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Redação

A força invisível da transformação industrial: como Sandra Aparecida de Oliveira Lima redefiniu finanças, governança e sustentabilidade em um dos setores mais estratégicos do Brasil

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A executiva que moldou um setor sem aparecer nos holofotes

Durante mais de vinte anos, Sandra Aparecida de Oliveira Lima vem ocupando posições de liderança em um dos setores industriais mais relevantes da economia brasileira: o de papel, celulose e embalagens, uma cadeia responsável por dezenas de milhares de empregos, bilhões em exportações e um dos maiores programas privados de reflorestamento do mundo.

Documentos corporativos analisados pela Fato Novo e entrevistas com executivos que atuaram ao lado de Sandra revelam que sua contribuição foi muito mais profunda do que a estrutura hierárquica das empresas permitia enxergar. Ela esteve no centro de decisões estratégicas que integraram finanças, governança, sustentabilidade e análise de risco em um momento decisivo para a modernização do setor industrial brasileiro.

Fontes com conhecimento direto do processo afirmam que sua atuação “foi determinante para elevar o padrão de avaliação financeira e socioambiental dentro de projetos de grande escala”, especialmente em um período de transição regulatória no qual poucas empresas estavam preparadas para integrar ESG à tomada de decisão.

O projeto com o BNDES que se tornou referência em financiamento sustentável

Entre os marcos de sua trajetória, destacam-se os projetos de expansão florestal e de biomassa submetidos ao BNDES, considerados por especialistas consultados pela reportagem como uma das análises de viabilidade mais avançadas já produzidas no setor até então.

Segundo relatórios técnicos revisados pela Fato Novo, os financiamentos, estimados  em mais 1 bilhão, exigiram uma abordagem integrada que envolveu modelagem financeira de longo prazo, projeções de produtividade florestal baseadas em séries históricas, avaliação socioambiental detalhada e análises comparativas de eficiência industrial e energética.

A complexidade dos processos foi ampliada pela necessidade de alinhar diferentes áreas internas, industrial, jurídica, financeira e ambiental, cujas visões técnicas frequentemente colidiam. De acordo com um consultor que acompanhou os projetos e falou sob condição de anonimato, “Sandra foi a única pessoa capaz de harmonizar perspectivas técnicas e transformar um conjunto fragmentado de informações em uma estratégia sólida, compreensível e financiável”.

Fontes do setor afirmam que sua capacidade de estruturação técnica foi um dos fatores centrais para as aprovaçoes dos projetos pelo BNDES, que mais tarde os classificariam como exemplos de governança e sustentabilidade aplicada à expansão industrial.

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A liderança que conectou governança, risco e estratégia em um só eixo

Registros internos obtidos pela reportagem mostram que Sandra exerceu funções de confiança diretamente ligadas à presidência e aos acionistas, com responsabilidade sobre decisões de financiamento, reestruturação de dívidas, negociações com bancos nacionais e internacionais e implantação de padrões de governança alinhados a recomendações que, anos depois, seriam consolidadas por organismos internacionais.

Sua atuação incluía avaliação de riscos cambiais e operacionais, coordenação de auditorias rigorosas, implementação de métricas de governança, antecipação de riscos sistêmicos e desenho de indicadores financeiros que integravam sustentabilidade e estratégia corporativa.

Executivos entrevistados descrevem Sandra como “uma estrategista rara”, capaz de interpretar cenários complexos e traduzi-los em planos financeiros claros, viáveis e competitivos. Uma fonte destacou que “Sandra tinha um entendimento sistêmico muito acima da média, conseguindo relacionar clima, risco financeiro, competitividade industrial e governança em uma única matriz analítica”.

Muito antes de ESG se tornar pauta global, Sandra já integrava ESG como método

Embora a sigla ESG só tivesse ganhado força internacional a partir de 2018, documentos avaliados pela reportagem indicam que Sandra já incorporava métricas ambientais e sociais em suas modelagens financeiras desde meados dos anos 2000.

Especialistas entrevistados afirmam que várias práticas utilizadas por ela, como análise de risco climático em projeções financeiras, avaliação de impacto socioambiental em decisões de investimento e integração de governança ao fluxo operacional das empresas, são hoje consideradas padrão em frameworks como TCFD e IFRS Sustainability Standards.

