Neste final de semana, mais precisamente, no sábado (12), boa parte da população mundial poderá se deparar, ao olhar para o céu noturno, com uma Lua em fase cheia de tamanho menor e de brilho menos intenso do que o normal.
Esse evento astronômico, conhecido como “microlua”, ocorrerá ao mesmo tempo que a comemoração da “Lua Rosa”. O seu ápice será no domingo (13), às 19h48 no horário de Brasília, segundo o guia de observação astronômica In The Sky.
Mesmo que a diferença possa parecer pouca a olho nu, o fenômeno da microlua é caracterizado, sobretudo, pela aparição do satélite natural em seu momento mais distante do planeta. Isso é, a aproximadamente 405 mil km.
Tal fato acontece em consequência da trajetória elíptica do astro ao redor da Terra, que faz com que a sua distância mude constantemente ao longo do ano. O ponto na órbita da Lua mais próximo é chamado de perigeu, enquanto o ponto mais distante denomina-se apogeu.
Simultaneamente à microlua, o Live Science indica que o fenômeno marca a ocorrência da “Lua Rosa”. Esta comemoração, restrita ao Hemisfério Norte, não se refere a uma possível mudança de coloração do astro, mas, sim, ao florescimento de uma espécie silvestre chamada Phlox subulata.
A planta, nativa da costa leste da América do Norte, começa a aparecer com a virada para a primavera. Assim, o nome que a homenageia serve para demarcar a primeira lua cheia desta nova estação.
Você pode assistir à transmissão ao vivo da microlua "rosa" no site do Projeto Telescópio Virtual, ou diretamente no canal do YouTube. Será possível acompanhar imagens em tempo real tiradas com telescópios robóticos instalados em Manciano, Itália, na deslumbrante paisagem da Maremma.
Fonte: Galileu