
O primeiro cenário testado mostra Fernando Haddad e Eduardo Bolsonaro como os dois mais votados, com uma diferença de cerca de 10 pontos percentuais entre eles.
| Candidato | Partido | Porcentagem (%) |
| fernando Haddad | PT | 40,3 |
| eduardo Bolsonaro | PL | 30,7 |
| guilherme Derrite | PP | 21,7 |
| alexandre Padilha | PT | 15,2 |
| paulinho da Força | Solidariedade | 13,8 |
| ricardo Salles | Novo | 13,4 |
| baleia Rossi | MDB | 9,9 |
| robson Tuma | Republicanos | 5,4 |
Empate Técnico: Considerando a margem de erro de 2,4 pontos percentuais, Alexandre Padilha, Paulinho da Força e Ricardo Salles estão em situação de empate técnico.
Votos Não Válidos: Brancos/Nulos somam 10,4%, e Não Sabem/Não Opinaram representam 4,5%.
Em um segundo cenário simulado, sem Haddad e sem Eduardo Bolsonaro, o líder passa a ser o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.
| Candidato | Partido | Porcentagem (%) |
| geraldo Alckmin | PSB | 41,9 |
| guilherme Derrite | PP | 23,9 |
| ricardo Salles | Novo | 17,3 |
| paulinho da Força | Solidariedade | 14,6 |
| alexandre Padilha | PT | 14,5 |
| baleia Rossi | MDB | 11,0 |
| rosana Valle | PL | 8,0 |
| robson Tuma | Republicanos | 6,4 |
| tomé Abduch | Republicanos | 4,3 |
Neste cenário, Ricardo Salles, Paulinho da Força e Alexandre Padilha também estão em empate técnico pela margem de erro.
Com informações: Revista Fórum