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Após 20 anos, carreira PPGG volta a ser reforçada com 220 nomeados

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Após 20 anos, carreira PPGG volta a ser reforçada com 220 nomeados

Maioria dos convocados vai reforçar as administrações regionais; desde 2019, GDF já nomeou mais de 21,6 mil servidores efetivos

A administração pública do Distrito Federal vai ganhar o reforço de 220 concursados dos cargos de analista e gestor em Políticas Públicas e Gestão Governamental (PPGG). A chegada desses servidores foi bastante comemorada, pois há quase 20 anos não havia um chamamento para a carreira.

O anúncio ocorreu durante cerimônia no Palácio do Buriti nesta quarta-feira (24), quando a nomeação foi assinada pelo governador Ibaneis Rocha. Agora, o GDF pretende alocar esses servidores nas administrações regionais, em secretarias e na Fundação Jardim Zoológico de Brasília.

Ibaneis Rocha: “Quando a gente faz essa nomeação a gente está olhando para a população, principalmente a mais carente que está lá na ponta precisando de atendimento” | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

Os servidores PPGG são multifuncionais e dão suporte a várias carreiras. Eles auxiliam o dia a dia da administração pública, desde a compra de materiais, planejamento, recursos humanos, assuntos jurídicos e também contabilidade. Por isso, são considerados essenciais para o funcionamento da máquina pública.

Ao falar sobre a nomeação, o governador Ibaneis Rocha destacou a importância destes profissionais. “Quando a gente faz essa nomeação a gente está olhando para a população, principalmente a mais carente que está lá na ponta precisando de atendimento. E aí, vocês têm essa responsabilidade de prestar esse serviço”, disse.

Os 220 analistas e gestores em PPGG chegam para somar aos mais de 21,6 mil servidores efetivos convocados pelo GDF desde 2019. A nomeação vai contemplar 150 aprovados para o cargo de analista em Políticas Públicas e Gestão Governamental; e mais 70 para o de gestor em Políticas Públicas e Gestão Governamental.

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O secretário de Economia, Ney Ferraz, prevê para outubro a contratação de mais servidores da carreira

“Essa nomeação reflete o compromisso dessa gestão em investir no presente e no futuro da administração pública. Precisamos destacar aqui também que o ato de posse desses servidores não é um evento isolado, faz parte de um esforço contínuo do GDF em fortalecer, melhorar e modernizar o serviço público local. O nosso orçamento já prevê esse investimento e o governador já determinou que a gente convoque mais servidores da carreira em outubro”, antecipa o secretário de Economia, Ney Ferraz.

Para o ano de 2024, o impacto financeiro está estimado em R$ 21,4 milhões. A previsão para 2025 é de mais de R$ 30 milhões. A lista dos novos servidores deve ser publicada na próxima semana no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Nos últimos três meses, o chefe do Executivo nomeou 1.203 novos servidores efetivos em várias carreiras. Os chamamentos fortalecem, recompõem e expandem os quadros das secretarias de Saúde, Educação, Administração Penitenciária, Desenvolvimento Social e Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, além da Polícia Civil, da Agência Reguladora de Águas (Adasa), do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev) e da Defensoria Pública do Distrito Federal.

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CLDF

CLDF atualiza remuneração de agentes comunitários de saúde e aprova gratificação

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A sessão da Câmara Legislativa desta terça-feira (28) foi marcada por galeria cheia. Desta vez, o clima foi de festa, com a aprovação do projeto de lei que altera a tabela de vencimento dos agentes comunitários de saúde (ACS) e cria uma nova gratificação para a categoria

Aguardado desde o ano passado, o PL nº 1.121/2024 foi enviado pelo Executivo apenas na última semana. A proposta foi aprovada, em dois turnos e redação final, pelo Plenário, em meio a aplausos e comemorações de servidores e parlamentares.

O texto equipara a remuneração dos ACS com a dos agentes de vigilância ambiental em saúde (Avas) e adequa os valores ao piso salarial nacional da categoria, o qual não pode ser inferior a dois salários mínimos. Em números, o vencimento inicial sairá de R$ R$ 2.107,28 para R$ 2.792,14; e o vencimento final, de R$ 2.768,31 para R$ 3.668,00.

