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Música

Anderson Leonardo, do grupo Molejo, morre aos 51 anos

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Cantor tratava um câncer inguinal diagnosticado há mais de um ano; informação foi divulgada por sua assessoria

O cantor Anderson Leonardo, do grupo de pagode Molejo, morreu aos 51 anos na tarde desta sexta-feira (26), no Rio de Janeiro, após ter uma piora no seu estado de saúde.

O pagodeiro enfrentava uma luta, há mais de 1 ano e meio, contra um câncer na região inguinal. A informação foi confirmada pela assessoria de Anderson.

“Nosso guerreiro ANDERSON LEONARDO lutou bravamente, mas infelizmente foi vencido pelo câncer, mas será sempre lembrado por toda família, amigos e sua imensa legião de fãs, por sua genialidade, força e pelo amor aos palcos e ao MOLEJO. Sua presença e alegria era uma luz que iluminava a vida de todos ao seu redor, e sua falta será profundamente sentida e jamais esquecida, nós te amamos”.

Carreira de Anderson Leonardo

Mais conhecido como Anderson Molejão, o cantor se tornou um ícone do pagode na década de 1990 com o grupo Molejo, também formado por Andrezinho, Claumirzinho, Lúcio Nascimento, Robson Calazans e Jimmy Batera.

Além de ser o vocalista do grupo, Anderson também era responsável por tocar cavaquinho. Ao todo, o cantor tem 118 composições assinadas, segundo registro do Ecadnet.

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Alguns dos principais sucessos do grupo são as músicas “Cilada”, “Caçamba”, “Brincadeira de Criança”, “Dança da Vassoura”, “Paparico” e “Clínica Geral”.

O grupo continua a se apresentar, e Anderson esteve presente em grande parte da agenda de shows, mesmo após o diagnóstico da doença.

Diagnóstico de câncer

Anderson recebeu o diagnóstico de câncer na região inguinal em 2022. Dois meses após anunciar seu estado de saúde, ele afirmou que estava curado. O anúncio foi feito por uma comissária de bordo durante um voo em que o cantor estava.

No entanto, no ano seguinte, em 2023, ele anunciou que retomaria o tratamento contra o câncer. “Vou lutar até o final”, disse.

“Eu tava sentindo uma coisa muito pequena e falava: ‘não deve ser nada, deve ser uma gordurinha’. Daí foi crescendo. Eu e minha namorada procuramos o urologista. Aí o cara falou pra fazer uma biopsia. Quando fez, deu que eu tinha um tumor maligno na região da virilha”, explicou o cantor, na época.

Durante o tratamento, ele foi internado algumas vezes. A última internação foi em fevereiro deste ano. Em março, ele recebeu alta no dia 22, mas logo depois voltou ao hospital. No dia 22 de abril, ele foi transferido para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

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Fato Novo com informações e imagem: Revista Fórum

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Distrito Federal

Bruno Mars confirma show em Brasília em outubro

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O cantor Bruno Mars confirmou, nesta quinta-feira (2), quatro shows no Brasil um deles é em BrasíliaA apresentação vai ser no dia 17 de outubro, na Arena BRB Mané Garrincha.

O anúncio foi feito pelas redes sociais do artista, após a divulgação misteriosa da frase “The return of Bruninho” em outdoors iluminados em Brasília e em outras cidades do país (saiba mais abaixo).

Esta será a quarta vez de Bruno Mars no Brasil depois de uma passagem icônica em 2023, no festival The Town, em São Paulo, quanto cantou para mais de 100 mil pessoas e chegou a tocar “Evidências”, de Chitãozinho e Xororó.

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Cultura

Hip hop: MC´s levam arte e cultura para dentro dos ônibus do DF

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Uma ideia que transforma a rotina dos passageiros entre o ir e vir do trabalho, agregando humor e leveza à vida

Para fazer os usuários do transporte público saírem da rotina de trabalho e estudos, MC’s do Distrito Federal tiveram a ideia de ir aos coletivos levando arte e cultura para cada um dos passageiros. Palmas e gargalhadas eram as reações mais comuns. Ao Correio os passageiros destacam os benefícios que essas apresentações têm, como distração e cultura. Além disso, contam que é algo que levanta a autoestima de qualquer um.

A vontade de compartilhar as letras do Hip Hop, levar arte para os estudantes e trabalhadores, além da necessidade de ganhar uns trocados, levaram Morfeu a rimar nos coletivos. “É uma atividade motivadora, poucas pessoas da periferia e do proletariado têm a possibilidade de apreciar minutos de arte na rotina. Eu como um artista de rua sinto que carrego um espelho para as pessoas enxergarem nelas mesmas a humanidade que a rotina e o sistema cruel tira de cada uma”, reflete.

Ele conta que está praticamente vivendo dentro dos ônibus e sempre busca levar felicidade e dignidade para os passageiros. “Esse objetivo se renova a cada dia. O nosso trabalho é reconhecido para quem escuta com o coração. Pelo fato de ser uma cultura marginalizada, muita gente vê como uma situação de risco, de humilhação ou até mesmo de violência. Mas, quem escuta com o coração sabe que um rimador na rua tem a mesma intenção de um compositor de música erudita. A arte veio pra salvar e permear entre a realidade e o sentimento. Acho que quem entende isso reconhece, quem não entende, infelizmente, tem que abrir os olhos e ouvidos do coração. A arte é tão forte e necessária quanto as demais coisas da vida”, sintetiza.

As brincadeiras e rimas são para todos os públicos. O MC Morfeu trocou o nome de Maria dos Santos, 80 anos, para  Penélope Charmosa, que ficou impressionada com o trabalho do artista. “Eu dou o maior valor, nunca presenciei um trabalho como esse. No meu ponto de vista eles devem continuar, o artista deve aparecer e ser visto. Fiquei encantada, só elogiaram minha pessoa. Até meu guarda-chuva recebeu elogios”, brinca.

“Às vezes o nosso dia está tão cansativo, corrido e conseguiram tirar um sorriso do meu rosto. Vale muito a pena, eu tive uma linda distração, saí da rotina, da mesmice”, pontua Maria. Uma das dezenas de usuários do transporte público que se divertiram e aplaudiram Morfeu e seu parceiro de trabalho.

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Brasil

Dia Nacional do Choro é celebrado no Rio

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Dia Nacional do Choro é celebrado no Rio

Data tem roda musical dentro de um trem que vai para Olaria

Declarado patrimônio cultural imaterial do Brasil em fevereiro deste ano, o choro tem seu dia nacional celebrado nesta terça-feira (23). Para comemorar a data, é tradição a realização de uma roda musical inusitada no Rio de Janeiro.

Músicos e fãs do choro se reúnem na icônica Central do Brasil e embarcam em um trem com destino a Olaria, bairro da zona norte da cidade, que era reduto de Pixinguinha, um dos maiores representantes do gênero musical.

Dentro das composições, chorões (músicos que executam o choro) tocam canções do gênero surgido no Rio e tocado por várias gerações, como Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha.

Músicos mais novos

Organizador do Trem do Choro, que está em sua 11ª edição, Luiz Carlos Nunuka destaca que o estilo musical continua atraindo a atenção dos músicos mais jovens.

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“Existe o interesse principalmente dos jovens [pelo choro]. O choro tem uma complexidade que a pessoa que aprende a tocá-lo realmente toca qualquer tipo de gênero musical”, explica Nunuka.


Fato Novo com informações: Agência Brasil

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