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Distrito Federal

Mulher que matou vizinha na Fercal é condenada a 18 anos de prisão

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Na última terça-feira, 27/5, Karine Gomes de Andrade foi condenada pelo Tribunal do Júri de Sobradinho a 18 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo

O júri reconheceu que a ré praticou o crime por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima.

O crime aconteceu no dia 25 de julho de 2024, em via pública, ao lado da distribuidora de bebidas da ré, na Fercal. Na ocasião, Karine disparou diversos tiros de arma de fogo na vizinha, porque ela pediu à ré para retirar condensadora que ocupava indevidamente o seu lote e a impedia de construir e usufruir da sua propriedade.

Consta da denúncia que, a vítima adquiriu uma propriedade ao lado do lote, onde se situa um comércio de propriedade da ré e seu marido, e pediu por diversas vezes, ao longo de dez meses, que a ré retirasse o condensador da empresa e parte de uma fiação que impedia a vítima de fazer o uso regular de sua propriedade. Apesar dos pedidos, a ré relutou em todas as oportunidades em retirar o aparelho.

Consta, ainda, que depois de haver solicitado amigavelmente por várias vezes, a vítima, ante a necessidade de utilizar seu lote, levou adiante sua decisão de construir e para tanto retiraria o aparelho que invadia sua área. No dia dos fatos, quando deu início aos trabalhos, surgiu a ré e, mais uma vez, a vítima solicitou que ela retirasse o referido aparelho. Irritada, Karine, que era colecionadora de arma, e nesse dia portava, em via pública, sem autorização, a arma utilizada para o crime, foi ao seu comércio, pegou a arma e surpreendeu a vítima com vários tiros, de modo a dificultar qualquer reação defensiva, uma vez que a vítima não tinha nenhuma razão próxima ou remota para crer que viesse a ser morta.

Na análise do processo, a juíza presidente do júri ponderou que a atitude da ré colocou em risco, além da vítima, os pedestres e ocupantes da localidade. A magistrada também falou das consequências do crime, que deixou uma criança de nove anos órfã de mãe.

Karine respondeu ao processo presa e não poderá recorrer da sentença em liberdade.

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Fonte: TJDFT

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TJDFT e PCDF realizam Leilão Higeia 2026 para reciclagem de veículos

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Com foco em sustentabilidade e limpeza de pátios, o leilão ofertará mais de 590 toneladas de material ferroso exclusivamente para empresas de reciclagem

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) realizarão, no dia 30 de janeiro de 2026, o 1º Leilão Virtual Higeia do ano. O certame é voltado para a venda de veículos recicláveis e material ferroso que tiveram o perdimento decretado em favor da União. Diferente de leilões de veículos para circulação, este evento foca no processamento siderúrgico, exigindo que os bens sejam descontaminados e triturados, eliminando riscos ambientais e focos de doenças nos pátios policiais.

O lote único é composto por 1.484 unidades, incluindo automóveis, motocicletas e veículos pesados, totalizando um peso estimado de 590.954 kg. O TJDFT é responsável por cerca de 65% das indicações dos bens, que foram desembaraçados pela Central de Guarda de Objetos de Crime (CEGOC). O leilão será conduzido pelo leiloeiro oficial Otavio Lauro Sodré Santoro, de forma totalmente online, garantindo transparência e segurança no processo de alienação.

Como participar e cronograma de visitação

A participação é restrita a interessados que efetuarem cadastro prévio no site oficial do leiloeiro. É fundamental que os proponentes verifiquem as condições de arrematação no Edital nº 02/2025 – PCDF, que detalha as obrigações de retirada e os prazos para o processamento do material.

  • Data do Leilão: 30 de janeiro de 2026, das 10h às 16h.

  • Local: Exclusivamente online no site Sodré Santoro.

  • Visitação: Até o dia 29 de janeiro de 2026, em dias úteis (08h30 às 17h30), no pátio da CPA/PCDF no Cruzeiro Velho.

