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Cinema

Project Hail Mary | Novo filme de Ryan Gosling ganha data de estreia; Confira!

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Project Hail Mary | Novo filme de Ryan Gosling ganha data de estreia; Confira!

Segundo informações da Sony Pictures, Project Hail Mary está em desenvolvimento na Amazon MGM Studios

A produção descrita como uma aventura espacial terá direção de Phil Lord e Christopher Miller e será estrelada por Ryan Gosling.

Na trama, Gosling vai interpretar Ryland Grace, um professor que se tornou astronauta, e acorda de um coma, sozinho, em uma estação espacial sem nenhuma memória do passado, de quem ele é, ou da missão. Na medida que fragmentos e flashes começam a surgir e ele começa a se recordar que foi enviado para o Sistema solar de Tau Ceti, 12 anos luz da Terra para tentar reverter o impacto de um evento espacial que já havia lançado nosso planeta nos estágios iniciais de uma Era Glacial. À medida que os detalhes da missão são revelados, ele precisa recorrer a todo o seu treinamento científico e pura engenhosidade, mas talvez não precise fazer isso sozinho…, afirma a sinopse.

Project Hail Mary estreia nos cinemas em 20 de março de 2026.


Fato Novo com informações: Estação Nerd

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Cinema

Mostra Competitiva Adélia Sampaio recebe inscrições de filmes de mulheres negras até 16 de junho

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Festival selecionará curta, média e longa metragens, além de telefilmes produzidos a partir de janeiro de 2022

A 6ª edição da Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio está com inscrições abertas para filmes dirigidos por mulheres negras de todo o mundo. O encontro deste ano acontece em formato híbrido, com exibições online e presenciais no Distrito Federal (DF), entre os dias 20 a 26 de outubro.

A Mostra selecionará filmes de curta, média e longa metragens e telefilmes que tenham sido produzidos a partir de janeiro de 2022, em formato digital, dos gêneros ficção, documentário, animação e experimental. O edital aceita inscrições até o dia 16 de junho.

No caso de produções cujo áudio não tenha sido captado em língua portuguesa, o filme deverá ser legendado em português, obrigatoriamente.

Os filmes nacionais podem ser inscritos por meio deste formulário, mediante uma taxa de R$ 20. Já as produções internacionais devem ser inscritas pela plataforma FilmFreeway, com taxa de inscrição de 4 dólares. Os valores arrecadados serão revertidos para a realização do próprio evento.

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Os filmes selecionados concorrerão nas seguintes categorias:

● Melhor Filme Longa Metragem

● Melhor filme de Média Metragem ou Telefilme

● Melhor Filme Curta metragem

● Melhor Filme Júri Popular

● Melhor Direção

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● Melhor Direção de Arte

● Melhor Fotografia

● Melhor Trilha sonora

● Melhor Montagem

● Melhor Roteiro

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● Melhor Atriz

Mostra de Cinema Negro Adélia Sampaio

A proposta de realizar a Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio surgiu em 2014 com um edital do Ministério da Educação e Cultura. “A UnB abriu edital interno e foi quando propusemos um encontro nacional de cineastas negras com a proposta de uma mostra competitiva de cinema negro feminino”, explica Edileuza Penha, idealizadora e uma das curadoras do festival.

“Ainda em meu doutorado, em 2013, percebi a invisibilidade das mulheres cineastas. Foi quando descobri o trabalho de Adélia Sampaio e veio a ideia de homenagear uma cineasta viva — a primeira cineasta negra brasileira, que trabalhou com quase todas as figuras do cinema novo”, acrescenta Penha.

O evento é o primeiro do gênero no Brasil e celebra o pioneirismo e o talento das diretoras e produtoras negras, além de reconhecer a importância delas para a história do cinema.

“De acordo com uma pesquisa da Ancine, o cinema brasileiro é financiado para homens brancos. O percentual de mulheres é pequeno e o de negras, até 2016, quando a pesquisa foi feita, o Estado brasileiro não havia financiado nenhum filme roteirizado ou dirigido por mulheres negras”, afirma Edileuza Penha.

Quem é Adélia Sampaio

Adélia Sampaio, primeira mulher negra a dirigir um filme na América Latina, traz em seu semblante, duro e ao mesmo tempo delicado, a coragem. O conselho recebido da mãe, ‘pra cima do medo, coragem!’, a acompanhou durante toda a trajetória.

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Adélia Sampaio esteve na UnB para prestigiar a V Mostra Competitiva de Cinema Negro que carrega no nome uma homenagem à cineasta / Jéssica Jerônimo

Foram necessárias ousadia e bravura para enfrentar um mercado cinematográfico que repetidamente dizia não para mulheres, principalmente as negras.