Um profissional do setor de consultoria industrial que revisou parte dos documentos afirmou: “Ela estava pelo menos uma década à frente do mercado”.

Transição para o cenário global e consolidação como especialista

Sandra ampliou sua presença na esfera internacional ao ser responsável pelas empresas internacionais do Grupo e por sua atuação em projetos complexos da Gearbulk, uma das maiores empresas marítimas do Mundo.

Sua atuação começou a se expandir para áreas como:

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  • finanças sustentáveis,
  • governança climática,
  • análise de risco global,
  • competitividade internacional,
  • transformação estratégica de empresas.
Conclusão: uma contribuição estrutural ao setor industrial brasileiro

A análise comparativa de documentos internos, entrevistas e evidências obtidas pela Fato Novo confirma que as contribuições de Sandra Lima foram decisivas para moldar estruturas de financiamento, modelos de governança e práticas sustentáveis que influenciaram toda a indústria de papel e celulose durante duas décadas.

Sua liderança técnica, capacidade de articulação e antecipação de tendências estabeleceram bases para decisões que ainda hoje definem competitividade, sustentabilidade e expansão industrial no setor.

Especialistas afirmam que compreender a evolução recente da indústria brasileira sem considerar o impacto do trabalho de Sandra Lima equivaleria a ignorar um dos pilares mais importantes de sua transformação silenciosa.

Nota da Redação

Em razão da relevância técnica de sua atuação no setor industrial e da consistência de suas análises em finanças corporativas, governança e sustentabilidade, a Fato Novo convidou neste ano de 2019 Sandra Aparecida de Oliveira Lima a integrar o grupo de especialistas que contribuirão regularmente com artigos e entrevistas sobre temas de impacto nacional e global.

A partir desta publicação, Sandra passa a colaborar com a revista em duas a três matérias anuais, dentro das editorias de economia, finanças e ESG.


Da Redação: REPORTAGEM ESPECIAL

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Distrito Federal

Marcinho, o Gigante de Santa Maria

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“Quem conhece Marcinho sabe que ele nunca para… “

Há quem nasça em uma cidade e nela apenas more. E há quem, como Marcinho, a respire, a construa e a transforme em sinônimo de sua própria trajetória. Poucas figuras políticas carregam em si tanto o peso da história quanto Marcio Gonçalves, homem que não apenas viveu Santa Maria desde seus primórdios, mas ajudou a moldá-la com as próprias mãos. Hoje, muito do que é Santa Maria, é legado do seu trabalho.

Jovem pioneiro, Marcinho chegou quando a cidade ainda se desenhava entre sonhos e escombros. E, mesmo na juventude, já demonstrava um faro político aguçado e uma visão estratégica que poucos compreendiam na época. Hoje, empresário de sucesso — dono da MGF —, ele acumula décadas de experiência e um currículo invejável para qualquer agente político de Brasília ou do país.

Sua primeira grande marca foram a coordenações de campanhas de personagens marcantes da capital, como Eurídes Brito, Pedro Passos, Tadeu Fillipelli, Roriz, Arruda, Agnelo, entre outros. Na vida pública foi como Administrador Regional de Santa Maria, onde pode fazer mais pela sociedade. Naquele momento, Marcinho não apenas administrou, ele liderou. Deixou um legado de obras, momentos culturais e entretenimento que até hoje define a identidade urbana da cidade, como a praça central, parques, PECs, Campo sintético, grandes eventos e etc. Como todo esse repertório, foi então que se tornou candidato em 2014, num pleito marcante, com uma campanha intensa, carismática e inesquecível. Mesmo sem obter o mandato, saiu das urnas com o respeito de todos e o reconhecimento de que ali estava alguém capaz de mover multidões e decisões. O primeiro grande líder de Santa Maria.

Com o tempo, que para muitos é desgaste, para Marcinho foi forja. A cada ano, mais experiente, mais afiado. Coordernou campanhas eleitorais em todo o Entorno do DF, ajudando a eleger prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, de todos os partidos, perfis e espectros políticos. Não são poucos os que dizem que, sem Marcinho, muitos não teriam chegado ao cargo que ocupam.

