
O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputado Wellington Luiz (MDB), demonstrou neste sábado (21) um posicionamento de alta responsabilidade institucional ao tratar o projeto de capitalização do Banco de Brasília (BRB) como prioridade absoluta. Com um tom conciliador e focado no futuro, o parlamentar destacou que o momento exige maturidade política para proteger a maior instituição financeira da região.
“Temos um problema e precisamos resolvê-lo. Não vamos discutir a origem do problema. O importante é que a gente tenha responsabilidade com essa questão do BRB. É o nosso banco, a gente precisa preservá-lo”, afirmou o deputado à coluna Grande Angular. A postura de Wellington Luiz sinaliza um esforço para blindar o banco de disputas partidárias, priorizando a segurança dos correntistas e a saúde econômica do DF.
Demonstrando agilidade, Wellington Luiz já agendou para a próxima terça-feira (24), às 14h, uma reunião com o colégio de líderes para definir o cronograma de votação. A intenção é dar celeridade ao projeto enviado pelo Executivo, sem abrir mão de uma análise técnica criteriosa.
O presidente da Casa reforçou que a área técnica da CLDF analisará minuciosamente a lista dos 12 imóveis públicos oferecidos como garantia no projeto — entre eles o Centrad e áreas no SIA e Lago Sul.
“A gente precisa entender quais são esses imóveis e os riscos, porque o objetivo é preservar um patrimônio sem causar prejuízo a outros”, pontuou o parlamentar, reforçando seu papel de guardião do interesse público.
O projeto, defendido pela presidência da Casa como uma solução viável e segura, prevê três frentes de ação para reforçar o capital do BRB:
Garantia para Crédito: Uso dos imóveis para obter empréstimos em condições favorecidas junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Integralização de Capital: Transferência direta de bens para ampliar o patrimônio líquido do banco.
Modernização Patrimonial: Possibilidade de alienação ou exploração econômica dos bens sob rígidas normas de governança.
Para Wellington Luiz, a medida é uma demonstração de que o Distrito Federal possui ferramentas e ativos suficientes para garantir a solidez do banco. Ao focar na solução e na preservação da instituição, o presidente da CLDF se posiciona como um elo fundamental entre a estabilidade do mercado financeiro e o bem-estar da população de Brasília.