  • Agendamento: Obrigatório com 24h de antecedência pelo e-mail cpa@pcdf.df.gov.br.

Segurança: Alerta contra sites falsos

O TJDFT reforça o alerta sobre a existência de páginas fraudulentas que utilizam o nome do Tribunal para aplicar golpes. Antes de realizar qualquer lance ou transferência, o cidadão deve confirmar se o leiloeiro e o site estão devidamente credenciados na lista oficial disponível no portal do TJDFT, na seção de “Leilões e Depósitos Públicos”.

Dúvidas específicas sobre o certame podem ser sanadas pelo Balcão Virtual do TJDFT ou pelos telefones (61) 3103-6944 e (61) 3103-7179, com atendimento das 12h às 19h. Esta iniciativa não apenas gera receita para a União, mas cumpre um papel social vital ao dar uma destinação ecologicamente correta a bens que não possuem mais condições de uso ou regularização.


Com informações: TJDFT

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Distrito Federal

CAESB alerta para sites falsos: Saiba como não cair no golpe da 2ª via

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Criminosos estão clonando a página oficial da Companhia de Saneamento para desviar pagamentos; confira o canal correto para negociação de débitos

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) emitiu um alerta urgente aos seus clientes sobre a proliferação de portais falsos na internet. Golpistas estão utilizando a identidade visual exata da página de apresentação oficial da empresa para enganar usuários que buscam a emissão da segunda via da conta de água. Ao acessarem esses sites fraudulentos, os clientes acabam efetuando pagamentos via PIX ou boleto que são destinados a contas de terceiros, e não à Companhia.

A orientação é clara: o único endereço seguro para acesso aos serviços é o portal oficial www.caesb.df.gov.br. Qualquer variação no link, por menor que seja, deve ser tratada como suspeita. Além disso, a Caesb reforça que o usuário deve sempre conferir o beneficiário final no aplicativo do banco antes de confirmar qualquer transação. Se o nome que aparecer não for o da Companhia ou do agente autorizado, o pagamento não deve ser realizado.

Canal Autorizado de Negociação: Consórcio Sanear

Para evitar confusões, a Caesb esclarece que existe apenas um intermediário legítimo autorizado a realizar cobranças e negociações de débitos de forma experimental.

  • Agente Oficial: Consórcio Sanear.

  • Canal de Atendimento: Exclusivamente via WhatsApp.

  • Número Único: (61) 99929-6506.

  • Função: O consórcio é responsável por todo o processo de negociação, geração e emissão de boletos de débitos atrasados.

Qualquer outro número de telefone ou abordagem em nome de empresas de cobrança deve ser ignorado e reportado como fraude.

O que fazer se você for vítima do golpe?

Caso você tenha realizado um pagamento em um site falso, a Caesb recomenda os seguintes passos imediatos para tentar recuperar o valor e ajudar na investigação:

  1. Boletim de Ocorrência: Registre o caso imediatamente na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Como se trata de um crime de estelionato digital, a responsabilidade de investigação é da autoridade policial.

  2. Denúncia ao Banco: Entre em contato com o seu banco para informar o golpe e tentar o bloqueio do valor através do Mecanismo Especial de Devolução (MED) do PIX.

  3. Relato à Caesb: Informe à Companhia sobre o endereço do site falso para que ela possa acionar o Google e as autoridades para a retirada da página do ar.

Dicas de Segurança Digital para 2026

Com o aumento de crimes cibernéticos, a prevenção é a melhor ferramenta. Fique atento a estes sinais de alerta:

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  • Anúncios no Google: Muitas vezes, os sites falsos aparecem como “Anúncio” no topo das buscas. Prefira sempre digitar o endereço diretamente na barra do navegador.

  • Pagamentos via PIX: A Caesb não solicita transferências para nomes de pessoas físicas ou empresas desconhecidas.

  • Cadeado de Segurança: Verifique se o site possui o ícone do cadeado ao lado do endereço (HTTPS), embora isso, por si só, não garanta que o site é oficial, é um requisito básico.