De Santa Maria ao coração da política do Distrito Federal, ele rompeu fronteiras ideológicas e geográficas. Tornou-se figura central nas campanhas de cidades como Valparaíso de Goiás, Novo Gama, e tantas outras. Hoje, é um dos articuladores mais respeitados do DF, sua casa e QG ma CL 208 é ponto de encontro de políticos experientes, cabos eleitorais, pretendentes a mandatos e estrategistas que buscam compreender o cenário político em transformação.

Em mais um dos seus feitos, ontem, 31 de julho,  despretenciosamente, Marcinho voltou a surpreender. Num evento do SEBRAE, com data ruim e horário pior ainda, conseguiu mobilizar, como poucos conseguiriam, um auditório lotado na escola técnica da cidade. Sem apadrinhamento político e mandato na mão, apenas com aqueles que o conhecem, o respeitam e o seguem. Ali, uniu esquerdistas e direitistas, empresários e trabalhadores, todos sob um mesmo teto: o da confiança em quem sabe articular e mobilizar.

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Ninguém sabe, ainda, o que Marcinho fará em 2026. Nem a quem apoiará. Mas o que é certo, e isso todos sabem, é que, onde ele for, o sucesso terá um nome: Marcinho. E com ele, virá a certeza de que algo grande está sendo construído.

Porque Marcinho não é apenas um político. É um GIGANTE. E gigantes, mesmo parados, fazem a terra tremer.


Da Redação

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Distrito Federal

Deson e Marcinho em ação!

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No emaranhado de alianças, tramas e negociações que compõem o cenário político do Distrito Federal e região, poucos conseguem navegar com a mesma destreza de Adelson Rocha, o Deson, e Marcio Gonçalves, o Marcinho

Apesar de ambos terem sido candidatos em pleitos anteriores, também são respitados por serem figuras que conhecem os bastidores, forjados na prática política, temperados por décadas de luta eleitoral e sobrevivência em um ambiente onde muitos promissores desapareceram. Política não é para amadores.

Amigos de longa data, Deson e Marcinho compartilham mais do que história: têm intuição afiada, olhar estratégico e uma capacidade incomum de antever movimentos antes que se concretizem. Cada um com seu estilo, Deson mais impetuoso, eufórico, nascido no Piauí e criado nas periferias, trazendo o calor e a ousadia do povo; Marcinho mais estratégico, cauteloso, de fácil diálogo e raciocínio afiado. Ambos convergem no pragmatismo e na leitura fria da política eletoral como ela é, não como gostaria de ser.

Sobreviveram a ciclos inteiros de limpeza política, viram aliados se transformarem em adversários e vice-versa, e ainda assim emergiram mais influentes do que nunca. Enquanto muitos viam seus espaços diminuídos, a dupla consolidou-se como referência obrigatória para qualquer projeto que queira voar no coração da capital ou no entorno do Buriti.

Atualmente, estão com os pés firmes em Santa Maria, onde a química entre experiência e território produz resultados concretos. Com reuniões estratégicas, encontros discretos e uma articulação que mistura tradição e inovação, trabalham intensamente rumo a 2026. Não esperam o momento certo, eles o constroem.

Recentemente, protagonizaram um evento empresarial que deixou a cidade sem fôlego. Com uma composição política heterodoxa — que uniu setores antes considerados incompatíveis, e uma mobilização que beirou o fenomenal, mostraram que Santa Maria não é apenas uma cidade do passado, mas uma praça de decisões do futuro.

Enquanto muitos ainda consideram cedo para falar em disputas locais, Deson e Marcinho já estão fazendo prognósticos que se tornam realidade. Têm olhos atentos sobre a composição da Casa Legislativa e ouvidos colados nas paredes do Buriti. Sabem que o jogo político se revela em detalhes, e eles dominam a arte de ler entrelinhas.

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Ficar de olho nessa dupla é entender que, onde eles pisam, algo está prestes a acontecer. O caminho que trilham não é apenas uma rota, é um mapa do que está por vir. E se há uma certeza nesse jogo de xadrez eleitoral, ela se chama: quando Deson e Marcinho estão em ação, o tabuleiro muda.


