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Doença Inflamatória Pélvica: entenda os riscos e a importância do diagnóstico

Doença Inflamatória Pélvica: entenda os riscos e a importância do diagnóstico

Redação
Por: Redação
02/09/2025 às 12h00 Atualizada em 02/09/2025 às 15h00
Doença Inflamatória Pélvica: entenda os riscos e a importância do diagnóstico
Foto: Reprodução

A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma infecção silenciosa que afeta os órgãos reprodutivos femininos. Conheça os sintomas e os perigos que essa condição pode representar para a saúde e a fertilidade da mulher

A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma infecção que pode afetar os órgãos reprodutivos internos femininos, como útero, tubas uterinas e ovários. A condição é causada principalmente por bactérias como Chlamydia trachomatis e Neisseria gonorrhoeae, frequentemente transmitidas por meio de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). A DIP é classificada como silenciosa, pois em muitos casos, não apresenta sintomas claros. Quando presentes, os sinais costumam ser sutis, como dor abdominal leve ou corrimento vaginal discreto, o que pode levar a um diagnóstico tardio. Riscos e complicações da DIP para a saúde feminina A falta de diagnóstico e tratamento precoce da DIP pode levar a danos permanentes nos órgãos reprodutivos, o que pode resultar em complicações graves. Entre os principais riscos estão:
  • Infertilidade: a inflamação pode causar obstrução ou cicatrizes nas tubas uterinas, dificultando ou impedindo a concepção.
  • Gravidez ectópica: o embrião se implanta fora do útero, geralmente nas tubas uterinas, o que pode ser perigoso e requer intervenção médica.
  • Dor pélvica crônica: a infecção pode deixar sequelas que resultam em dores persistentes na região pélvica.
  • Formação de abscessos: a infecção pode evoluir para a formação de acúmulo de pus, que pode ser perigoso e exige tratamento imediato.
Tratamento e prevenção da doença O tratamento para a DIP é feito com antibióticos prescritos por um profissional de saúde, como ceftriaxona e doxiciclina. Em casos mais graves, pode ser necessária a internação hospitalar ou cirurgia para remover tecidos danificados. É fundamental que o tratamento seja feito por completo e que os parceiros sexuais também sejam tratados para evitar reinfecções. A prevenção da DIP envolve o uso de proteção durante as relações sexuais e a realização de exames ginecológicos regulares, o que possibilita o diagnóstico precoce e evita a progressão da doença.
Com informações: Olhar Digital
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