Com informações: CAESB

 

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Revista NaMoral lança edição com foco na cultura da integridade

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Publicação semestral do MPDFT destaca transformações sociais nas escolas e abre espaço para colaboração acadêmica sobre ética e cidadania

A consolidação de uma cultura pautada pela ética ganha um novo capítulo no Distrito Federal com o lançamento da mais recente edição da Revista NaMoral. A publicação, que possui versões impressa e digital, funciona como o braço informativo e pedagógico do Programa NaMoral, iniciativa do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O periódico busca não apenas registrar as ações do projeto, mas engajar a sociedade em um movimento de formação de cidadãos íntegros, destacando como pequenos valores podem transformar a realidade coletiva.

Nesta edição, referente ao ciclo concluído em 2025, o foco central é a celebração da cidadania ativa e os resultados práticos observados dentro das instituições de ensino. O conteúdo reúne um panorama detalhado de dados, além de artigos assinados por especialistas que discutem a importância da educação em valores. Para os educadores, a revista serve como um guia prático e inspirador, mostrando que a integridade pode ser ensinada de forma lúdica e vivencial, extrapolando a teoria dos livros didáticos.

Um dos pontos altos desta edição são as entrevistas exclusivas com figuras que personificam o impacto do programa. Entre os destaques está a conversa com o professor Jean Fernando, do CEF 01 de Planaltina, cuja trajetória une a educação pública à arte internacional, com passagens pelo Museu do Louvre. Também participam a promotora de justiça Fernanda Molyna, gestora do programa, e o procurador do Trabalho Manoel Jorge, oferecendo uma visão multidisciplinar sobre o combate preventivo à corrupção através do ensino.

Para ampliar o diálogo com a sociedade, a Revista NaMoral mantém um canal aberto para a colaboração acadêmica. Estudantes, docentes e pesquisadores podem enviar contribuições em diversos formatos, como artigos científicos, crônicas, resenhas e notícias relacionadas aos temas de integridade e ética. Essa abertura visa transformar o periódico em um fórum vivo de discussão, onde a teoria acadêmica se encontra com a prática cotidiana das escolas públicas brasilienses.

Criado em 2019, o Programa NaMoral nasceu com a premissa de que a interrupção do ciclo da corrupção começa na base. Através de vivências que estimulam a autorresponsabilidade, jovens e crianças são levados a refletir sobre como suas escolhas individuais impactam o todo. A idealizadora do projeto, promotora de justiça Luciana Asper, enfatiza que o foco da iniciativa é tornar o que é “justo e virtuoso” uma prioridade nacional, construindo uma barreira preventiva contra desvios de conduta no futuro.

A isonomia do projeto é refletida em sua abrangência: o programa atende diversas Regiões Administrativas do DF, garantindo que estudantes de diferentes contextos sociais tenham acesso às mesmas ferramentas de desenvolvimento moral. Os dados apresentados na revista mostram que o engajamento das comunidades escolares tem crescido exponencialmente, transformando o NaMoral em uma política pública de referência no combate à corrupção e no fortalecimento dos pilares democráticos.

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O impacto social da publicação é visível no fortalecimento do vínculo entre a justiça e a comunidade escolar. Ao humanizar as figuras do Ministério Público e aproximar o ambiente jurídico da realidade dos alunos, a revista desmistifica processos e inspira confiança nas instituições. O acesso à versão digital permite que o conhecimento rompa as fronteiras do Distrito Federal, servindo de modelo para outros estados que buscam implementar programas semelhantes de integridade juvenil.

Com o encerramento de mais um ciclo, a Revista NaMoral reafirma seu papel como um “tesouro” para a edificação social. Mais do que uma simples prestação de contas, ela é um convite para que cada cidadão assuma seu papel na construção de uma nação mais honesta. A expectativa para o próximo semestre é de ampliação das parcerias e do volume de contribuições externas, fortalecendo ainda mais o ecossistema de educação para a cidadania no país.


*Com informações: MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios)

 

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