Da Redação

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Distrito Federal

Conexão que Transforma: AllRede Telecom leva wi-fi e qualidade à biblioteca de Santa Maria sul

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Equipe da AllRede e estudantes na Biblioteca Sul - Crédito: Kauan Gutemberg

Em um gesto de compromisso, empatia e tecnologia, a AllRede Telecom ilumina um canto esquecido da cidade e presenteia os jovens e os estudantes de Santa Maria com o direito de se conectar

Há lugares que carregam mais do que tijolos e concreto. Carregam histórias. Algumas, de dor. Outras, de resistência. E hoje, em meio às ruas da Quadra 204 de Santa Maria Sul — um território tantas vezes marcado pelo abandono e pela violência urbana — uma nova história começa a ser escrita. Uma história de esperança. De acesso. De dignidade.

Pela primeira vez em quase 30 anos, a Biblioteca Pública Carlos Drummond de Andrade ganhou conexão wi-fi. Um detalhe que, para muitos, pode parecer simples, mas que aqui é revolução. Porque internet, nesse contexto, não é luxo. É direito. É ponte. É porta de entrada para o conhecimento, para a educação, para um futuro diferente.

Equipe da AllRede e estudantes na Biblioteca Sul - Crédito: Kauan Gutemberg

Equipe da AllRede – Crédito: Kauan Gutemberg

E quem tornou isso possível? A AllRede Telecom , uma empresa que entende que tecnologia só é verdadeiramente poderosa quando chega a quem mais precisa.

Na manhã do dia 22 de julho, enquanto os primeiros sinais de wi-fi se espalhavam pelos corredores da biblioteca sul, algo maior também se conectava: o compromisso de uma empresa com a comunidade. A ação foi totalmente gratuita , sem nenhum custo para o Estado ou para os moradores. Um gesto puro de responsabilidade social, impulsionado pela vontade de fazer a diferença.

A iniciativa foi tomada por Léo Rodrigues , influencer e morador da região, conhecido pelo projeto Embarque DF. Foi ele quem, com muito esforço e o coração na comunidade, articulou a parceria entre a AllRede Telecom e a Gerência de Cultura da Administração Regional, pasta chefiada por Dyda MakFly. Um exemplo de que quando pessoas e empresas caminham juntas, o impacto é coletivo.

Equipe da AllRede e estudantes na Biblioteca Sul - Crédito: Kauan Gutemberg

Equipe da AllRede e estudantes na Biblioteca Sul – Crédito: Kauan Gutemberg

Agora, estudantes que antes precisavam caminhar quilômetros à procura de um sinal de internet para fazer uma pesquisa, estudar para um concurso ou entregar um trabalho podem abrir seus celulares, tablets ou laptops dentro da própria biblioteca. Poderão estudar, se informar, se conectar com o mundo. E já pensando em ser o próximo concursado, escritor ou empreendedor que vai mudar a história dessa cidade.

A Quadra 204 já foi chamada de “Faixa de Gaza de Santa Maria”. Mas hoje, com sua Biblioteca Pública servida com essa conexão, ela começa a ser conhecida por outra coisa: por sua resiliência, sua luta, e agora, por sua transformação.

A AllRede Telecom não está apenas entregando um serviço. Está devolvendo oportunidades. Está dizendo, com atitudes, que acredita nessa comunidade. Que vê potencial onde outros viram apenas problemas. E isso é muito mais do que tecnologia — é responsabilidade social .

Com mais de duas décadas de atuação e reconhecida como a Melhor Provedora do Brasil em 2024 pela ABRINT, a AllRede Telecom já era referência em inovação e qualidade. Mas hoje, vai além. Mostra que liderança também se mede pelo quanto uma empresa se importa com quem vive do outro lado da tela.

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Porque aqui, na verdade, não há tela. Há rostos. Olhos de crianças e jovens que agora têm mais um instrumento para brilhar. Há mães que veem seus filhos com mais chances. Há uma comunidade inteira que sente: não estão esquecidos .

Essa rede wi-fi é mais do que um sinal. É um símbolo. O de que, mesmo nos lugares mais carentes de atenção, a esperança pode ser instalada. E, quando conectamos pessoas, conectamos futuros.

Por lembrar que, no fim das contas, o melhor sinal de todos é o da humanidade.


Da redação

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