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Governo Federal

O futuro do SUS no governo Lula: hospitais inteligentes e medicina de alta precisão

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Investimento de R$ 4,8 bilhões democratiza o acesso à tecnologia de ponta, prometendo reduzir em até cinco vezes o tempo de espera em emergências

O Governo Federal anunciou um salto histórico para a saúde pública brasileira com a criação da Rede Nacional Agora Tem Especialistas de Hospitais e Serviços Inteligentes. Com um aporte total de R$ 4,8 bilhões, a iniciativa busca levar para o Sistema Único de Saúde (SUS) tecnologias de medicina de alta precisão, anteriormente restritas à rede privada de elite. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que o projeto visa tornar o “povo mais humilde visível”, garantindo que a Inteligência Artificial (IA), a telemedicina e a conectividade 5G sirvam para salvar vidas em todas as regiões do país.

Um dos pilares do anúncio é a construção do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), no Hospital das Clínicas de São Paulo, viabilizado por um financiamento de R$ 1,7 bilhão do Banco dos Brics (NDB). Este será o primeiro hospital inteligente público do Brasil, servindo como centro de referência e transferência tecnológica. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que a modernização permitirá diagnósticos 80% mais ágeis, transformando o SUS em um líder global na incorporação de tecnologias digitais na saúde.

O que caracteriza um hospital inteligente?

A transformação digital do SUS baseia-se em pilares que otimizam o atendimento e a gestão:

  • UTIs Automatizadas: Sensores monitoram pacientes em tempo real e algoritmos antecipam crises antes que se tornem graves.

  • Triagem por IA: Sistemas inteligentes aceleram o diagnóstico e garantem que o paciente certo receba o tratamento adequado rapidamente.

  • Prontuário Único Conectado: Integração de dados que permite que o histórico médico do cidadão seja acessado em qualquer unidade do país.

  • Ambulâncias 5G: Monitoramento de sinais vitais durante o trajeto, permitindo cuidados pré-hospitalares de alta precisão.

Alcance nacional e infraestrutura

O projeto já nasce com uma rede interconectada para atender as cinco regiões do Brasil:

Eixo de Investimento Detalhes da Infraestrutura
UTIs Inteligentes 14 unidades iniciais em 13 capitais (Manaus, Belém, Salvador, Brasília, entre outras).
ITMI (São Paulo) 800 leitos (350 de UTI), 25 salas cirúrgicas e capacidade para 190 mil internações anuais.
Modernização Atualização de 8 unidades hospitalares vinculadas a universidades e secretarias de saúde.
Prazos Primeiras UTIs operacionais no 1º semestre de 2026; Hospital Modelo previsto para 2029.

Tecnologia a serviço da justiça social

A presidenta do NDB, Dilma Rousseff, e o vice-presidente Geraldo Alckmin reforçaram que a tecnologia no SUS não substitui a humanização, mas dá escala e precisão ao atendimento. Ao reduzir a burocracia e evitar a repetição de exames desnecessários, o governo espera otimizar o dinheiro público e elevar a imagem do SUS a um novo patamar de excelência mundial. Para Lula, o sucesso do SUS no combate à pandemia de Covid-19 legitimou este investimento, que agora foca em eliminar as filas por especialistas e transformar a vida dos brasileiros que mais precisam do Estado.


Com informações: PT, Agência Brasil e Palácio do Planalto

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Governo Federal

Lula sanciona regulamentação da reforma tributária e lança plataforma digital para monitorar novos impostos

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Presidente cria Comitê Gestor do IBS e plataforma para garantir transparência nas alíquotas; sistema foca em desoneração da cesta básica e cashback para baixa renda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (13), a lei que regulamenta a fase final da reforma tributária e institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Durante a cerimônia, foi lançada a Plataforma Digital da Reforma Tributária, ferramenta intuitiva que permitirá a empresas e cidadãos simularem as novas regras e visualizarem o custo real de impostos em cada produto. Segundo o presidente, a medida encerra décadas de burocracia, estabelecendo um marco de estabilidade jurídica e econômica para o país.

A reforma simplifica o sistema ao substituir tributos antigos por dois novos impostos centrais. O IBS unifica os impostos estaduais (ICMS) e municipais (ISS), sob gestão de estados e municípios por meio do novo comitê. Já a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) substitui os federais PIS e Cofins. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que o novo modelo é baseado no valor agregado, evitando a cobrança em cascata e garantindo que cada etapa da cadeia pague apenas sobre o que produziu.

Entenda as mudanças com a nova regulamentação

A transição foca em eficiência digital e justiça fiscal:

  • Comitê Gestor do IBS: Monitorará a uniformização do imposto e a transparência na devolução de créditos tributários.

  • Plataforma Digital: Oferece “Apuração Assistida”, revelando taxas escondidas e reduzindo custos operacionais para pequenas empresas.

  • Cesta Básica e Saúde: Itens da cesta básica nacional terão alíquota zero; medicamentos e itens de higiene terão reduções drásticas.

  • Cashback Tributário: No segundo semestre de 2026, famílias de baixa renda começarão a receber a devolução de parte dos impostos pagos.

Foco social e destino da arrecadação

O governo reforçou que a CBS continuará vinculada ao financiamento da Seguridade Social, garantindo recursos para saúde, previdência e assistência social. Para Lula, a aprovação do projeto é um êxito histórico sobre as resistências políticas que impediram mudanças similares no passado. A implementação plena ocorrerá gradualmente nos próximos anos, com o objetivo de tornar o sistema mais progressivo e favorável ao crescimento econômico sustentável, simplificando a vida de quem produz e garantindo preços mais justos para quem consome.