Além disso, o projeto cria a Gratificação de Agente Comunitário de Saúde (GACS), nos mesmos moldes e valores de gratificação já concedida aos Avas; ou seja, de R$ 2 mil.

De acordo com o PL, a nova tabela salarial passará a valer a partir de 1º de janeiro de 2025. O governo estima um impacto de cerca de R$ 10,7 milhões no próximo ano. Já a GACS entrará em vigor na data de publicação da lei. Entre junho e dezembro de 2024, o impacto estimado é de R$ 21,6 milhões.

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“Esta proposta finalmente faz justiça aos agentes comunitários de saúde, que há muito tempo têm sido preteridos e esquecidos pelo Governo do DF”, apontou o deputado Jorge Vianna (PSD), em parecer favorável na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF).

De forma semelhante, a relatora do projeto na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), deputada Dayse Amarilio (PSB), comemorou: “Hoje vemos a justiça e a luta histórica serem reconhecidas neste plenário”.


Fato Novo com informações: Agência CLDF

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Distrito Federal

Boletim especial traz dados sobre emprego e desemprego por grupos de regiões administrativas

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IPEDF e Dieese analisam mercado de trabalho do DF sob a perspectiva territorial

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apresentaram os resultados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) do DF, da periferia e da área metropolitana de Brasília referente ao mês de abril. Nesta terça-feira (28) também foi divulgado o boletim especial Território e Trabalho no Distrito Federal – Biênio 2022/2023.

O boletim especial traz uma análise do mercado de trabalho local a partir da dimensão territorial, com as regiões administrativas (RAs) organizadas nos seguintes grupos de renda: grupo 1 (alta renda): Jardim Botânico, Lago Norte, Lago Sul, Park Way, Plano Piloto e Sudoeste/Octogonal; grupo 2 (média-alta renda): Águas Claras, Candangolândia, Cruzeiro, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Sobradinho, Sobradinho II, Taguatinga e Vicente Pires; grupo 3 (média-baixa renda): Brazlândia, Ceilândia, Planaltina, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, SIA, Samambaia, Santa Maria e São Sebastião; e grupo 4 (baixa renda): Fercal, Itapoã, Paranoá, Recanto das Emas, SCIA/Estrutural e Varjão.

De acordo com o boletim, a população em idade ativa – pessoas com 14 anos ou mais – da capital federal se concentra majoritariamente nas regiões com padrão mediano de renda, sendo 41,1% residindo nas RAs do grupo 3 e 32,8% nas do grupo 2. Nos grupos 1 e 4 residiam 15% e 11,1%, respectivamente.

A população economicamente ativa (PEA) – pessoas com 14 anos ou mais ocupadas ou desempregadas – do DF se distribui de forma semelhante à população em idade ativa, mas com algumas diferenças: a participação dos residentes das RAs dos grupos 1 e 2 na PEA menor que as respectivas participações na população em idade ativa, enquanto a dos residentes das RAs dos 3 e 4 é maior. Os grupos 1 e 2 correspondem por 13,7% e 31,8% da PEA, enquanto os grupos 3 e 4 representam 42,3% e 12,1%, respectivamente.

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O engajamento na força de trabalho local é inversamente proporcional ao nível de renda que categoriza os grupos de RAs: 70,6% dos habitantes com 14 anos ou mais do grupo 4 e 66,1% do grupo 3 participavam do mercado de trabalho no período analisado. Nos grupos 2 e 1, 62,4% e 59% dos habitantes na mesma faixa etária eram economicamente ativos, respectivamente.

A taxa de desemprego no Distrito Federal passou de 15,5% para 15,7% entre março e abril de 2024 | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília

A proporção de inativos – pessoas com 14 anos ou mais que não estão ocupadas nem desempregadas – também contribui para confirmar esse cenário: nos grupos 1 e 2, a parcela economicamente inativa é de 41% e 37,6%, respectivamente. Já nos grupos 3 e 4, esses percentuais são de 33,9% e 29,4%.

