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Orçamento para combate ao fogo cresce 334% em cinco anos no Brasil

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Governo apresenta resultados de um ano da Política Nacional de Manejo do Fogo, com aumento de 334% no orçamento para R$ 167,6 milhões em 2025 e novas medidas de prevenção e combate.

O governo brasileiro apresentou nesta terça-feira (29) os resultados alcançados em um ano de implementação da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo (PNMIF), instituída pela Lei nº 14.944/2024 e sancionada em julho de 2024 pelo presidente Lula.

Aumento significativo de recursos

Uma das principais conquistas foi o aumento orçamentário para ações de prevenção e combate ao fogo. Enquanto em 2020 foram destinados R$ 38,6 milhões, a previsão para 2025 é de R$ 167,6 milhões, representando um aumento de 334% no período.

“Estamos trabalhando para a transformação do Brasil em território resiliente ao fogo”, afirmou André Lima, secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Territorial do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Medidas normativas e operacionais

Para implementar a política, foram publicadas sete Medidas Provisórias que permitiram, entre outras ações, a contratação de brigadistas e a aprovação de crédito extraordinário para prevenção e combate em diferentes biomas.

Em setembro de 2024, foi publicado o decreto nº 12.189/2024, que aumentou as punições por incêndios florestais no país. O governo também intensificou reuniões com instituições como INPE, CPTEC, CEMADEM, INMET, ANA e LASA/UFRJ para avaliar a situação climática e previsões futuras.

Posicionamento ministerial

A ministra Marina Silva destacou a importância do momento, mas ressaltou que o governo não pode se contentar com os resultados atuais. “Nós não podemos ficar satisfeitos com os resultados já alcançados. É preciso quebrar a inércia do resultado já alcançado, e todo ano a gente tem que se superar”, declarou.

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Contexto internacional e desafios

Estudo da Global Forest Watch (GFW), do World Resources Institute (WRI), divulgado em maio, mostrou que em 2024, 6,7 milhões de hectares de florestas foram perdidos mundialmente — o dobro do registrado em 2023. Pela primeira vez, os incêndios foram a principal causa da perda, superando a agropecuária.

No Brasil, o desmatamento na Amazônia aumentou 91% em maio de 2024 em relação ao mesmo mês do ano anterior, com as queimadas como principal causa.

Apesar de 2025 ser um ano mais chuvoso comparado a 2024, o Brasil continua em déficit hídrico e com temperaturas em elevação devido às mudanças climáticas, indicando tendência de aumento nos incêndios.

A PNMIF é gerida pelo Ministério do Meio Ambiente e busca estabelecer coordenação entre governo federal, estados, municípios, setor privado e sociedade civil para fortalecer medidas de prevenção, preparação e controle de incêndios, reconhecendo também o papel ecológico do fogo em determinados ecossistemas.


Fonte: ECO

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Brasil

AASP completa 83 anos e defende Código de Ética para o STF como pilar de transparência

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Maior associação de advogados da América Latina afirma que debate é institucional e essencial para fortalecer a confiança nas instituições e a segurança jurídica no país.


Na semana em que celebra seu 83º aniversário, a AASP – Associação dos Advogados reafirmou seu papel como protagonista nos grandes debates jurídicos do Brasil ao manifestar apoio à criação de um Código de Ética aplicável à Suprema Corte. Em nota oficial, a entidade destaca que a proposta não deve ser vista como uma crítica aos atuais membros do STF, mas como um passo necessário para o aprimoramento da transparência e da integridade institucional.

Com cerca de 75 mil associados em todo o país, a AASP argumenta que o fortalecimento das instituições brasileiras passa pela construção de mecanismos que garantam a previsibilidade e a confiança pública nos Três Poderes.

Debate Institucional e Apartidário

Para a presidente da AASP, Paula Lima Hyppolito Oliveira, o posicionamento da entidade é técnico e orientado pelo interesse público. A associação defende que a implementação de normas éticas claras contribui para afastar o “casuísmo” e reforça a estabilidade das decisões judiciais.

“O fortalecimento institucional passa, necessariamente, pelo aprimoramento contínuo de mecanismos de integridade, transparência e responsabilidade”, afirma a nota da associação.

Premissas para a Confiança nas Instituições

A AASP elencou pontos fundamentais que considera indispensáveis para superar a atual crise de confiança que atinge os Poderes da República:

  • Segurança Jurídica: Necessidade de uma jurisprudência estável e respeito rigoroso aos precedentes.

  • Ética e Transparência: Atuação dos Poderes orientada exclusivamente pelo interesse da sociedade.

  • Harmonia entre Poderes: Observância intransigente ao Estado Democrático de Direito e interdependência harmônica.

  • Protagonismo da Sociedade Civil: Valorização da Advocacia independente como pilar da democracia.

83 Anos de História

Fundada em 1943, a AASP consolidou-se como uma entidade visionária, sendo pioneira na utilização de tecnologias como inteligência artificial para leitura de intimações e gestão de processos. Recentemente, a instituição também se tornou signatária de programas de redução de pegada de carbono, unindo tradição jurídica com responsabilidade socioambiental.


Com informações: AASP – Associação dos Advogados / M2 Comunicação Jurídica.

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Agro Sustentável: Mosaic defende fertilizantes de baixa emissão como chave para o mercado de carbono

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Durante a FLA 2026 em Miami, companhia destacou que a descarbonização do campo passa pela integração entre insumos eficientes, biocombustíveis e crédito de carbono.