Com informações: PT e Presidência da República

 

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Brasil

Lula sanciona leis que criam o Dia Nacional de Luto e registro unificado contra a violência de gênero

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Novas normas visam homenagear vítimas de feminicídio e padronizar dados estatísticos para facilitar a concessão de medidas protetivas e políticas públicas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou duas novas legislações que ampliam os mecanismos de proteção e memória voltados às mulheres. A primeira, Lei 15.334/2026, institui o dia 17 de outubro como o Dia Nacional de Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio, em homenagem a Eloá Pimentel, assassinada nesta data em 2008. A segunda, Lei 15.336/2026, torna obrigatória a publicação bienal do Registro Unificado de Dados e Informações sobre Violência contra as Mulheres, visando oferecer um diagnóstico preciso sobre a criminalidade de gênero no país.

Segundo o Palácio do Planalto, a unificação dos dados no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) permitirá que profissionais de justiça e segurança identifiquem com maior rapidez situações de risco de morte. Além das sanções, o governo iniciou em 2026 a articulação de um pacto nacional de enfrentamento ao feminicídio, sob coordenação da Secretaria de Relações Institucionais e com apoio da primeira-dama, Janja Lula da Silva, buscando integrar os esforços dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em todos os estados.

Detalhes das novas legislações

As medidas buscam transformar tanto a percepção social quanto a eficiência do Estado:

  • Dia Nacional de Luto (17 de Outubro): Marco para reflexão e combate ao ódio contra a mulher, simbolizado pelo caso Eloá Pimentel.

  • Padronização de Dados: O Registro Unificado obriga a coleta de informações detalhadas sobre violência doméstica e familiar.

  • Relatório Bienal: A cada dois anos, o governo deverá publicar análises técnicas que subsidiem a criação de novas políticas públicas.

  • Foco em Medidas Protetivas: A precisão dos dados ajudará juízes e delegados a reconhecerem precocemente o risco de feminicídio.

Pacto Nacional contra o Feminicídio

A sanção das leis acompanha o lançamento de um pacto estratégico que visa envolver todos os estados da federação. A iniciativa, reforçada por Lula ao final do ano passado, foca na ampliação de delegacias especializadas, casas da mulher brasileira e no monitoramento mais rigoroso de agressores. A determinação do governo para 2026 é reduzir os índices de violência que, segundo dados recentes do DataSenado, atingiram cerca de 3,7 milhões de mulheres em apenas um ano, reafirmando a segurança feminina como vértice central da agenda de direitos humanos do país.


Com informações: PT, Elas por Elas e Palácio do Planalto

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Congresso Nacional

Emendas parlamentares consomem quase 80% da verba livre de ministérios em 2025

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Fatia do Orçamento controlada por deputados e senadores atingiu nível recorde, drenando recursos que seriam destinados a investimentos diretos do Governo Federal

Em 2025, o avanço do Congresso Nacional sobre o Orçamento da União atingiu um patamar histórico, comprometendo a capacidade de planejamento do Poder Executivo. Dados oficiais revelam que as emendas parlamentares chegaram a consumir até 78,9% da verba discricionária (recursos destinados a investimentos e custeio, que não incluem salários e gastos obrigatórios) de pastas estratégicas. O Ministério do Turismo e o Ministério do Esporte lideram o ranking de dependência, com a maior parte de seus orçamentos livres sendo direcionada por indicações de deputados e senadores.

O fenômeno reflete uma mudança estrutural na política brasileira, onde o Legislativo passou a deter o controle de fatias cada vez maiores do tesouro nacional. Se em 2015 as emendas representavam apenas 2,5% do orçamento discricionário total do Executivo, em 2025 esse percentual saltou para 21,9%. Esse cenário gera um debate intenso sobre a separação de Poderes e a transparência no uso desses recursos, especialmente após operações da Polícia Federal investigarem desvios em projetos financiados por essas verbas.

Ministérios sob maior domínio do Congresso

A tabela abaixo detalha as pastas onde os parlamentares detêm o maior controle sobre os recursos de investimento:

Ministério % da Verba Discricionária por Emendas Principais Destinos
Turismo 78,9% Apoio a eventos (como o Carnaval), obras e pontos turísticos.
Esporte 65,2% Projetos sociais de futebol, construção de ginásios e e-sports.
Saúde ~40% Custeio de hospitais, ambulatórios e secretarias locais.

Impacto na Saúde e no Planejamento Federal

Embora Turismo e Esporte tenham os maiores percentuais relativos, o Ministério da Saúde é o que executa o maior volume financeiro absoluto. Em 2025, dos R$ 47,3 bilhões empenhados pela pasta, mais de R$ 25,7 bilhões foram definidos pelo Congresso. Especialistas alertam que essa descentralização excessiva dificulta a criação de políticas nacionais unificadas, uma vez que o recurso acaba fragmentado em milhares de pequenas obras e convênios locais que nem sempre priorizam as necessidades técnicas mais urgentes do SUS.

O debate no STF e o Orçamento 2026

O futuro dessa dinâmica está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Flávio Dino é o relator de uma ação que questiona a impositividade das emendas e exige regras mais rígidas de transparência. Enquanto isso, para o ano de 2026, o Congresso já aprovou um montante superior a R$ 61 bilhões em emendas parlamentares. O governo Lula enfrenta o dilema de manter o apoio da base aliada do “Centrão”, que comanda essas pastas, ou tentar recuperar o controle do Orçamento para viabilizar as promessas de campanha e grandes obras de infraestrutura federal.


Com informações: Folhapress e ICL Notícias

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