud, a exposição reúne 79 obras de 50 artistas, criando um diálogo vibrante entre o modernismo clássico e a arte urbana contemporânea. É uma chance rara de ver, em um único espaço, a evolução da identidade brasileira através de pinturas, esculturas, fotografias e instalações.

Um passeio por três Brasis

A mostra organiza um século de inventividade em três núcleos interconectados que guiam o visitante por diferentes perspectivas da nossa cultura:

  • Vozes dos Trópicos: Foca na exuberância da natureza e nas tensões da nossa formação. Inclui ícones como Tarsila do Amaral (com a obra O Mamoeiro), Burle Marx e nomes contemporâneos como Adriana Varejão e Denilson Baniwa.

  • Vozes da Rua: Celebra a cultura popular, as festas e o cotidiano. Aqui, o mestre Di Cavalcanti e Portinari dividem o olhar com a potência do grafite de Eduardo Kobra.

  • Vozes do Silêncio: Um mergulho na memória, espiritualidade e exclusão. Destacam-se as poéticas de Arthur Bispo do Rosário, Maria Auxiliadora e Vik Muniz.

Experiência acessível e gratuita

Um dos grandes diferenciais desta temporada é o investimento em acessibilidade. A exposição oferece audiodescrição, intérpretes de Libras e materiais táteis, permitindo que pessoas com deficiência desfrutem plenamente da experiência estética. Além disso, as visitas mediadas ajudam a contextualizar o peso histórico de cada peça para estudantes e entusiastas.

Programe-se para os últimos dias

Se você ainda não visitou ou deseja rever obras de mestres como Alfredo Volpi e Hélio Oiticica, fique atento aos horários:

  • Local: CAIXA Cultural Brasília (Setor Bancário Sul).

  • Data final: Até 01 de fevereiro de 2026.

  • Horários: Terça a domingo, das 9h às 21h.

  • Entrada: Gratuita para todas as idades.

  • Dica: Como a exposição está em seus dias finais, a recomendação é visitar durante a semana para evitar filas e aproveitar o estacionamento gratuito (disponível a partir das 18h de terça a sexta).


Com informações: Assessoria de Imprensa da CAIXA, Agência Pira

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Educação Digital: Programa Escolas Conectadas já atinge 61% das unidades no Distrito Federal

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Meta do Governo Federal é universalizar o acesso à internet de alta velocidade em todas as 716 escolas públicas da capital até o final de 2026.

O avanço da tecnologia na sala de aula ganhou um novo capítulo no Distrito Federal. De acordo com dados recentes dos ministérios das Comunicações e da Educação, o programa Escolas Conectadas já atendeu 61,6% das unidades de ensino previstas na capital. O objetivo é ambicioso: garantir que, até o encerramento de 2026, todas as 716 escolas públicas de educação básica do DF estejam operando com infraestrutura digital completa.

A iniciativa não se resume apenas a “instalar Wi-Fi”. O programa foca na criação de condições reais para o uso pedagógico, incluindo a formação de professores e o acesso dos alunos a plataformas de aprendizagem de última geração. Onde há infraestrutura, a prioridade é a instalação de fibra óptica; em áreas rurais ou de difícil acesso, a conexão é garantida via satélite.

Panorama Nacional e Investimentos

O Distrito Federal faz parte de um esforço nacional que pretende conectar 138 mil escolas em todo o país até o fim deste ano. Atualmente, a média nacional de conectividade está em 68,7%. Somente em 2025, o programa deu um salto significativo, levando internet a 22,8 mil novas escolas brasileiras.

Os recursos para viabilizar essa transformação vêm de diversas fontes estratégicas:

  • Novo PAC: Destina R$ 6,5 bilhões para a infraestrutura.

  • Fust e Eace: Fundos setoriais que financiam a expansão da rede.

  • Investimento Total: Estimado em quase R$ 9 bilhões.

Desde setembro de 2023, mais de R$ 3 bilhões já foram efetivamente aplicados em escolas estaduais e municipais em todas as regiões do Brasil, consolidando a inclusão digital como uma política de Estado.

