
Em fevereiro de 2026, as famosas piscinas do Parque Nacional de Brasília, conhecidas carinhosamente como Água Mineral, tiveram suas atividades suspensas. O fechamento das áreas Areal e Pedreira ocorre após vistorias de engenharia do ICMBio constatarem danos estruturais graves causados pelas fortes chuvas que atingiram o Distrito Federal nos últimos meses.
O laudo técnico revelou infiltrações em pisos e paredes, falhas na vedação e buracos no deck de pedras, onde os visitantes costumam descansar. Segundo o órgão, há um risco iminente de ruptura na piscina Pedreira, o que torna o atendimento ao público inseguro no momento.
A equipe de engenharia identificou uma série de problemas que exigem intervenções profundas e não apenas manutenção paliativa:
Erosão do solo: Comprometimento da fixação das pedras que compõem as bordas.
Sistema de drenagem: Falhas no escoamento que levaram ao desbarrancamento de áreas específicas.
Intervenção duradoura: O próximo passo será o lançamento de uma licitação para obras estruturais definitivas.
As piscinas são ícones da construção da capital, erguidas sobre afloramentos do lençol freático surgidos ainda na época da fundação de Brasília.
Apesar do fechamento das piscinas, o Parque Nacional de Brasília segue de portas abertas com diversas opções de lazer e contato com o Cerrado. Esta é uma excelente oportunidade para os brasilienses explorarem trilhas e áreas menos conhecidas da unidade:
Trilha da Capivara: Inclui a experiência relaxante do Banho de Floresta.
Ilha da Meditação: Local ideal para contemplação e observação da fauna.
Sistema Cristal Água: Trilhas para quem busca caminhadas em meio à natureza.
Arco Brasília: A travessia que conecta o Parque à Floresta Nacional (Flona).
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