Contrariando os estereótipos racistas, que insistem em colocar a mulher preta em lugares de servidão, Adélia produziu obras de denúncia, com temas que permanecem muito atuais, abrindo caminhos para outras cineastas negras, como as que participaram das cinco edições da Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio.


Fato Novo com informações e imagens: Brasil de Fato

“Eu fico muito feliz em perceber que as mulheres negras estão se juntando para realizar. Porque cinema é a arte do ajuntamento. Então, é necessário que as pessoas se colem, se juntem, criem núcleos. Não fiquem discutindo títulos. Faça. Faça e faça bem feito. E aí com certeza vai chegar. Vai chegar a vez das preta tudo filmar o que quiser. Eu pelo menos creio nisso”, contou a cineasta, em entrevista ao Brasil de Fato DF, quando esteve presente na Universidade de Brasília, no último dia de exibição da V Mostra que carrega seu nome.

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Cinema

Sony confirma que Venom 3 será o último filme do personagem

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Confirmando o tom de despedida do título do terceiro filme

Venom 3: The Last Dance (A Última Dança, em tradução livre) será o terceiro e último filme do personagem na Sony Pictures.

A informação foi dada por Tom Rothman, atual CEO da empresa, em entrevista ao site Deadline, com uma frase curta e grossa.

“O terceiro e último Venom será enorme”, afirma Rothman.

The Last Dance estreia nos cinemas no dia 25 de outubro. Os dois primeiros filmes de Venom estão disponíveis no Prime Video.


Fato Novo com informações e imagens: Deadline e Jovem Nerd

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Cinema

Mostra leva produções brasilienses ao Cine Brasília

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Sessões gratuitas começaram nesta quinta-feira (9) e seguem até o próximo dia 19, com exibição do show que o DJ Alok fez no aniversário de Brasília

A partir desta quinta-feira (9), com o mote Cinema Brasiliense no Cine Brasília, o público poderá prestigiar a exibição de mais uma rodada de filmes produzidos por cineastas da capital federal. As sessões seguem até o próximo dia 19, com a reprise do show do DJ Alok na celebração dos 64 anos de Brasília.

As produções foram escolhidas a partir da curadoria do cineasta Pedro Lacerda e, mais uma vez, serão exibidas ao público gratuitamente.

O filme de estreia desta edição é o longa-metragem Conterrâneo Velhos de Guerra, do diretor Vladimir Carvalho. O filme retrata o ano de 1959, quando pessoas de diversas partes do Brasil, especialmente do Nordeste, chegam a Brasília para trabalhar na construção da futura capital brasileira.

O cinema foi reaberto reaberto em 22 de abril, depois de passar dois meses fechado para intervenções e obras de manutenção

Reabertura

No último dia 22 de abril, o Cine Brasília foi reaberto após um período de dois meses, em que esteve fechado para intervenções e obras de manutenção. O investimento na melhoria do primeiro equipamento público da capital, inaugurado em 22 de abril de 1960, foi de cerca de R$ 1 milhão.

R$ 1 milhão foi o valor investido na reforma do Cine Brasília

A reabertura da maior sala de cinema de rua do país contou com a exibição especial do filme JK – O Reinventor do Brasil e o lançamento de uma exposição fotográfica com imagens do ex-presidente da República no hall do cinema. O evento fez parte da programação comemorativa dos 64 anos de Brasília.

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“Não por acaso reabrimos o Cine Brasília, depois da reforma, com um filme sobre JK. Isso para nós é muito emblemático. Celebramos a cidade que foi concebida, criada e construída por JK e deixamos um legado para o campo da cultura do Distrito Federal”, reforça o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes.

Gestão compartilhada

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) está finalizando o processo de contratação da nova gestão do Cine Brasília. A seleção da Organização da Sociedade Civil (OSC) durou cerca de 60 dias.

As exibições seguem até o dia 19 de maio, sempre às 20h; todas as sessões são gratuitas

A OSC vencedora da seleção fará a gestão compartilhada do Cine Brasília, em parceria com a Secec. O orçamento previsto para a gestão é de R$ 2 milhões por ano, totalizando R$ 6 milhões ao final do contrato.

“É importante lembrar que agora essa parceria de cogestão tem o prazo de até três anos para dar mais longevidade ao projeto, e já possui recursos garantidos para promover o audiovisual do DF por meio deste equipamento tão importante que é o Cine Brasília”, destaca Claudio Abrantes.

A nova cogestão deve iniciar ainda neste mês de maio; até lá, o público poderá desfrutar de sessões gratuitas da segunda edição da mostra de filmes brasilienses, sempre às 20h.