O impacto pedagógico da conectividade

Para o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, o projeto é prioritário para garantir que nenhum estudante fique para trás na era digital. A conectividade permite que alunos da rede pública tenham acesso ao mesmo nível de informação e ferramentas de pesquisa que estudantes da rede privada, reduzindo as desigualdades históricas no ensino.

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Com a internet de alta velocidade, as escolas podem implementar:

  1. Laboratórios de Informática Modernos: Uso de ferramentas de IA e programação.

  2. Bibliotecas Digitais: Acesso a acervos globais e livros interativos.

  3. Gestão Escolar Eficiente: Sistemas de chamada e acompanhamento de notas em tempo real.

Próximos Passos no DF

Com 61,6% das escolas já conectadas, os esforços nos próximos meses serão concentrados nas unidades remanescentes, muitas localizadas em áreas de expansão urbana e zonas rurais do DF. O acompanhamento rigoroso do cronograma é essencial para cumprir a promessa de universalização até dezembro de 2026.


Com informações: Ascom MCom, Ministério das Comunicações.

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Boom no e-commerce: Distrito Federal registra 5º maior crescimento logístico do país em 2025

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Dados da 4ª edição do “Mapa da Logística”, da Loggi, revelam salto de 24% no envio de pacotes no DF e consolidam o Centro-Oeste como força emergente no comércio digital

O Distrito Federal consolidou sua posição como um dos principais motores do e-commerce brasileiro em 2025. De acordo com o levantamento anual da Loggi, o DF registrou uma taxa de crescimento de 24% no envio de encomendas em comparação ao ano anterior, garantindo a quinta posição no ranking nacional de expansão logística.

O estudo aponta que esse crescimento é impulsionado por uma combinação de grandes varejistas e o vigor das Pequenas e Médias Empresas (PMEs). No último trimestre de 2025, o Distrito Federal figurou como o décimo estado com maior volume de envios por PMEs, demonstrando que o empreendedorismo local está cada vez mais digital e conectado à malha logística nacional.

O protagonismo do Centro-Oeste e os produtos mais vendidos

A expansão logística em Brasília e arredores reflete um movimento regional. O Centro-Oeste alcançou o posto de terceira região com maior volume de envios realizados por PMEs, evidenciando a descentralização do e-commerce para fora do eixo Sul-Sudeste.

Na região Centro-Oeste, os setores que mais movimentaram pacotes no fim de 2025 foram:

  1. Cosméticos e Perfumaria

  2. Vestuário e Moda

  3. Serviços Financeiros (envio de cartões e documentos)

  4. Eletrônicos e Informática

  5. Calçados

Evolução do modelo: Pontos de Entrega (PUDOs) em alta

Uma das tendências mais marcantes reveladas pelo “Mapa da Logística” é a mudança no comportamento dos vendedores. Embora a coleta tradicional na porta ainda seja majoritária (67%), o modelo de Pick up and Drop off (PUDO) — onde o lojista deixa o pacote em um estabelecimento parceiro para ser enviado — saltou para 33% dos envios.

Essa modalidade foi utilizada sete vezes mais do que em 2024, indicando que os empreendedores do DF e do entorno estão buscando modelos mais flexíveis e eficientes para gerir suas entregas sem depender exclusivamente do horário de coleta das transportadoras.

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[Image showing a heat map of Brazil with the Federal District highlighted as a high-growth logistics hub]

Black Friday e Natal: Os picos de demanda

As datas sazonais foram determinantes para os resultados recordes. No DF e no Brasil, a Black Friday gerou um aumento de 57% no volume de envios em relação às semanas comuns. Já na semana do Natal, o destaque ficou para as PMEs, que registraram uma alta de 45% nos envios, entregando cerca de 2,4 milhões de pacotes em todo o país.

No panorama nacional, a logística brasileira elevou seu padrão de serviço: 45% das entregas já são realizadas em até dois dias, e 57% chegam ao destino em até três dias. Isso coloca o DF em um patamar de competitividade que exige dos negócios locais uma agilidade operacional cada vez maior.


Com informações: Loggi, Mapa da Logística 4ª Edição

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