Em relação ao desemprego, os grupos 4 e 3 registravam, no biênio 2022-2023, taxas de desemprego de 20,4% e 19,3%. Por outro lado, os grupos 2 e 1 apresentavam taxas de 13,6% e 7%, abaixo do índice geral no período analisado, de 15,9%.

Mercado de trabalho regional

A taxa de desemprego no Distrito Federal passou de 15,5% para 15,7% entre março e abril de 2024. Em contrapartida, o índice reduziu em comparação com abril de 2023, quando registrou 16,8%. Acesse o boletim PED-DF/abril 2024 na íntegra.

Na periferia metropolitana de Brasília (PMB), formada pelos 12 municípios goianos vizinhos ao DF (Águas Lindas, Alexânia, Cidade Ocidental, Cocalzinho, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Padre Bernardo, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso), a taxa de desemprego foi de 18% em abril, abaixo da observada em março deste ano (18,6%) e em abril do ano passado (20,6%). Acesse o boletim PED-PMB/abril 2024 na íntegra.

Já na área metropolitana de Brasília (AMB), composta pelo DF e PMB, a taxa de desemprego passou de 16,4% para 16,3% entre março e abril de 2024. O índice reduziu em comparação com abril de 2023, quando registrou 17,9%. Acesse o boletim PED-AMB/abril 2024 na íntegra.

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Fato Novo com informações e imagens: Agência Brasília

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Distrito Federal

DF ganha novas agências do BRB

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Unidades estão inseridas em novo modelo de atendimento de varejo e fazem parte da estratégia de expansão do banco

O BRB vai entregar 22 agências aos brasilienses ainda neste semestre, entre novas unidades e postos de atendimento completamente reformulados. As agências estarão distribuídas por diferentes regiões do DF, reforçando a capilaridade do BRB em seu ponto de origem.

A novidade faz parte do plano de expansão da instituição, iniciado em 2019, e que permitiu ao BRB romper as fronteiras do DF e ganhar o Brasil, tornando-se um banco nacional e com presença em 93% do país.

Além de cinco novas unidades, dez receberam reforma completa em seus locais de origem, enquanto sete mudaram de endereço e igualmente foram reformadas | Foto: Rafael Lavenère/BRB

“É com muito orgulho que inauguramos mais unidades e disponibilizamos nossos serviços ainda mais perto da população do DF, que já reconhece o jeito BRB de atender”, afirma o presidente do banco, Paulo Henrique Costa. “Nosso propósito é continuar sendo o banco do coração de cada brasiliense ao oferecer um atendimento humanizado aliado à modernidade do digital, além das melhores taxas e condições de negociação.”

Inseridos no novo modelo de atendimento do banco, com foco em assegurar uma melhor experiência aos clientes, os postos serão localizados no Plano Piloto, SIA, Taguatinga, Sobradinho, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo e Ceilândia, entre outras áreas.

Atendimento diferenciado

Das 22 unidades, cinco são novas: as agências TSE, Iate Clube, Riacho Fundo II, Brasília Shopping e PJ SIA.  Outras sete unidades foram transferidas totalmente reformadas – as do Sudoeste, SIA, Taguatinga Norte, Comercial Sul, Ceilândia Sul e Santa Maria, além da Plataforma Empresarial Fecomércio. Outras dez agências mantêm a mesma localização, mas foram completamente reformuladas.

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7,8 milhões – Número estimado de clientes atuais do BRB


Todas as unidades possuem layout mais moderno, acessibilidade e um ambiente confortável, que possibilita uma experiência omnichannel aos clientes. Contam com totens interativos, além de integração das experiências física e digital.

Os detalhes do novo projeto das unidades resultaram em reconhecimento internacional ao banco, com o recebimento, em 2022, do prêmio Muse Design Awards – referência em competições de design – pela ambiência das unidades. Com tantos diferenciais, em apenas cinco anos, o BRB passou de 685 mil clientes para mais de 7,8 milhões.

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Fato Novo com informações e imagens: Agência Brasília

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