Confira a programação completa:

 Dia 9, às 20h – Conterrâneos Velhos de Guerra

Em 1959, pessoas de diversas partes do Brasil, especialmente do Nordeste, chegam à cidade de Brasília para trabalhar na construção da futura capital federal. Assim como os canteiros de obras se espalham no meio do nada, os abusos aos trabalhadores também. Essas pessoas, que ficaram conhecidas como candangos, sofreram humilhações, e as péssimas condições de trabalho levaram a um grande número de mortes. Direção de Vladimir Carvalho. Classificação livre.

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• Dia 10, às 20h – A Repartição do Tempo

Num rincão esquecido da vasta burocracia brasileira, um chefe psicótico usa uma máquina do tempo para duplicar seus funcionários e aumentar a produtividade. Direção de Santiago Dellap. Classificação livre.

• Dia 11, às 20h – Noctiluzes

Um misterioso homem cego recebe a visita de dois desconhecidos em um píer, e compartilham histórias que parecem puro absurdo. Cada um deles tem um motivo para estar ali, mas ninguém quer revelar, o que torna o conflito inevitável. Seleção oficial do Festival Internacional de Zanzibar 2022. Direção de Jimi Figueiredo e Sergio Sartório. Classificação livre.

• Dia 12, às 20h – Marés

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Depois de anos negligenciando o alcoolismo em sua vida, Valdo percebe que dar continuidade à bebedeira implica perder a guarda da filha que tanto ama. Direção de J. Procópio. Classificação: 16 anos.

• Dia 13, às 20h – Profissão Livreiro

O livreiro Ivan Presença, dono da falida Livraria Presença de Brasília, guarda em sua casa mais de 110 mil livros amontoados em dois galpões que construiu no lote onde mora e se viu ameaçado com a chegada das grandes redes e dos novos modelos de negócios, impulsionados pela internet. Direção de Pedro Lacerda. Classificação livre.

• Dia 14, às 20h – Candango – Memórias do Festival

Em 1965, um ano após o golpe militar que instalou uma ditadura no Brasil, um pequeno oásis de liberdade surgiu na capital do país: o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Um marco de resistência cultural, artística e política, contar a história deste festival significa contar a história do próprio cinema nacional, da expressão artística dentro de uma censura brutal, e da subsequente redemocratização. Direção de Lino Meireles. Classificação: 16 anos.

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• Dia 15, às 20h – Hollyhood no Cerrado

O documentário traça uma nova perspectiva sobre a ocupação do Centro-Oeste do Brasil por meio de histórias pouco conhecidas. Narrado na forma de um almanaque audiovisual, o filme retrata as transformações culturais, econômicas e midiáticas anteriores à transferência da capital do Brasil para Brasília. Animações e depoimentos revelam a história de vida de sertanejos, missionários, imigrantes europeus, sírio-libaneses, norte-americanos e de astros de Hollywood que desbravaram o velho Centro-Oeste em busca da Terra Prometida. Direção de Armando Bulcão e Tania Montoro. Classificação livre.

• Dia 16, às 20h – Meu amigo Nietzshe

Aprender a ler pode trazer muitas surpresas e abrir horizontes inimagináveis. Mas como você faz isso quando os livros são escassos. No Brasil, o primeiro livro encontrado em um aterro sanitário pode dar conta do recado. Nietzsche torna-se, assim, o companheiro diário de Lucas e irá guiá-lo em muitas aventuras. Direção de Fáuston Da Silva. Classificação livre.

• Dia 16, às 20h – Chiquinho, o Livreiro da UNB

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O documentário mostra a vida do livreiro Chiquinho da UnB, e revela que os livros estão presentes até na casa dele. Direção de Hélio Doyle. Classificação livre.

• Dia 17, às 20h – Araguaia, a conspiração do silêncio – 20 anos depois

O Exército Brasileiro no auge da ideologia da segurança nacional, um partido de esquerda dissidente, militantes aguerridos (a maioria deles ainda jovem e inexperiente), inocentes camponeses e uma região onde a ambição e a miséria disputavam lugar palmo a palmo. Direção de Ronaldo Duque. Classificação: 16 anos.

• Dia 18, às 20h – Suassuna, a peleja do sonho com a injustiça

Um momento crucial da vida do escritor Ariano Suassuna: a transformação da amargura pelo assassinato do pai, João Suassuna, em força para seguir o exemplo paterno e se tornar um defensor do povo nordestino e de seus direitos. O roteiro da animação foi escrito em versos e a arte é inspirada nas xilogravuras do movimento armorial, vertente artística idealizada por Ariano. Direção de Felipe Gontijo. Classificação livre.

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O colar de Coralina

Filme com Letícia Sabatella, inspirado no poema de Cora Coralina O Prato Azul Pombinho. Direção de Reginaldo Gontijo. Classificação livre.

• Dia 19, às 20h – Show do Alok no aniversário de Brasília

Reprise remasterizada. Duração: 80 minutos. Classificação livre.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)

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Fato Novo com informações: Agência Brasília

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