O Brasil reafirmou seu papel de protagonista na agricultura regenerativa durante a Fertilizer Latino Americano (FLA) 2026, realizada esta semana em Miami. A Mosaic, gigante global de fosfatados e potássio, levou para o centro do debate a necessidade de conectar a nutrição do solo com a economia de baixo carbono, visando aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no exterior.

Para Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic para Brasil e Paraguai, a redução de emissões no campo não é mais apenas uma meta ambiental, mas uma estratégia financeira. Através do crédito de carbono, as práticas verdes do agricultor tornam-se um ativo negociável, gerando uma nova fonte de receita para a fazenda.

A Jornada da Descarbonização Começa no Solo

A lógica apresentada pela Mosaic foca na redução das emissões de “Escopo 3” (aquelas ligadas à cadeia de suprimentos). Para que produtos como o etanol, o biodiesel e o novo SAF (Combustível Sustentável de Aviação) sejam considerados verdadeiramente limpos, o fertilizante usado no plantio da biomassa precisa ser eficiente.

  • Ciclo Biológico Circular: Ao contrário dos combustíveis fósseis, os biocombustíveis participam de um ciclo que pode sequestrar carbono se manejado corretamente.

  • Inovação em Insumos: A indústria está migrando do simples “fornecimento de NPK” para a entrega de tecnologia, como a amônia verde, fertilizantes organominerais e bioinsumos que regeneram a biologia do solo.


Vantagens para o Produtor Rural

Segundo a Mosaic, o agricultor que adota fertilizantes com tecnologia de descarbonização colhe três benefícios imediatos:

  1. Redução de Custos: Otimização do uso do insumo, evitando desperdícios e desperdício de capital.

  2. Resiliência Climática: Solos mais saudáveis e equilibrados protegem a lavoura contra secas ou chuvas extremas.

  3. Acesso ao Green Financing: Possibilidade de acessar linhas de crédito agrícola com taxas de juros reduzidas por estar alinhado a critérios de sustentabilidade.

“A segurança alimentar exige escala, enquanto a transição energética exige baixa emissão. O Brasil pode ser o celeiro do mundo e, ao mesmo tempo, o maior sequestrador de carbono do planeta”, analisa Eduardo Monteiro.

O Futuro: “Tecnologia Embarcada”

A Mosaic, que completa duas décadas no Brasil em 2026, projeta que o setor de fertilizantes será o grande provedor das ferramentas para que o agricultor transforme sua produção em uma solução climática global. A empresa entrega anualmente cerca de 27,2 milhões de toneladas de fertilizantes para 40 países, com forte atuação em mineração e biotecnologia.


Com informações: Mosaic / CDN Comunicação.

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Mapfre projeta ciclo de expansão para 2026 com nova marca e foco em multicanalidade

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Encontros estratégicos em São Paulo alinharam as metas da seguradora global; eficiência operacional, sustentabilidade e o fortalecimento da parceria com corretores são as prioridades para o ano.


A Mapfre, gigante global do setor de seguros, iniciou o ano de 2026 com uma demonstração de força e renovação. Nos dias 22 e 23 de janeiro, a companhia reuniu suas lideranças e times comerciais para consolidar o planejamento estratégico da operação brasileira. O encontro não apenas definiu metas de crescimento, mas também marcou um momento histórico: a apresentação da primeira atualização de identidade visual da marca em mais de 40 anos.

Para o CEO da Mapfre no Brasil, Felipe Nascimento, o momento é de colher os frutos de uma transformação interna que priorizou a simplicidade e a proximidade com o cliente. “A evolução da marca reflete uma empresa orientada a relações de longo prazo”, afirmou.

Pilares Estratégicos para 2026

A estratégia da companhia para este ciclo está sustentada em quatro eixos fundamentais:

  • Eficiência e Digitalização: O investimento em autosserviço e na simplificação de processos resultou em uma melhora nos índices de NPS (satisfação do cliente), facilitando a jornada tanto do segurado quanto do corretor.

  • Multicanalidade: A Mapfre reforçou sua capilaridade atuando fortemente com bancos, cooperativas, parcerias estratégicas e, principalmente, com o canal corretor, que segue no centro da distribuição.

  • Sustentabilidade (ASG): A agenda ambiental, social e de governança está integrada ao negócio, com foco em soluções que atendam às novas demandas climáticas e sociais.

  • Cultura Interna: O reconhecimento de equipes de alta performance foi um dos pontos altos do evento, visando manter o engajamento para um ano de expansão.


O Brasil no Centro da Estratégia Global

O desempenho da operação brasileira foi elogiado por executivos internacionais do grupo. Até setembro de 2025, a Mapfre Brasil registrou um lucro líquido de 199 milhões de euros, consolidando o país como uma das peças mais importantes do tabuleiro global da companhia (que é líder em seguros na América Latina).

Nelson Alves, COO da Mapfre no Brasil, acredita que o cenário é de otimismo. “Criamos as condições perfeitas para fazer de 2026 um ano de expansão”, destacou durante o Encontro Comercial. Karine Brandão, diretora do Canal Corretor, complementou que o foco será tornar o trabalho do corretor “mais fluido e competitivo”.

Sobre a Mapfre no Brasil

Presente no país desde 1992, a seguradora emprega mais de 2,4 mil colaboradores e oferece mais de 100 soluções de proteção, abrangendo desde previdência e investimentos até seguros tradicionais e consórcios. A empresa também se destaca pelo trabalho social da Fundación Mapfre, dedicada ao bem-estar social e pesquisas.

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Com informações: Mapfre Brasil.

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