
O TAC foi uma resposta da secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), sob a liderança de hélvia Paranaguá, à recomendação 1/2024 do MPDFT que limitava o uso de recursos do PDAF em obras de maior valor. A negociação permitiu que as emendas parlamentares afetadas fossem executadas de forma excepcional e temporária.
Conformidade e Transparência: hélvia Paranaguá destacou que a assinatura do termo "reafirma o compromisso da secretaria de Educação com a conformidade administrativa e a adoção de padrões recomendados pelo órgão de controle, garantindo a aplicação transparente dos recursos do PDAF".
Controles Rigorosos: O acordo exige que a realização desses reparos passe por uma série de controles, assegurando a fiscalização na gestão dos recursos:
Aprovação prévia dos projetos pela subsecretaria de infraestrutura Escolar (Siae).
Acompanhamento técnico de um responsável técnico.
Orçamento baseado na tabela do sistema Nacional de Pesquisa de Custos e índices da Construção Civil (Sinapi).
Divulgação pública de todas as ações.
Envio de relatórios trimestrais ao MPDFT sobre o andamento das obras.
A medida garante que os recursos do PDAF possam ser utilizados para reparos essenciais nas escolas públicas do Distrito Federal, alinhando a necessidade de execução orçamentária com as exigências de controle e transparência do ministério Público.